Mostrando postagens com marcador Eduardo Campos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eduardo Campos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Paulo Câmara e Geraldo Julio dão início à construção do Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa


O governador Paulo Câmara participou, nesta quinta-feira (20.06), da assinatura da Ordem de Serviço pelo prefeito do Recife, Geraldo Julio, para a construção do Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa (HECPI). A nova unidade de saúde será construída em um terreno viabilizado pelo Governo de Pernambuco, localizado no bairro da Estância, e será o primeiro do Nordeste inteiramente voltado para o tratamento e prevenção de doenças observadas com mais frequência na população idosa. Com um investimento de cerca R$ 25 milhões, o empreendimento, previsto para ser inaugurado no segundo semestre de 2020, terá capacidade para 300 internações e 300 cirurgias mensais, devendo ofertar cinco mil consultas por mês.

“O Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife têm projetos conjuntos de referência para o idoso, e hoje o prefeito Geraldo Julio, a partir de uma área cedida pelo Governo do Estado, iniciou a construção de um centro de referência do idoso aqui no Recife, que vai realizar atendimentos tanto de média como também de alta complexidade", afirmou Paulo Câmara acrescentando que Governo do Estado e Prefeitura do Recife vão trabalhar juntos para transformar essa nova unidade de saúde em um complexo hospitalar de referência para o idoso, cuidando das pessoas da boa idade que precisam de saúde, atenção e um local especializado para o combate das doenças.


O governador informou ainda que a parceria entre Governo do Estado e Prefeitura do Recife viabilizará a integração entre o HECPI e o Hospital Geral de Areias. "Estamos fazendo uma nova obra que vai ser reiniciada agora em outubro para a unidade de referência também do idoso tanto na parte ambulatorial como também na reabilitação e na fisioterapia", explicou.

Com mais de 200 mil pessoas em idade acima de 60 anos no Recife, o prefeito Geraldo Julio reforçou a necessidade de oferecer consultas, exames, diagnósticos, cirurgias específicas para esse segmento. “É uma obra importante, que vem atender uma necessidade do Sistema Único de Saúde e complementa uma rede que a gente já tem aqui, de outros hospitais. Hoje, estamos dando a ordem de serviço para a construção dessa nova unidade e, daqui a pouco tempo, esse hospital estará aberto e oferecendo serviço com qualidade”, garantiu o prefeito.


O secretário estadual de Saúde, André Longo, destacou a homenagem a Eduardo Campos, uma vez que o ex-governador foi quem idealizou e iniciou grandes obras estruturadoras do Estado, e  falou da importância do novo hospital para Pernambuco. “Este é um projeto com vocação para ser um grande complexo para atender os idosos. Isso é mais do que necessário, porque a nossa população idosa vai mais do que duplicar nos próximos 30 anos. Vamos viver mais e merecemos viver com qualidade”, disse.

O secretário municipal Saúde, Jailson Correia, garantiu que o hospital irá se transformar em um complexo de referência para a saúde do idoso. “Depois de construirmos os 8 mil metros quadrados, vamos entregar o afeto e o cuidado à pessoa idosa. É um equipamento que, com certeza, vai fazer a diferença na vida de muita gente”, afirmou.


ESTRUTURA - Com conclusão prevista para o fim de 2020, o novo hospital terá foco no tratamento e controle de doenças observadas com mais frequência na população idosa, como as consequências da hipertensão e diabetes, por exemplo. Em uma área total de mais de 8 mil metros quadrados (m²), serão construídos 78 leitos, sendo 62 de enfermaria, dez de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e seis de recuperação pós-anestésica; 4 salas de cirurgia, além de farmácia, centro diagnóstico e ambulatório com 13 consultórios.

O ambulatório contará com as especialidades médicas de Cirurgias Geral, Vascular e Plástica; Clínica Geral, Geriatria, Neurologia, Cardiologia, Anestesiologia, Urologia, Proctologia e outras. No local, também serão ofertados exames de Patologia Clínica, Ultrassonografia, Ecocardiograma, Eletrocardiograma, Eletroencefalograma, Endoscopia, Colonoscopia, Tomografia, Ressonância Magnética, Urodinâmica, Eletroneuromiografia e Radiologia.


O novo hospital terá cerca de 400 profissionais, dos quais mais de 70 compondo o quadro médico, outros 100 profissionais de nível superior, como enfermeiros e assistentes sociais e mais de 200 profissionais de nível médio e técnico. Além do cuidado com os pacientes, o HECPI também terá um papel importante na formação e aprimoramento de profissionais de saúde, formação de cuidadores e na orientação de familiares e outros acompanhantes.

Também estiveram presentes à cerimônia a vice-governadora Luciana Santos, o deputado federal João Campos, acompanhado da mãe, Renata Campos, e da irmã, Maria Eduarda Campos; o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco Eriberto Medeiros; os secretários Nilton Mota (Casa Civil); Fred Amâncio (Educação), Antonio Figueira (Assessoria Especial), Sileno Guedes (Desenvolvimento Social e Juventude) e Alexandre Rebêlo (Planejamento e Gestão), além do presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremepe), Mário Fernando Lins.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

PF aponta falha mecânica como causa de acidente de Eduardo Campos



O relatório da Polícia Federal apresentado na tarde desta segunda (6), pelo delegado Rubens Mailener, concluiu a causa do acidente que vitimou o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos e os seus assessores. O documento aponta falha mecânica como sendo a causa do acidente. O delegado trabalhou com 10 hipóteses, das quais quatro continuam possíveis, quase todas elas apontando para defeito na aeronave. Segundo o relatório, a causa mais provável seria um problema no profundor ou compensador da aeronave, localizados na cauda do avião com a função de diminuir a forca necessária a ser exercida pelo piloto durante as manobras.

Em um breve pronunciamento à imprensa, o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann disse ter acompanhado a apresentação do relatório em atenção à família do ex-governador, mas que a questão é eminentemente técnica e que ele não tem mais nada declarar. Já João Campos, filho do ex-governador, falou à imprensa em nome da família e mostrou confiança no trabalho dos investigadores. “Reconhecemos o importante trabalho da PF nessa investigação. É uma angústia da família, pois estamos completando quatro anos de acidente, mas entendemos que essa demora foi para que fosse feito o melhor trabalho possível”, disse.

João Campos referendou o relatório apresentado e evitou especulações sobre acidente premeditado. “O delegado Rubens Mailener é uma pessoa muito séria, que conduziu os casos mais relevantes do país como o acidente com o avião do ministro do STF Teori Zavascki, o acidente da Gol e da Air France. Ele descarta a possibilidade de sabotagem. Nós vamos olhar os autos, mas estamos felizes com o tratamento que recebemos e com a disponibilidade dos peritos. Não tivemos acesso a todos os documentos e por isso não vou falar de forma precipitada”.


"Sabotagem"


Contrariando esse entendimento, o advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador apontou para a possibilidade de acidente criminoso. “Essa falha técnica pode ter sido tecnicamente preparada como uma bomba relógio e ser previamente planejada. Ficou claro que não foi falha humana que derrubou Eduardo campos. O que derrubou o avião foi falha mecânica. Isso leva à uma segunda hipótese de que foi sabotagem. Quando o relatório chegar ao MPF vamos requerer diligências complementares” disse.

Pré-candidato a deputado federal, Antônio Campos (Podemos) divulgou um parecer técnico do comandante Carlos Camacho, especialista em acidentes aéreos, em que é apresentada uma série de nove acidentes com aeronaves Cessna Citation, de modelos das séries 500 e 600, ocorridos em diversas partes do mundo entre 2001 e 2016. É esse documento que Campos anexou aos autos da ação movida contra a União e a empresa fabricante do avião.

“Há um erro claro de projeto do avião que causa um problema operacional sério. A asa que existe na cauda produz movimentos aerodinâmicos que, em casos de voos em altura baixa, pode levar a um mergulho fatal e não existe (nesses modelos Cessna) um aviso sonoro para que a tripulação possa reagir a tempo de evitar a tragédia”, explicou Camacho ao Estado.

Segundo Antônio Campos, na reunião com os familiares houve o questionamento sobre a desorientação espacial, porém esta indagação foi considerada pelo delegado como a mais improvável das que restaram. "Levantei essa tese no inquérito com assistentes técnicos e há registros na imprensa disto", conta Campos.

Para Antônio Campos, ficou claro que não houve falha humana, ao contrário das conclusões do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). “O que pretendo aprofundar, perante o Ministério Público Federal e ao juiz a quem será encaminhado o procedimento, é se essa falha mecânica pode ter sido tecnicamente preparada como uma bomba-relógio, o que caracterizaria sabotagem”, declarou. “O delegado Rubens Maleiner fez um grande trabalho, mas as investigações ainda não acabaram”, conclui.


Causas prováveis


Das dez hipóteses iniciais com que os investigadores da Polícia Federal trabalharam, restaram apenas quatro. Além do defeito no profundor do compensador, também não foram descartadas a desorientação espacial, a colisão com um objeto (uma ave, por exemplo) e o desvio de trajetória para evitar a colisão com um objeto.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Avião de Eduardo Campos pode ter sido sabotado, aponta laudo apresentado pela família

    Ana Arraes e Antônio Campos

O Globo


O advogado Antônio Ricardo Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, enviou um requerimento, nesta segunda-feira (02), para a Polícia Federal de Santos, pedindo que seja investigada a possibilidade de "sabotagem" no avião que caiu em agosto de 2014, durante as eleições gerais, matando o então candidato do PSB à Presidência e outras seis pessoas. O requerimento foi protocolado em um inquérito policial na Justiça Federal de São Paulo.

De acordo com Antônio Campos, após estudos e pareceres de peritos particulares que acompanham o caso, um fato "grave e relevante na investigação da causa do acidente" pode mudar o "curso da investigação".

"O Speed Sensor da aeronave à toda evidência foi desligado, intencional ou não intencionalmente, sendo essa última hipótese de não intencional improvável, o que caracteriza que o avião foi preparado para cair, o que caracteriza sabotagem e homicídio culposo ou doloso", diz no requerimento.

Com base na hipótese de sabotagem na aeronave que levava Eduardo Campos e outras seis pessoas durante a campanha presidencial de 2014, o advogado pede uma "rigorosa apuração no presente inquérito, com a devida responsabilização". O irmão do ex-governador diz que vai notificar o Ministério Público Federal em Santos, ao Ministro da Justiça e a Procuradora-Geral de Justiça sobre o requerimento.

A família de Eduardo Campos contesta a versão apresentada pelo laudo feito pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) sobre o acidente. De acordo com a mãe de Eduardo, Ana Lucia Arraes de Alencar e Antônio Campos, irmão do político, o laudo que aponta a culpa do acidente a uma falha humana, é inconsistente.

O Relatório de Investigação do Controle do Espaço Aéreo (Ricea) teria demonstrado, segundo os familiares, certos equívocos na conclusão do Cenipa.


SUCESSÃO DE ERROS DERRUBOU AVIÃO, SEGUNDO RELATÓRIO


Uma sucessão de erros que incluíram a tentativa de buscar um “atalho” para abreviar a aterrissagem levou ao acidente com o avião Cessna C560 XLS+ que matou o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas em 13 de agosto de 2014, em Santos (SP), segundo o Cenipa. A investigação descartou falhas técnicas na aeronave, mas apontou problemas operacionais que podem ter contribuído.

De acordo com a investigação, a trajetória de aproximação da pista de Santos, feita pelo comandante Marcos Martins e o copiloto Geraldo Magela, não foi a indicada na carta de procedimentos, mesmo com o aviso de que o aeródromo operava por instrumentos. A orientação era para que passassem duas vezes sobre a pista antes de fazer a curva para o pouso, mas eles fizeram um caminho para chegar diretamente à pista dando inclusive informações falsas sobre os pontos em que estavam.

— O perfil do voo reduziria o tempo em até cinco minutos. O perfil não era aprovado nas regras para operar com instrumentos — afirmou o tenente-coronel aviador Raul de Souza, que coordenou as investigações.

Após tentarem chegar diretamente à pista os pilotos não conseguiram pousar e decidiram arremeter. Este movimento também foi feito em desacordo com os procedimentos previstos. Eles deveriam arremeter antes de chegar à pista, mas há relato, tido como confiável, de que sobrevoaram o local em baixa altitude antes de desistir do pouso.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Aniversário da filha de Geddel reuniu grandes amigos de Joesley; Aécio Neves e Eduardo Cunha estavam lá, lógico

Que trio (Divulgação/Divulgação)

Lúcio Bolonha Funaro deu a medida do quanto Geddel Vieira Lima gosta de dinheiro ao contar que levou um calhamaço de propina para Salvador no dia da festa de 15 anos da filha do ex-ministro, em 2014.

O evento, inclusive, atraiu a nata dos parceiros de Joesley Batista. Apareceram por lá Aécio Neves e Eduardo Cunha, lógico.

Na ocasião, em entrevista à Folha, Cunha admitiu apenas que era amigo do pai da aniversariante. Na ocasião, isso não soava tão feio PSquanto nos dias atuais.

“Não fui a uma festa da oposição, e sim ao aniversário da filha de um amigo. É claro que sabia que os candidatos estariam lá. Não sou covarde e não deixaria de ir por isso”, disse Cunha, à época, abordando a presença dos candidatos ao Palácio do Planalto Eduardo Campos e Aécio. (Veja.com)

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Delação revela dono de avião usado por Eduardo Campos

Aldo Guedes é citado como homem de confiança e operador do ex-governador Eduardo Campos (Foto: Hesíodo Góes/Arquivo folha)

Alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro e de ação penal travada na Justiça, a compra do jatinho Cessna Citation 560, que foi utilizado pelo ex-governador Eduardo Campos na campanha presidencial de 2014, segue envolta de uma obscura suspeita. Na edição da revista Veja, do último fim de semana, uma delação traz à tona fatos novos que podem dar novos rumos ao caso.

Em colaboração premiada, o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Melo, teria revelado que o dono da aeronave seria o ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Aldo Guedes, que pediu afastamento do cargo após ser um dos focos da Operação Politeia, braço da Lava Jato, em 2015.

Apontado como o dono oficial do jatinho, João Carlos Lyra relata, em depoimento dado ao Ministério Público Federal (MPF), que, na verdade, a aeronave tinha Aldo Guedes como sócio oculto e que a maior parte do dinheiro que financiou a compra saiu dos cofres de empresas de fachada em um esquema de lavagem de dinheiro.

O ex-governador teria, inclusive, se envolvido na escolha do modelo a ser comprado, mas toda a negociação deveria ficar por debaixo dos panos até o fim da campanha presidencial. O acordo era que o PSB Nacional bancaria oficialmente um aluguel do jatinho durante a corrida às urnas de 2014 para evitar especulações da opinião pública. Somente após o pleito seria constituída uma empresa operadora de táxi aéreo para administrar o avião.

Segundo a delação premiada, Aldo Guedes é apontado como homem de confiança e operador do ex-governador Eduardo Campos, morto em agosto de 2014, na queda do jatinho Cessna Citation no litoral de Santos, em São Paulo. Ele seria o responsável por coletar os recursos para o ex-presidente nacional do PSB e o seu partido.

O dinheiro era repassado por meio de contas no exterior e serviços fantasmas a firmas de advocacia. O colaborador seria um intermediário do esquema. Os contatos entre Lyra e Guedes eram feitos por telefones pré-pagos cadastrados em nomes de laranjas para evitar rastreamento e ocultar as operações. A maioria dos repasses, muitas vezes em malas de dinheiro, segundo a delação, teria sido feita, inclusive, na garagem do prédio residencial de Guedes.

A compra da aeronave que transportou Eduardo Campos na campanha presidencial entrou na mira da Polícia Federal por meio da Operação Turbulência. A investigação apurava um esquema que utilizava empresas de fachada para lavar dinheiro proveniente de desvio de recursos públicos. A compra do jatinho teria sido intermediada por meio desta operação.

Atualmente, a ação penal referente à acusação de formação de organização criminosa foi trancada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no ano passado. A iniciativa foi alvo de recurso do Ministério Público Federal (MPF), mas o pedido segue travado no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

As acusações feitas por João Carlos Lyra foram negadas pelo advogado Ademar Rigueira Neto, que representa Aldo Guedes. Procurado pela Folha, o PSB Estadual afirmou que o PSB Nacional é que se manifesta sobre o tema. Por sua vez, o diretório nacional disse que não comenta acusações feitas por meio de delações premiadas. (Do Blog da Folha de Pernambuco)

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Apresentadora do TV Jornal Meio-Dia, Graça Araújo, faz fortes denuncias e pesadas criticas contra os governos do PSB em Pernambuco


Em programa exibido na última segunda-feira (29), Graça Araújo, apresentadora e âncora do TV Jornal Meio-Dia, na TV Jornal Recife, afiliada do SBT, fez fortes denuncias e pesadas criticas contra os governos do ex-governador pernambucano, já falecido, Eduardo Campos, e do atual governador, Paulo Câmara, ambos do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Segundo a jornalista, as fortes chuvas que atingiram com mais intensidade a Zona da Mata Sul e o Agreste, no último sábado (27) e domingo (28), deixando aproximadamente 35 mil pessoas desabrigadas, segundo a Defesa Civil de Pernambuco, poderiam ter feito um estrago menor se obras que estavam previstas, construção de cinco grandes barragens para contenção e abastimento de água, não estivessem tão atrasadas pela falta de compromisso dos governantes.

"Eu preciso chamar a sua atenção, para o fato de no ano de 2010, quando a construção das barragens foram anunciadas, cinco, não se podia falar em falta de dinheiro, muito pelo contrário, a economia estava super aquecida, e não se podia falar em problema politico, muito pelo contrário, não havia nenhum problema de relacionamento entre o governador da época Eduardo Campos e o presidente Lula, por que, que então, sete anos depois, você vai me perguntar, as obras não foram concluídas. Sabe por quê? Falta de prioridade.

O dinheiro que existia na época, e não era pouco, foi gasto na construção da polêmica Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, e o problemático BRT, que até hoje não disse ao que veio, sem contar na quantidade de dinheiro gasto nas campanhas eleitorais.

Por tudo isso, infelizmente, nada garante que os moradores destas cidades (cidades atingidas pelas últimas cheias), não voltem a passar por tudo isso no ano que vem.

O que todos nos podemos fazer até lá, é rezar.

Para que algum dia seja priorizado o que tem que ser priorizado, a qualidade de vida do cidadão, a quem o estado deve garantir pelo menos, pelo menos, a manutenção da vida." Finaliza a apresentadora, como você pode ver no vídeo acima.

Agora, a pergunta que fica no ar, é a seguinte: Será que a apresentadora fez um desabafo pessoal, improvisado de momento, de forma espontânea, ou foi um ensaio, ou quem sabe, um possível desembarque do apoio ao governo do PSB em Pernambuco do empresário João Carlos Pais Mendonça, proprietário e presidente do Grupo JCPM, o qual leva as inicias do seu nome? Se for, será para o governador, um grande baque.

Levantamos esta questão, por todos sabermos do profissionalismo e do alinhamento que a apresentadora tem com o grupo e seu presidente, até por ser uma das profissionais mais antigas e bem pagas da casa. Se for isso, o cenário fica cada vez mais feio para o governador, que já conta com altos índices de rejeição, sedo acusado pela grande maioria da sociedade, pelos deputados e partidos de oposição, e por cada vez mais meios de comunicação, de só vender propaganda, onde as ações que são o que interessa, nada, como no exemplo mais gritante no seu governo que é a quase que total falta de eficiência da segurança pública no estado.

É por essas e outras, que fica cada vez mais longe o sonho de reeleição do atual governador Paulo Câmara.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Total de homicídios em Pernambuco cresce 44% em 3 anos

Valor on line

Premiado pela ONU pelo sucesso na redução de homicídios em Pernambuco, um dos Estados mais violentos do país, o programa Pacto pela Vida voltou à estaca zero. No ano passado, a quantidade de assassinatos no Estado retrocedeu a patamar próximo ao de 2007, quando o programa foi implementado pelo então governador Eduardo Campos (PSB).

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Dono de jato de Eduardo Campos fecha delação premiada

João Lyra deverá prestar depoimento na próxima semana. Além dos fatos envolvendo o avião, o empresário deve falar sobre pagamentos de propina a políticos
O empresário João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho

Apontado pela Polícia Federal como responsável por entregar propina de empreiteiras ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) – morto em um acidente de avião, em agosto de 2014 –, o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho, conhecido como João Lyra, assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Turbulência. Lyra se apresentou formalmente como o único comprador do avião que caiu em Santos, no litoral de São Paulo.

O acordo ainda precisa ser homologado pela Justiça e João Lyra deve prestar depoimento nas próximas semanas. Além dele, também optaram pela delação Eduardo Freire Bezerra Leite e Apolo Santana Vieira. Os três empresários pernambucanos foram alvo da Turbulência, responsável por investigar o arrendamento da aeronave Cessna Citation PR-AFA que caiu em Santos e vitimou o então candidato à presidência Eduardo Campos.

Além dos fatos envolvendo o avião, João Lyra negociou com os investigadores o detalhamento de todas as transações financeiras realizadas por seu grupo cujos valores são oriundos de superfaturamento de obras públicas e de esquemas envolvendo empreiteiras e o governo de Pernambuco.

Para chegar aos verdadeiros proprietários do jatinho, os investigadores identificaram empresas de fachada supostamente utilizadas para lavar e escoar dinheiro oriundo de obras públicas para campanhas políticas. Foram investigados repasses da Camargo Corrêa e da OAS que teriam origem em desvios praticados em obras da Petrobras em Pernambuco e na transposição do Rio de São Francisco. Parte das informações foi compartilhada com a força-tarefa da Operação Lava Jato.

Na denúncia oferecida pelo MPF contra dezoito pessoas envolvidas no caso, o MPF apontou que os três empresários lideravam o grupo criminoso que lucrava com “a prática de agiotagem”, lavagem de dinheiro proveniente de superfaturamento de obras públicas e pagamento de propina para agentes públicos. Apesar de a primeira denúncia ter sido arquivada, a investigação continua e deve dar origem a novas denúncias.

À época da deflagração da Turbulência, o PSB, do qual Campos era presidente, reiterou a sua confiança na “conduta sempre íntegra do ex-governador” e “o apoio incondicional ao trabalho de investigação da Polícia Federal e do Ministério Público, esperando que resulte no pleno esclarecimento dos fatos”. A Camargo Corrêa afirmou que a empresa foi a primeira a colaborar e que segue à disposição da Justiça.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Antônio Campos diz que nova testemunha pode mudar rumo de investigações sobre morte de seu irmão e ex-governador Eduardo Campos (PSB)

Logo após a divulgação da notícia da morte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, nesta quinta-feira (19), o advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), divulgou,  em sua página oficial no Facebook, que uma nova testemunha poderá mudar por completo os rumos das investigações sobre o acidente aéreo que resultou na morte do então candidato à Presidência da República em 2014. Antônio Campos informou que arrolou, no último dia 11, mais uma testemunha para ser ouvida no caso.

A testemunha foi arrolada num Procedimento Administrativo em atenção ao procurador da República em Santos Thiago Lacerda Nobre, do Ministério Público Federal de Santos, com pedido de urgência. Antônio Campos também solicitou a inserção do fato novo ao juíz da 5ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Santos, que preside o inquérito policial federal sob responsabilidade do delegado Rubens Maleiner, que investiga o caso.

"Num país em que líderes e autoridades morrem de forma misteriosa em acidentes aéreos e ainda impactado pela morte do ministro Teori, resolvi revelar esse fato novo e reafirmar que esse caso de Eduardo Campos precisa ser aprofundado e é mais um caso que não pode ficar impune. Não descansarei enquanto não forem esclarecidos os fatos, independentemente de eventuais riscos que posso correr", declarou.

sábado, 5 de outubro de 2013

Eduardo Campos corre por fora e fecha acordo com Marina Silva agora no PSB

A ex-senadora Marina Silva decidiu se filiar ao PSB do governador Eduardo Campos (PE). A decisão foi tomada após conversas iniciadas na noite de ontem e concluídas na manhã deste sábado (5).

Assim como Marina, Campos é virtual candidato à Presidência da República. Há, entretanto, um desejo do PSB de ter a ex-senadora, que recebeu 19,6 milhões de votos na disputa presidencial de 2010, como vice na chapa do governador.

A união entre Marina e Campos tem o objetivo de formar uma consistente terceira via na corrida ao Planalto, em contraposição à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e à postulação do oposicionista Aécio Neves (PSDB).

Em sua entrevista ontem, Marina já havia dito que sua decisão levaria em conta o desejo de "quebrar" a polarização política existente no país. Desde 1994, PT e PSDB são os principais antagonistas no cenário político nacional.

Na sexta-feira, enquanto Marina Silva discutia seu futuro com aliados, o primeiro contato de Eduardo Campos foi feito. Em seguida, ele pegou um avião para Brasília para ter uma conversa pessoalmente com a ex-senadora.

FRACASSO DA REDE

A decisão de migrar para o PSB foi tomada após a Rede Sustentabilidade não ter passado no teste das assinaturas, conforme decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última quinta-feira (3). Para disputar as eleições de 2014, ela precisa estar filiada a um partido político até hoje.

O Tribunal negou o registro por 6 votos a 1, após concluir que seus organizadores não alcançaram o respaldo popular exigido pela legislação, de pelo menos 492 mil eleitores --faltaram quase 50 mil assinaturas.

As esperanças da Rede começaram a ruir logo no início da sessão, com o voto da relatora do processo, Laurita Vaz, que considerou "inconcebível no ordenamento jurídico" o pedido da Rede para que o TSE aceitasse quase 100 mil assinaturas rejeitadas sem justificativa pelos cartórios eleitorais nos Estados.

Depois do naufrágio no TSE, Marina passou a discutir o convite recebido por oito legendas, tendo centrado seu foco no PSB e no PPS devido a dois fatores: serem duas legendas com integrantes e atuação relativamente similar à da Rede Sustentabilidade e terem já estruturas montadas nacionalmente e nos Estados.

De acordo com a última pesquisa do Datafolha, do início de agosto, Dilma lidera a corrida para 2014, com 35% das intenções de voto. Marina tinha 26%. Aécio (13%) e Campos (8%) vêm logo em seguida. Via Folha de São Paulo

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Eduardo Campos põe seu bloco na rua

O PSB abandonou o governo Dilma. Entregou seus cargos, que incluem o Ministério da Integração Nacional e a Secretaria dos Portos, além de diretorias na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), e as presidências da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

A candidatura de Campos é um assunto, segundo ele mesmo gosta de dizer, que só deve ser discutido no ano que vem. Como se vê, 2014 já começou para Campos faz tempo e só ele ainda não percebeu.

O que pretende o PSB? O plano A é o seguinte: o partido sai do governo DIlma, deixa sua bancada livre para atirar no Congresso, parte em busca de apoios a torto, a direito e à direita nos estados, lança seu candidato, vai para o segundo turno e se conforma como a candidatura anti-Dilma e anti-PT, com o apoio de Marina, Aécio e outros (Serra, por exemplo?). Caso isso não aconteça, entra em ação o plano B: Campos tenta pelo menos uma votação superior a 10%, ajuda a provocar um segundo turno, analisa as chances de cada candidatura, negocia seu apoio em troca de um bom peso no futuro governo e se prepara para 2018.

As dificuldades que terá no caminho são muitas. Ter mais que 10% em uma eleição presidencial não é trivial. Superar Dilma, mesmo no Nordeste, com Lula no palanque adversário, é tarefa árdua e inglória. Sua base de candidatos pode cristianizá-lo já no primeiro turno. Havendo segundo turno, nada garante que seus votos de primeiro turno migrem para seu candidato preferencial. 

Para Campos, se houver um segundo turno e ele estiver de fora, o melhor candidato para a sua escolha será aquele que estiver na frente, seja ele quem for. Por isso ele guarda certa distância, mas mantém relações minimamente cordiais com todos: Dilma, Aécio e Marina. Qualquer um dos três pode ganhar seu apoio.

Sua disputa é em dois tempos. Até julho do ano que vem, sua adversária preferencial é Dilma. Ele precisa bater em Dilma para ajudar a provocar um segundo turno. Essa é sua preliminar. Para tanto, precisa puxar os votos dos insatisfeitos com os governos do PT, todos eles. De julho em diante, precisará escolher em quem bater, entre Aécio e Marina, para subir acima dos 10%. Terá que jogar um desses dois para baixo. Invertendo o foco de seus ataques, pode se reposicionar para aliar-se novamente a Dilma em um eventual segundo turno e entrar, em seu possível segundo mandato, pisando sobre o tapete vermelho.

Enquanto isso, precisa rapidamente montar palanques em todos os estados. Aí, a busca por insatisfeitos se aproveita de rachas regionais na oposição. Campos foi a Santa Catarina porque ouviu que Jorge Borhnausen e seu filho, o deputado federal Paulo Bornhausen, estavam insatisfeitos com os rumos do governo de Raimundo Colombo. O velho patriarca dos Bornhausen, que presidiu o PFL e depois o DEM, ajudou a fundar o atual PSD. Mas, quando o PSD nacional se aproximou do governo Dilma, os Bornhausen se aproximaram de Campos. O namoro terminou em casamento, no final de agosto, com a filiação de Paulo Bornhausen.

Em Goiás, o DEM, chefiado pelo ruralista Ronaldo Caiado e rachado com o PSDB, já sinalizou apoio a Campos. A tendência do PSB é exatamente essa. Onde houver insatisfeitos, o partido levará seu ombro amigo e uma ficha de filiação ou uma proposta de coligação.

A partir de agora, começa, em todo o país, uma espécie de efeito dominó da decisão nacional do PSB de abandonar governos do PT. Os diretórios irão reavaliar sua participação nesses governos e buscar uma recomposição de forças estaduais com vistas às eleições de 2014. Devem partir também para cima de setores desgarrados do PMDB. 

O líder do partido no Congresso, deputado Beto Albuquerque, recomendou que o PT faça o mesmo: desocupe os cargos nos governos do PSB. Até porque eles agora precisam de vagas para alojar seu dirigentes que sairão do Governo Federal.

Aliado histórico do PT na maioria das eleições presidenciais e em vários governos estaduais, o PSB pela segunda vez alça voo solo (a primeira foi em 2002, com Anthony Garotinho). Se Campos pode se tornar um problema para Dilma, arrisca a ser um pesadelo para Aécio e o PSDB. Tende a roubar votos preciosos dos tucanos entre o eleitorado que rejeita o PT. E pode garfar o apoio de uma parcela importante do empresariado, desfalcando o caixa da campanha de Aécio. São dois ingredientes que, para o PSDB, podem significar um caixão e uma vela preta. (Via Carta Maior)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Dilma e Eduardo dividem um palanque em PE


A um ano e meio da sucessão presidencial, basta abrir um jornal ou uma janela para dar de cara com os candidatos. O brasileiro tem mais o que fazer. Mas já não adianta virar o rosto. Eles estão em toda parte. Nesta segunda, por exemplo, Dilma Rousseff e Eduardo Campos oferecerão à plateia doses maciças de dissimulação.

Com a amizade já bem cansada, a presidente e o governador pernambucano dividirão o mesmo palanque na cidade de Serra Talhada. Dilma anunciará investimentos de R$ 500 milhões numa adutora. Vai ser divertido acompanhar os discursos da visitante e do anfitrião.

A aliança entre ambos, já em avançado estágio de decomposição, permanece insepulta como um símbolo da hipocrisia e do faz-de-conta que caracterizam a atividade política. A ornamentação do palco da uma ideia do teatro. Governa a cidade o petista Luciano Duque, cuja tribo providenciou faixas pró-Dilma.

Lê-se nas faixas uma mensagem que realça em vermelho os sentimentos de “gratidão e lealdade” que Serra Talhada supostamente devota a Dilma. Uma alusão à alegada ingratidão e deslealdade de Eduardo Campos, que investe contra um governo que recobre Pernambuco de verbas desde Lula.

Aliados do governador também plantaram pela cidade placas de agradecimento. Devem assegurar a Eduardo, de resto, uma claque à altura da de Dilma. Informa-se no Planalto que Dilma deve encurtar sua passagem pela capital, Recife. Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio, ofereceu-lhe um bom pretexto.

Cabral convidou Dilma para uma missa em memória das vítimas dos deslizamentos de Petrópolis. Com isso, a presidente terá de deixar Pernambuco antes do previsto. A menos que Eduardo a convença do contrário, não deve almoçar com o quase-futuro-rival. Melhor assim. Evita-se a indigestão. (Via Josias Souza)

domingo, 24 de março de 2013

Eduardo Campos: O bonequinho de Olinda da mídia


Saiu na Folha (*):

Dá para fazer muito mais que Dilma, diz Eduardo Campos em jantar com empresários

"Dá para fazer muito mais" que a presidente Dilma Rousseff. Com esse, digamos, slogan, o governador Eduardo Campos (PSB-PE), de Pernambuco, passou seu recado a um grupo de 60 empresários que se reuniram na quinta-feira (14) em SP, num jantar, para conhecê-lo melhor --e descobrir se ele é, mesmo, candidato à presidência. Boa parte saiu de lá com a certeza de que Campos vai, sim, se lançar contra Dilma em 2014. 

(...)

por Neto Sampaio

O alerta já foi dado pelo jornalista Maurício Dias - CartaCapital - e chama a atenção não só pelo fato em si, mas pelas consequências futuras para a reeleição da presidenta Dilma Rousseff em 2014: "A reeleição de Dilma, apoiada somente na popularidade, corre risco pelo ataque unânime da mídia." _ Água mole em pedra dura.

Cá entre nós! É impossível – em um país do tamanho do Brasil - um partido governar sozinho, certo? O que não é possível, é um partido da base aliada do governo, está ajudando a oposição a pautar os jornalões! Como bem dissera o presidente do Partidos dos Trabalhadores, Rui falcão: A verdadeira oposição no Brasil é a grande mídia... Ou, como bem cunhou o deputado Fernando Ferro, o PIG. (Partido da Imprensa Golpista)

Aos senhores da casa-grande, - que ainda não digeriram a indigesta candidatura do cambaleante senador mineiro, Aécio Neves - embarcar na “inesperada” candidatura do governador pernambucano ao Planalto, será a melhor saída à possíveis frustrações futuras , para isso, espaço e elogios, é o que não irá faltar - nos jornalões - para a mais nova oposição no Brasil, Campos.

Talvez a falta de “Tchan” e do desinteresse do eleitorado pelo velho, tenham levado a velha imprensa a entrar de corpo e alma na provável candidatura de Eduardo - o "novo" - ao Planalto, fazendo do senador mineiro, um mero, coadjuvante nesse jogo político... Que dia após dia, vê seu nome reduzido aos rodapés dos jornais.

Segundo Merval, - que não dá murro em ponta de faca - “aquela que um dia pareceu ser uma chapa possível para a disputa da presidência da República – Aécio Neves na cabeça e Eduardo Campos de vice – tornou-se uma combinação improvável.” O I-M-O-R-T-A-L membro da (ABL)... - que aliás, detinha de precisão e pontualidade nos domínios e fatos antes e durante o julgamento do “mensalão”, como a um relógio suíço - acredita que: “Caso o senador Aécio Neves tenha que desistir da candidatura por divergências insanáveis,” - será se vêm mais dossiês via Cerra por aì? - a nova direita-endireitada de Campos, ganhará apoio da bancada tucana em Minas, já que em São Paulo, tucano que sobe a serra, também  pousa em campo.

E já que, Aécio Neves presidente... Nunca será! O único candidato capaz de unir mídia e oposição em 2014, seria ele... o paladino da direita, o senhor da ética e das massas, o cidadão humildade, ou simplesmente...: Chico Bergoglio Cerra.

Só resta saber se Campos estar disposto a bailar na companhia de Cerra em 2014, ao ritmo e som da casa-grande!

Pelo sim, ou pelo não, faço das palavras de André Singer as minhas... "O  governo parece alimentar a ilusão de que pode recuperar a lealdade de Campos mais à frente. A lógica indica, entretanto, que só a terá se e quando não precisar mais dela." _Leia mais aqui: Eduardo Campos, o traíra da vez? (Via PIG - Imprensa Golpista)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Governador Eduardo Campos sufoca oposição


Reduzida a uma meia dúzia de deputados, a oposição ao governador Eduardo Campos (PSB) na Assembleia de Pernambuco adotou a estratégia de blitze para caçar vidraças do presidenciável.

O problema é que, além de desidratado, esse grupo de parlamentares tem sido barrado na busca por falhas na administração do Estado.

No fim de fevereiro, os deputados não puderam entrar nas obras inacabadas do complexo prisional de Itaquitinga, na zona da mata, sob a justificativa de se tratar de um empreendimento particular feito por meio de uma parceria público-privada (PPP).

Na quinta-feira passada, foram barrados novamente, desta vez no Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe).

Segundo a administração do laboratório, os deputados não puderam entrar por causa de normas sanitárias que restringem o ingresso de pessoas estranhas na área de produção de medicamentos.

A oposição diz que continuará a tentar fazer as blitze.

A elevada popularidade do governador, com aprovação de quase 90% em algumas pesquisas, dificulta o trabalho da oposição.

Conforme a indicação original dos partidos, seriam 9 deputados de oposição contra 40 da base aliada.

Na prática, porém, somente seis vão contra o governador. Recentemente, dois partidos oposicionistas, PMDB e PV, se tornaram aliados do presidenciável do PSB.

O primeiro mudou de lado depois que o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), ex-rival, passou a apoiar Campos.

O único representante do PV na Assembleia era Daniel Coelho, que migrou para o PSDB e neste ano se tornou líder da pequena bancada de oposição. Para ele, o processo de desidratação das oposições é nacional.

Em São Paulo, por exemplo, a oposição ao governo de Geraldo Alckmin (PSDB) conta com somente 26 dos 94 deputados. Situação parecida com a de Minas Gerais, onde 15 dos 77 deputados se declaram de oposição ao tucano de Antonio Anastasia. (Via Folha Online)

terça-feira, 5 de março de 2013

Portos: Eduardo diz que Brasília não dará lições


Em boca fechada não entra mosca, diz o brocardo. Nem pavê de chocolate, retrucaria Eduardo Campos, cujos lábios, em fase de irrefreável descolamento, parecem ter descoberto o gosto doce da crítica. Conforme noticiado aqui, o governador pernambucano recebeu o deputado Paulinho (PDT-SP) e um grupo de sindicalistas da Força Sindical. Firmaram um pacto contra a MP dos Portos, em tramitação no Congresso desde dezembro.

Ficou combinado que o presidenciável do PSB acionará a bancada de Pernambuco para retirar da MP de Dilma Rousseff o que Paulinho e sua turma chamam de usurpação de direitos dos portuários. E o mandachuva da Força Sindical incluirá na pregação da sua tropa a defesa da autonomia dos governadores sobre os portos assentados nos seus Estados –o que inclui o combate à transferência das licitações para Brasília.

Após reunir-se com Paulinho e Cia., Campos falou aos repórteres. Refutou o argumento do Planalto de que seria mais rápido fazer as licitações na capital. Disse que Brasília administra “há muitos anos dezenas e dezenas de portos que são infinitamente mais ineficientes do que Suape”, o atracadouro de Pernambuco.

E concluiu, sem medo das moscas: “Como é que o porto público mais eficiente do Brasil poderá tomar lição com quem há décadas gere portos mais ineficientes? Entre a palavra e o fato, eu fico com o fato.” Paulinho serviu ao governador uma fatia de pavê. Fez isso ao estimular suas pretensões presidenciais.

Aos repórteres, Paulinho disse considerar “importante” que Eduardo Campos dispute a Presidência em 2014. “Ele mostrou seu trabalho, é governador pela segunda vez, elegeu prefeito, tem prestígio no Nordeste todo, enfim, é importante que ele se coloque como candidato.”

Para não parecer que levanta âncora antes da hora, Paulinho simulou comedimento. “Só quem está em campanha é a Dilma. Consideramos um erro a presidente fazer campanha faltando dois anos para a eleição. Estamos preocupados com as pautas.”

Informou que, em 25 de março, Campos fará palestra em evento promovido pela força Sindical em São Paulo. Sobre o quê? “Ele vai falar dos problemas do Brasil e como podem ser resolvidos”. Ah, bom! Convém bater um inseticida no auditório. Vai que aparece uma mosca. (Via Josias de Souza)

domingo, 3 de março de 2013

Em abril, Eduardo falará de candidatura na TV


Em reunião realizada há quatro dias na sede do governo de Pernambuco, Eduardo Campos definiu com o alto comando do PSB as linhas gerais do programa que será exibido no início de abril em cadeia nacional de rádio e tevê. Os dez minutos de propaganda legal serão usados para falar sobre o projeto de poder do partido. Presidente e potencial presidenciável da legenda, Campos será a estrela da peça.

Segundo explicou ao blog um dos participantes da reunião, Eduardo Campos falará como candidato sem formalizar a candidatura. Fará um resumo da história do partido, de modo a realçar o seu crescimento. Dirá que o PSB ajudou a construir o êxito do governo Lula e se manteve na coligação de Dilma Rousseff. Porém…

Em timbre de pronunciamento formal, o morubixaba do PSB informará ao país que sua agremiação não abre mão de considerar a hipótese de alçar voo solo. Quando decidirá? Na hora que achar adequado. Como? Sem interferências externas. É contra esse pano de fundo que Campos se reunirá com Lula nos próximos dias. (Via Josias Souza)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Confronto aberto com os Gomes


Após Ciro dizer que o governador e presidente nacional do PSB não tem "projeto para o País", Eduardo não esconde o incômodo com as críticas

A provocação pública disparada pelo ex-ministro Ciro Gomes foi tratada com frieza pelo governador Eduardo Campos, seu correligionário e, ao mesmo tempo, rival dentro do PSB. No fim de semana, o político cearense declarou a uma rádio de Fortaleza, onde passou a atuar como comentarista esportivo, que Eduardo não possui “estrada” nem “projeto para o País” para ser candidato a presidente, em 2014. Sem esconder o incômodo com o “fogo amigo”, o governador disse, nessa segunda, que não iria “polemizar” com Ciro, mas procurou minimizar a força que a opinião do desafeto possui nas decisões partidárias.

“Eu discordo da opinião dele. Não é a opinião do partido, mas não vou polemizar com Ciro. O partido é democrático. As pessoas têm direito de fazer esse debate dentro do partido, mas ele não vai ser feito aqui”, retrucou. De acordo com o governador, a discussão sobre o papel que terá o PSB na disputa presidencial será feito no “tempo certo” e pelas “instâncias certas”. “São elas (instâncias partidárias) quem decidem. Somente isso”, completou, em tom de recado.

Eduardo é presidente nacional do PSB e desfruta do apoio da maioria do partido. Os desentendimentos com Ciro Gomes se agravaram depois de 2010, quando Eduardo trabalhou para rifá-lo da corrida presidencial e manter a sigla no palanque do PT, que lançou Dilma Rousseff. Agora, foi Ciro quem passou a defender a permanência da legenda na base de apoio à reeleição da petista. O ex-ministro tem como principal aliado o irmão Cid Gomes (PSB), governador do Ceará. Cid iria participar do seminário de ontem no Recife, mas cancelou sua vinda alegando ter compromissos em Brasília. (Jornal do Commercio)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eduardo Campos não tem proposta para o país, diz Ciro Gomes


O ex-ministro Ciro Gomes (PSB) abriu uma crise em seu partido ao usar o espaço que tem como comentarista esportivo em uma rádio cearense para criticar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), possível candidato à Presidência da República em 2014.

Em entrevista transmitida no sábado (23), na rádio "Verdes Mares", Ciro disse que nem o presidente nacional do PSB nem os demais prováveis candidatos Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (Rede) têm proposta para o país.

"O Eduardo não tem estrada ainda. Não conhece o Brasil. O Aécio não conhece o Brasil. A Marina Silva representa uma negação ética, uma negação desses maus costumes, mas não representa a afirmação de rigorosamente nada", disse Gomes.

O ex-ministro voltou a fazer críticas ao comentar a situação econômica do país. "Eduardo Campos, Aécio Neves e Marina não têm nenhuma proposta, nenhuma visão. Isso é o que me preocupa", disse Ciro Gomes, completando que, por isso, a presidente Dilma Rousseff "pode ganhar por WO".

As declarações causaram revolta entre os socialistas. Um assessor político de Eduardo Campos, que pediu para não ser identificado, disse à Folha que os irmãos Ciro e Cid Gomes, governador do Ceará, representam uma corrente minoritária e "marginal" na condução do partido e que se não estiverem mais dispostos a "se dobrar" à opinião do PSB, "só vai ter o caminho de sair".

O vice-presidente da sigla, Roberto Amara, defendeu, em nota, o governador de Pernambuco e disse "lamentar profundamente" a opinião "desinformada" de Ciro Gomes.

Amaral disse ainda que a antecipação da disputa de 2014 só interessa a uma oposição "atrasada" e disse que o ex-presidente Lula errou ao lançar a pré-candidatura de Dilma, na semana passada.

A assessoria de Marina Silva disse que ela não iria comentar as declarações. A assessoria de Aécio não havia ligado de volta até o fechamento desta edição. (Via Folha Online)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Governo de Pernambuco cria fundo de R$ 228 milhões para municípios


No discurso de abertura do lançamento do Juntos por Pernambuco, nesta quinta-feira (21/02), o governador Eduardo Campos anunciou a criação do Fundo Estadual de Apoio e Desenvolvimento Municipal. Ao todo, serão R$ 228 milhões a ser distribuído às prefeituras, com o objetivo de impulsionar obras, projetos e ações da esfera municipal. 

A principal novidade do programa é o fato de os recursos serem transferidos na modalidade fundo-a-fundo, ou seja, diretamente do tesouro estadual para uma conta criada especificamente para este fim pela prefeitura, desburocratizando o processo e reduzindo as exigências formais típicas das parcerias entre unidades da federação.

Cada município vai receber o equivalente a 1/12 do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) recebido em 2012, que será disponibilizado em quatro parcelas. O Recife, por exemplo, vai ficar com R$ 26 milhões. “Com ajuda de técnicos, estamos desenvolvendo, de maneira objetiva e inovadora, esse fundo para ajudar o Brasil a crescer, para vocês fazerem obras, ações, de acordo com as prioridades da população local”, disse Eduardo.

O governador explicou ainda que o fundo vai apenas disponibilizar as verbas, mas sem preocupação com o projeto em si. “Não vamos analisar projetos. A responsabilidade é do município. A única exigência nossa é que o processo licitatório obedeça à tabela de preços utilizada pelo Tribunal de Contas do Estado”, afirmou. O Projeto de Lei que cria o Fundo Estadual de Apoio e Desenvolvimento Municipal já foi enviado à Assembleia Legislativa e deve ser aprovado no começo de março.

Eduardo festejou a “participação maciça dos prefeitos”, e aproveitou para orientar os líderes locais na gestão da máquina pública. “A primeira lição é deixar em paz quem perdeu a eleição e ir cuidar do serviço, sempre ouvindo a população para governar junto com o povo”, assegurou. O governador sugestionou ainda aos prefeitos a focarem numa política que tenha foco e valorize o trabalho por mérito.

“É importante ter um Mapa da Estratégia, e saber o que se vai fazer nos próximos quatro anos. Ajuda a ser eficaz, a se organizar, a definir metas, valores e princípios. Não podemos abrir mão de chamar, para gerir ao nosso lado, pessoas competentes, sérias. Não é fácil, mas é possível. Tem de saber liderar, manter a gestão à vista: conferir os resultados, os indicadores, ser o primeiro a chegar e o último a sair”, ressaltou.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Prefeito de Garanhuns tem primeira audiência com o Governador Eduardo Campos

Izaías Régis, Eduardo Campos, Armando Monteiro e o prefeito de Igarassu, Mário Ricardo / Foto: Eduardo Braga
O prefeito de Garanhuns, Izaías Régis (PTB), teve nesta segunda-feira à tarde a sua primeira audiência com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Os dois conversaram durante aproximadamente 40 minutos, no Palácio das Princesas, tratando de temas de interesse dos moradores de Garanhuns.

O prefeito Izaías levou seis projetos que foram apresentados ao Governador, que colocou como prioridade três deles, entre estes está o Novo Distrito Industrial para Garanhuns. O prefeito solicitou ainda que o socialista colaborasse com a reabertura da Fameg (Faculdade de Medicina de Garanhuns), falou da necessidade de ser feita uma ampla reforma na Ceaga (Central de Abastecimento de Garanhuns) e defendeu ainda maiores cuidados para a infra-estrutura urbana da cidade.

Eduardo reagiu positivamente aos pleitos do governante garanhuense. “Saí da audiência muito satisfeito, porque o governador foi muito receptivo às nossas ideias e aos pleitos apresentados”, revelou Izaías.