Eleitores de Fernando Haddad saem as ruas de
Garanhuns em apoio ao candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) a presidência
da república na tarde desta sexta-feira (26).
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018
domingo, 2 de setembro de 2018
Governador faz caminha ao lado de Fernando Haddad em Garanhuns
O
governador Paulo Câmara (PSB) esteve ao lado do presidenciável do PT, Fernando
Haddad, em Caetés e Garanhuns durante toda manhã deste sábado (01) gravando
para os seus guias eleitorais. Já para o fim da tarde, o governador e Haddad
participaram de grande caminha ao lado de vários prefeitos, vereadores e
lideranças da região, como também estiveram presentes vários deputados
candidatos a reeleição, tanto estaduais quanto federais, como candidatos a um
primeiro mandato, seja na Alepe ou na câmara federal, também esteve presente
Humberto Costa candidato a senador, e Luciana Santos, candidata a
vice-governadora ao lado de Paulo.
A
de se frisar a constante ausência de Jarbas dos eventos de campanha da frente
popular.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Apoio a Ciro Gomes na eleição para a Presidência ganha espaço no PT
O Globo
A possibilidade de apoio a um candidato de outro partido, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de concorrer ao Palácio do Planalto, começa a ganhar espaço no PT. O caminho nesse caso seria o partido optar por uma aliança com Ciro Gomes, pré-candidato do PDT.
A possibilidade de apoio a um candidato de outro partido, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de concorrer ao Palácio do Planalto, começa a ganhar espaço no PT. O caminho nesse caso seria o partido optar por uma aliança com Ciro Gomes, pré-candidato do PDT.
O
governador da Bahia, Rui Costa, tornou público, em entrevista publicada nesta
quarta-feira pelo portal UOL, um tema que já vinha sendo tratado nos
bastidores. “Não podemos ficar nessa marra de que, se não há um nome natural do
PT e se o Lula não puder ser (candidato), por que não pode ser de outro
partido? Acho que pode e acho que essa discussão, se ocorrer, no momento exato,
nós vamos fazer esse debate”, disse Costa na entrevista.
Na
noite desta quarta-feira, Costa receberá Lula para um jantar no Palácio de
Ondina, residência oficial do governo da Bahia. O ex-ministro Jaques Wagner,
que é secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, também deve participar
do encontro.
Reservadamente,
outras lideranças petistas defendem que o apoio a um nome de outro partido deve
ser considerado como alternativa. Argumentam que o mais importante na eleição
deste ano é impedir o triunfo de um adversário do outro campo político.
Ciro,
inclusive, já foi orientado que, se quiser ter chance de se aliar com o PT,
precisa moderar as críticas ao partido e a Lula. Nos últimos dias, o pedetista
tem amenizado a sua fala com relação aos petistas.
Com
receio de que a discussão sobre uma alternativa a Lula enfraqueça a posição do
ex-presidente, que hoje lidera as pesquisas, dirigentes do partido rechaçaram
imediatamente a declaração do governador da Bahia.
—
Nós vamos registrar o Lula no dia 15 de agosto. Se eles forem tentar impedir o
Lula, vai ser um processo extremamente traumático. Por isso, erra o governador
(Rui Costa) ao naturalizar, ao dar como certo isso. Nós não temos plano B —
disse o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ).
A
presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, disse que admitir um outro caminho
para o PT que não seja a candidatura de Lula é fazer o jogo do adversário.
“Vamos com Lula até o fim porque ele é inocente e tem o direito de ser
candidato. E o povo tem o direito de votar em Lula. O que nossos adversários
querem é outro candidato para afastar Lula da eleição e convalidar a tese de
que ele é culpado e inelegível. Não vamos cair nessa armadilha”, escreveu
Gleisi, no Twitter.
Além
de se aliar a um candidato de outro partido, o PT também discute indicar um
nome da legenda para substituir Lula na cabeça da chapa presidencial. Nesse
caso, os mais cotados são Jaques Wagner e o ex-prefeito de São Paulo Fernando
Haddad.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
E se Lula se encontrar com Renata Campos, em visita ao Recife?
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| Foto: Roberto Pereira/PSB |
Para
observadores da cena política local, não seria uma surpresa se, em sua visita
ao Estado de Pernambuco, no final do mês, o ex-presidente Lula fosse
encontrar-se com a ex-primeira dama do Eestado Renata Campos, viúva do
ex-governador Eduardo Campos e uma das pessoas mais influentes no PSB, embora
mantendo sempre muita discrição e agindo apenas nos bastidores.
Na
semana passada, com muito alarde, o governador Paulo Câmara do PSB se encontrou
com o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tido como o plano B de Lula e
do PT, onde foi recebido em almoço no Palácio do Campo das Princesas. Na Rádio
Jornal, questionado pelo Blog de Jamildo, Haddad disse que iria discutir com
Paulo projetos para o futuro do Brasil. Não negou uma aliança, nem admitiu,
fazendo questão de lembrar os bons momentos em que Lula chamava Eduardo Campos
de ‘achado de Deus’.
Por
sua vez, Paulo Câmara, no meio das polêmicas reformas, já liberou dois de seus
escudeiros na bancada federal, os deputados Tadeu Alencar e Danilo Cabral, para
votar contra as reformas do governo Temer, se alinhando ao PT na câmara do
deputados.
O
gesto do ex-presidente no Recife, com Renata Campos, teria o objetivo simbólico
de marcar uma reaproximação entre os aliados históricos, cuja parceria foi
rompida no governo Dilma, quando Eduardo Campos tentou voo solo e eleger-se
presidente da República no pós-Lula. O curioso é que, nesta época, Eduardo
Campos e socialistas diziam que PT e PSB já tinham dado o que tinham de dar.
Além de todos nós termos vistos socialistas da mais baixa a mais alta cúpula do
PSB chegando a acusar o PT pela morte de Eduardo. Séria engraçada se não fosse trágica
está forma de se fazer politica.
De
acordo com as análises que são feitas nos bastidores, PT e PSB estudam neste
momento o melhor cenário para as alianças de 2018.
No
caso dos socialistas, a reaproximação com o PT seria importante porque Lula é
muito forte eleitoralmente em Pernambuco, em função das obras que fez ao lado
de Eduardo Campos, nos dois governos do PSB com o socialista vivo. Diante da
suposta ‘fragilidade’ de Paulo Câmara, eleitoralmente, seria importante para o
socialista estar no palanque do petista. Dai dizer-se que uma das correntes
estaria fortemente defendendo a volta ao passado.
Da
mesma forma, esse reencontro com o PT estaria sendo alimentado pela dúvida que
assola o PSB. Em crise interna, o PSB não sabe se ruma com os tucanos paulistas
(Geraldo Alckmin) ou não. O partido está dividido em relação ao tema e esta
situação deve ensejar a saída de alguns dissidentes, como o grupo de FBC, para
partidos como Democratas ou PMDB.
No
caso da disputa, os petistas avaliam justamente que a ala do PSB local vai
ganhar a quebra de braço contra o cacique Márcio França, do PSB de São Paulo,
vice de Geraldo Alckmin, em São Paulo, mantendo na presidência do PSB o
tarefeiro Carlos Siqueira, mais próximo ao grupo de Geraldo Júlio e Paulo
Câmara. Assim, definida a disputa do PSB e o grupo dos dissidentes saindo,
caberia ao PT e satélites apresentá-los como dissidentes à direita, em uma
situação em que o PT poderia relançar pontes para os socialistas históricos, de
olho em uma aliança estratégica para 2018.
Aos
poucos, de fato, os palanques vão se formando. Pelo lado dos dissidentes do
PSB, o grupo de FBC já fala abertamente nas eleições de 2018, com um projeto
próprio. Nesta quarta-feira, foi mais um dia de campanha pelo sertão. Fernando
Filho já anuncia apoio para eleições em 2018 pelo interior.
![]() |
| Marília Arraes, Lula e Humberto Costa / Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula |
Onde fica a candidatura de Marília Arraes, ao governo do Estado?
Oficialmente,
o PT disse que não tem candidato e vai escolher até o final do ano. Neste caso,
Marília Arraes seria uma espécie de ‘bode na sala’, usada por Humberto Costa
contra a ala do PSB de Renata Campos, a mesma do governador do Estado e o prefeito
do Recife.
“Humberto
Costa e João Paulo trabalham para levar o PSB de Paulo Câmara a votar em Lula”,
conta uma fonte do blog.
A
conferir.
(Com
informações do Blog do Jamildo)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Haddad vai atrás do apoio do PSB, que deverá ficar com Serra
Do Blog de Inaldo Sampaio
O governador Eduardo Campos disse a interlocutores neste final de semana que caberá ao PSB de São Paulo decidir qual caminho seguirá nas eleições municipais de outubro próximo.
E qualquer que seja a posição do partido terá o seu apoio, disse ele. Hoje, o PSB é aliado do prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O pré-candidato do PT, Fernando Haddad, teria pedido a Lula para interceder em seu favor. Mas não se sabe se o ex-presidente teria coragem de pedir a Eduardo Campos para apoiar o candidato petista.
No Recife, na semana passada, Gilberto Kassab declarou que para o “projeto nacional” de Eduardo Campos é melhor que Serra ganha a eleição.
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