Mostrando postagens com marcador Fernando Bezerra Coelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fernando Bezerra Coelho. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de março de 2018

Armando disputará o governo de Pernambuco junto com Daniel Coelho e Mendonça Filho para o senado

Armando Monteiro e João Lyra, possíveis candidatos a governador e vice respectivamente na mesma chapa 

Segundo informações recebidas pela redação do Blog do Cisneiros, a principal chapa de oposição ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), já estaria montada.

O senador Armando Monteiro (PTB) seria o candidato ao governo do estado, e o deputado federal Daniel Coelho, hoje no PPS, junto com o ministro da educação, Mendonça Filho (DEM), seriam os dois candidatos ao senado em sua chapa.

O deputado federal Bruno Araújo (PSDB) também chegou a ser cogitado para concorrer a uma das vagas de senador, mas devido aos seus problemas com a operação Lava Jato, essa ideia foi logo descartada.

Mesmo motivo que teria levado o senador Fernando Bezerrada (MDB) a abrir mão de concorrer ao governo e sugerir o nome de Armando como candidato ainda no café da manhã do sábado (10) em que aconteceu o encontro das oposições em Caruaru. Com o martelo vindo a ser batido em definitivo em torno do nome de Armando em um jantar naquele mesmo dia.

A vaga de vice-governador seria preenchida por indicação do próprio Fernando Bezerra, podendo ser ocupada pelo ex-governador João Lyra Neto na cota do PSDB.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Oposição passa a considerar múltiplas candidaturas

Armando Monteiro e Fernando Bezerra Coelho (Foto: Folhape)

Idealizado com o objetivo de oferecer uma robusta candidatura ao governo do estado, no ano que vem, o novo bloco de oposição já apresenta sinais de que não será fácil superar o conflito de interesses. Antes mesmo do encontro entre os membros do bloco, previsto para o dia 8 de dezembro, os senadores Fernando Bezerra Coelho (PMDB) e Armando Monteiro Neto (PTB) já disputam o protagonismo do projeto. A ausência de unidade interna, desta forma, abre espaço para a discussão sobre a viabilidade de múltiplas candidaturas.

Depois de Bezerra Coelho garantir que será candidato a governador e que irá “derrotar esse governo (Paulo Câmara) por muitos votos”, foi a vez do petebista aumentar o tom. Neste domingo, ao lado de mais de 200 lideranças, Armando afirmou que quer “ajudar a construir um projeto vitorioso em Pernambuco”.

Nesta segunda (27), FBC voltou a defender sua postulação. “Sou pré-candidato e estou animado”, frisou. No entanto, admitiu que o grupo pode lançar outros nomes. “Poderemos até ter mais de uma candidatura, mas o principal é que possamos dialogar sobre o futuro”, destacou. O bloco oposicionista ainda conta o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), e o deputado federal Bruno Araújo (PSDB).

Questionado sobre a possibilidade de implosão do bloco, o ex-prefeito de Jaboatão e pré-candidato a governador pelo PSDB, Elias Gomes, defendeu o lançamento de múltiplas candidaturas. Para o tucano, existe uma “grande diferença de pensamento” entre os oposicionistas e, por isso, os partidos precisam, inicialmente, “se apresentar”.

“Na disputa democrática, as eleições são organizadas em dois turnos. No primeiro os candidatos colocam suas propostas e oferecem mais alternativas para a sociedade. No segundo, as duas propostas preferidas vão para o desafio final. Quebrar essa etapa é atropelar o próprio conceito do processo plural e democrático da disputa”, colocou. (Blog da Folha)

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Caso Aécio: veja como votaram os senadores de Pernambuco

FBC, Armando Monteiro e Humberto Costa (Foto: Arquivo/Folha de Pernambuco)

Por 44 votos contra 26, o plenário do Senado Federal derrubou, nesta terça-feira (17), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato e mantê-lo em recolhimento noturno. Dos três senadores de Pernambuco, dois participaram da votação: Fernando Bezerra Coelho (PMDB) e Humberto Costa (PT).

O petista Humberto Costa se colocou a favor do afastamento do senador tucano. Já o peemedebista votou a favor de Aécio Neves.

O senador Armando Monteiro Neto (PTB) não esteve presente na sessão. O petebista integra missão parlamentar aos Emirados Árabes, onde participa do WorldSkill - competição de educação profissional, além de participar de encontros com autoridades locais. Armando volta ao País no final de semana. Confira aqui como votaram os demais senadores. (Blog da Folha)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Após saída de FBC, cargos começam a ser remanejados no estado

O senador Fernando Bezerra Coelho

Talvez o aviso formal nem chegue a acontecer, mas, em Petrolina, os efeitos práticos da saída do senador Fernando Bezerra Coelho do PSB começaram a ser anotados. Mudanças em cargos do Governo do Estado, que, até então, eram indicações dos Coelho estão sendo realizadas. As intervenções se deram, em primeiro lugar, no Governo Presente e também devem atingir o Detran, que estavam na cota dos Coelho. No grupo do senador, fez-se uma leitura de que o "toma lá da cá passou a ser praticado por socialistas antes mesmo que esfriasse a desfiliação de Fernando Bezerra". Há uma desconfiança de que o deputado estadual Lucas Ramos, adversário político do prefeito Miguel Coelho, possa ser beneficiado.

No Palácio das Princesas, onde feridas antigas relativas à relação com FBC seguem abertas, não resta dúvidas de que os cargos serão, de fato, tirados. E não se descarta, a depender das cenas dos próximos capítulos, que isso atinja também deputados federais, os quais têm nomes cotados para deixar o PSB. Aguarda-se as definições de Marinaldo Rosendo e João Fernando Coutinho, por exemplo. Mas, caso eles sigam os passos de FBC, migrando para o palanque da oposição, também deverão ser obrigados a abrir mão de suas indicações. Diante das baixas que pode sofrer em consequência da articulação de Fernando com o PMDB nacional, o Palácio das Princesas não está mais disposto a engolir sapo. Na conta dos Coelho, estão ainda, de acordo com palacianos, espaços em Suape e na AD Diper, ligados à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, capitaneada por Raul Henry, que preside o PMDB-PE e luta, agora, para não perder o comando do partido para Fernando Bezerra. Indicações, até então, eram mantidas.

Jogo da memória > Na discurso que fez, na quarta, Fernando Bezerra relatou uma insatisfação que já vinha sendo repercutida por aliados nas coxias. "Não me foi dado direito de colaborar e ajudar", registrou. Referiu-se ao fato de seu grupo não ter sido contemplado com uma secretaria na gestão Paulo Câmara, conforme aliados seus já vinham relatando nas coxias. No Palácio das Princesas, sublinha-se que o senador ainda ocupa espaços na AD Diper e em Suape. Um palaciano reclama: "insaciáveis".

Celeuma > Como a coluna antecipou na quinta-feira, o prefeito Lula Cabral recebeu, ontem, Fernando Bezerra no Cabo. Lula já havia participado do ato emblemático das oposições em Caruaru. Mas, no ano passado, chegou a dizer que teria "dificuldade de subir no palanque com Raul Henry". Agora, faz gestos para FBC. (Renata Bezerra de Melo)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Saída dos Coelho do PSB ameaça reeleição de Câmara

O governador Paulo Câmara (PSB) e o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB)

Desde que estreou na vida pública em 1982, com pouco mais de 20 anos de idade, o senador Fernando Bezerra Coelho fez do pragmatismo sua marca política. Foi secretário e líder do governo Roberto Magalhães, na Assembleia Legislativa, mas em 1986 estava com o pai, Paulo Coelho, no palanque de Miguel Arraes, que voltara triunfalmente do exílio e era candidato novamente ao governo estadual. Arraes derrotou seu então adversário, José Múcio, e Fernando Bezerra foi sócio da vitória. Em 1998, já filiado ao PSB, FBC foi candidato a vice na chapa de Arraes, que perdeu para Jarbas Vasconcelos, mas não teve conversa. Em 2002 lá estava ele no palanque de Jarbas, que concorria à reeleição contra o arraesista Dilton da Conti. E novamente sagrou-se vitorioso. Em 2006, então prefeito de Petrolina, foi convidado por Eduardo Campos para retornar ao PSB (pertencia ao PPS) e ser um dos coordenadores de sua campanha ao Governo do Estado. Renunciou ao mandato para aliar-se ao neto de Arraes e deu importante contribuição à sua vitória. Agora, filiado ao PMDB e rompido com o governador Paulo Câmara, é uma ameaça concreta à reeleição do governador porque sabe fazer política, está com raiva do seu ex-partido e tem o “faro” do poder.


O poder de fogo do senador


Hoje, nem dentro nem fora da Frente Popular há grupos políticos reivindicando a candidatura do senador Fernando Bezerra ao governo estadual. Mas nem por isso ele será um ator pouco relevante em 2018. Tem um mandato de senador até 2022, um filho ministro (Fernandinho), outro prefeito de Petrolina (Miguel) e controla a superintendência da Codevasf em sua cidade. (Inaldo Sampaio)

Peças embaralhadas no xadrez político pernambucano

A travessia do senador Fernando Bezerra Coelho do PSB para o PMDB provocou reboliço no cenário político local / Foto: Arte/FolhaPE

A travessia do senador Fernando Bezerra Coelho do PSB para o PMDB provocou reboliço no cenário político local, como poucas vezes se viu na história recente. Porém, mais do que isso, o desembarque muda a correlação de forças entre os partidos que, eventualmente, lançarão candidatura majoritária em 2018, embaralhando o xadrez político. O objetivo é a construção de uma ampla frente de oposição ao Palácio do Campo das Princesas, formada no berço da base de apoio ao Governo Temer.

No PMDB, o ingresso de Bezerra leva a legenda a aparecer como a segunda opção concreta no campo das oposições. E para uma eventual disputa, a sigla contará com boas condições, uma vez que dispõe de um dos maiores tempo de televisão, Bezerra tem grande inserção no Sertão e já deu largada às costuras para atrair aliados na Região Metropolitana do Recife e no Agreste.

Após ingressar no partido, o agora peemedebista já admitiu que vem dialogando com siglas da base aliada do Governo. No rol de legendas que podem vir a configurar a ampla frente política que o senador vem estimulando estão o PSC e PR, além das que almejam candidatura própria, mas não descartam uma aliança com o PMDB, como o DEM, PTB e PSDB.

Em entrevista recente, o senador, que está prestes a tomar o comando do PMDB para si, deixando os atuais dirigentes - o deputado federal Jarbas Vasconcelos e o vice-governador Raul Henry - numa situação muito desconfortável - incorporou o discurso oposicionista e afirmou que há um espaço de diálogo com as forças da oposição para formar um palanque do Palácio do Planalto em Pernambuco. Neste diálogo, ele defende que o seu novo partido fique com a cabeça de chapa e que o nome do ministro Fernando Filho, que continua no PSB, seja cogitado.

"Desejamos implementar no PMDB de Pernambuco, com apoio da direção nacional, a preparação do partido para disputas majoritárias, seja no cargo de governador, seja de senador. Vamos defender nesse conjunto, um nome do PMDB na disputa de Pernambuco. É um trabalho que está sendo feito não só aqui, mas outros estados", revelou Bezerra Coelho a uma rádio local. O dirigente deixou claro que o projeto é de oposição ao governado Paulo Câmara (PSB) e que os socialistas contribuíram para afastá-lo da Frente Popular. "Não teve ninguém que desejasse mais participar do projeto político de Paulo do que eu, todos sabem os desencontros que tivemos", justificou.

Além do nome do PMDB, a primeira alternativa já apresentada no campo oposto é o nome do senador Armando Monteiro (PTB) que desde o processo eleitoral passado se coloca como o virtual candidato. No entanto, a dificuldade de angariar condições, como tempo de televisão - diante do afastamento do PT - levou o petebista a defender, em alguns momentos, que poderia se lançar a outros planos , a exemplo da reeleição no Senado ou até um mandato de deputado federal.

Hoje, Armando conta com o apoio do Avante, Podemos e do PRB. Ele ainda tem um bom grupo de aliados na Alepe e Câmara Federal. Apesar da boa inserção no Agreste, o pequeno leque de aliados diminue as possibilidades.

No Campo das Princesas, o embarque de FBC no PMDB representará uma grande perda, sobretudo, no tempo de TV para os planos de reeleição de Paulo, que perderá o seu maior fiador e se vê cada vez mais isolado. Nos bastidores, socialistas vêm ensaiando reaproximação com o PT, o que traria uma oxigenação, mas petistas locais têm se mostrado descontentes com as movimentações de correligionários. No diretório do partido, a defesa é pela candidatura própria. apenas com siglas da esquerda.

O DEM e o PSDB são outros partidos que, depois do ingresso dos pernambucanos Mendonça Filho e Bruno Araújo nos ministérios da Educação e Cidades, respectivamente, entraram no rol de uma postulação majoritária. Os dois partidos almejam a cabeça de chapa e têm estreitado as relações. Eles têm prefeitos em cidades estratégicas como o PSDB em Caruaru, mas, mas ainda não sinalizaram abertamente o projeto.

Em meio ao embaraço, o cientista político da UFPE, Helly Ferreira, afirmar ser muito precipitado imaginar a composição de 2018. "O cenário é muito turvo", avalia. Ele lembra que as delações premiadas e a própria discussão em torno da disputa presidencial trarão repercussão nos estados, com resultados imprevisíveis junto à sociedade. (Blog da Folha)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Fernando Bezerra Coelho se filia nesta quarta (6) ao PMDB

FBC pediu desfiliação do PSB para seguir para o PMDB / Foto: Divulgação

O senador Fernando Bezerra Coelho se filia nesta quarta (6), às 10h, ao PMDB, na sede do partido em Brasília. O ato vai contar com os caciques do partido, Romero Jucá, Moreira Franco. O deputado Jarbas Vasconcelos não irá. Está com sinusite. Ainda deve ser marcado uma solenidade em Pernambuco para festejar o ingresso do parlamentar na mesma sigla do presidente Michel Temer. (Roberta Jungmann)

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

FBC tem reuniões com Márcio, Jarbas e dissidentes no roteiro

 Jarbas Vasconcelos e Fernando Bezerra Coelho

No passo a passo que envolve a travessia do senador Fernando Bezerra Coelho para o PMDB, algumas etapas ainda estão na lista para serem cumpridas. Na próxima segunda, ele vai à mesa com o vice-governador e presidente do PSB-SP, Márcio França. No dia seguinte, terá reunião conjunta com o presidente nacional do PMDB, Romero Jucá, e com o deputado Jarbas Vasconcelos. Na quarta, a conversa se dará com o grupo dos dissidentes do PSB. Nem todos devem ingressar no PMDB, por questões relativas a cada Estado. Uma parcela deve ir para o DEM, mas uma parte aponta a janela partidária e a reforma política como condicionantes. É o caso de deputados pernambucanos, como João Fernando Coutinho e Marinaldo Rosendo.

Originalmente, o plano do grupo dos Coelho era aguardar a eleição interna do PSB para não enfraquecer a postulação de Márcio França à presidência nacional da sigla. Mas integrantes da ala dissidente andam incomodados com o fato de Márcio não ter tomado posição, internamente, em defesa deles diante dos processos levados ao conselho de ética. Argumentam o seguinte: "A atitude certa era ter arquivado esses processos". Os deputados apresentaram suas defesas em junho e, de lá para cá, julgam que Márcio os deixou com o "pincel na mão". A despeito do incômodo, será preciso tratar do assunto com o vice-governador paulista. Já o encontro com Jarbas Vasconcelos reforça a tese de que se busca compor com o peemedebista. Em outras palavras, querem mantê-lo aliado no projeto majoritário, que está sendo gestado para ser encabeçado pelo ministro Fernando Filho. A intenção, ao menos, é essa. Isso desvincularia Jarbas da Frente Popular naturalmente. A construção ainda está em curso.


Fernando pode não disputar


Fernando Bezerra só renova seu mandato em 2022. Interlocutores não descartam que ele não entre em disputa alguma em 2018. E esse é um fator que, nas contas da oposição, pesa na tentativa de construção de palanque com Jarbas Vasconcelos.

Do jogo > "Fernando mexeu bem. Ficou com o partido e deixou em aberto para Jarbas a candidatura ao Senado", observa uma fonte em reserva. E aposta: "Jarbas pode ser senador pelo nosso campo (oposição)".

Entre a cruz... > Ontem, em entrevista à Rádio Jornal, Jarbas Vasconcelos disse que a chance de romper com Paulo Câmara em 2018 é "zero". A aliados, Fernando Bezerra Coelho já disse, no entanto, que não trabalha com a possibilidade de, estando no PMDB, subir no palanque do governador.

...e a espada > Jarbas foi só elogios a FBC e disse que ele vai "fazer crescer o partido". Definiu Fernando Filho como uma "grata surpresa".

Recordar... > Em 2013, Fernando Bezerra, então ministro da Integração, entregou o cargo a Dilma Rousseff em função do projeto presidencial de Eduardo Campos. Entre aliados do senador, recorda-se que ele chegou a insistir para recompor com o PT sem acordo. Hoje, o PSB se reaproxima dos petistas.

...é viver > Ontem, na Comissão de Relações Exteriores, o presidente pontual do colegiado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), acabou lembrando daquele período: "O Fernando, no tempo em que respondeu pelo Ministério da Integração Nacional, foi o ministro que mais ajudou Minas Gerais. Mais, inclusive, que os ministros mineiros daquela época". (Renata Bezerra de Melo)

Governador tenta segurar Fernando Bezerra no PSB

Desde que o PSB nacional instaurou um processo de expulsão contra o ministro Fernando Filho, o senador Fernando Bezerra começou a emitir sinais de que iria abandoná-lo. Inicialmente levou a Petrolina o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, hoje o mais importante líder do DEM. E logo em seguida o senador Armando Monteiro, principal líder da oposição em Pernambuco.

Depois, coroando a sucessão de recados ao seu partido, de que não estava para brincadeira, não foi à convenção regional, domingo passado. No dia seguinte, contudo, foi a um ato das oposições, em Caruaru, virou-se para o ex-governador João Lyra Neto, pai da prefeita Raquel Lyra, e num discurso inflamado disse o seguinte: “Em 2006 (eleição de Eduardo Campos), Caruaru e Petrolina se uniram em uma campanha que parecia impossível. Formaram uma grande frente política, que se fez vitoriosa e marcou os últimos anos da política pernambucana.

Oxalá Caruaru e Petrolina mais uma vez se unam para anunciar que Pernambuco espera um novo tempo de trabalho, projetos e afirmação”. Só depois deste duro recado é que o governador Paulo Câmara resolveu procurá-lo. Mas ainda não se sabe se houve acordo ou não para que o senador fique no PSB. Caso tenha havido, o preço político cobrado inclui juros e correção monetária. (Inaldo Sampaio)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Jucá afirma que possível entrada de FBC no PMDB não vai alterar o diretório estadual


Presidente nacional do PMDB, Romero Jucá foi ao deputado Jarbas Vasconcelos, na quarta-feira (30), no plenário. No sentido de quebrar barreiras, o consultou sobre o ingresso do senador Fernando Bezerra Coelho no PMDB, admitindo a candidatura do ex-governador ao Senado. Em meio ao processo de definições, interlocutores de FBC relatam que o socialista já vinha tentando uma conversa com Jarbas sem sucesso. Deputados fazem uma conta de que, para Jarbas, subir em palanque com o PT, considerando que o PSB avança na reaproximação com a sigla, não seria confortável. Ontem, cresceu, na bancada pernambucana, o volume dos que apostam que, daqui para frente, um entendimento entre Fernando e Jarbas deve ser o caminho mais viável. A construção pode abrir uma lacuna no projeto da Frente Popular, que tem o PMDB, hoje, como maior inquilino do seu condomínio.

Jucá procurou também o vice-governador e presidente do PMDB-PE, Raul Henry, que encontra-se em viagem à Coreia e à China. Para hoje, há expectativa de que o presidente do Senado, Eunício Oliveira, se empenhe em nova rodada de conversa com Jarbas. Na tarde de ontem, já se avolumavam, na Câmara, os rumores de que teriam avançado os planos de intervenção incensados, há dias, pela cúpula do PMDB. E a movimentação se estenderia aos casos do Paraná (Roberto Requião) e Tocantins (Kátia Abreu), cujos senadores têm agido como vozes contrárias ao governo Temer. No entanto, não se inclui, na lista, Renan Calheiros (AL), de estreita relação com Jucá. Deputados e ministros foram comunicados sobre esses últimos passos. Ontem, durante sessão conjunta do Congresso, uma cena chamou a atenção de parlamentares: Fernando Bezerra Coelho e Romero Jucá deixaram o plenário abraçados e entrosados. Fernando caminha, assim, para fora do PSB de Paulo Câmara um dia após ir à mesa com o governador, como a coluna registrou com exclusividade.

Fernando Filho saiu do grupo
Antes de ir à China, o ministro Fernando Filho saiu do grupo de WhatsApp da executiva estadual do PSB. Reagiu às provocações de três membros em um extenso desabafo. Narrou um histórico das colaborações dadas por seu grupo político ao partido. Citou ponto por ponto, recorrendo à palavra respeito, e se retirou.

Fernando está offline > Antes, na última sexta-feira, antes mesmo de levar falta no congresso estadual do PSB, realizado no domingo, Fernando Filho já havia deixado outro grupo dos socialistas: o "PSB nos municípios".

Convidado > Presidente do Solidariedade, Augusto Coutinho, embora tenha marcado presença na entrega de casas do Minha Casa Minha Vida, registra que não se envolve em movimento de formação de frente de oposição. "Fui ao evento a convite de Bruno Araújo, prestigiar um ministro pernambucano. Não tem relação com aliança para 2018. Na briga do DEM e do PSDB com o governo, o Solidariedade não se envolve", pontua.

OAB...> Diante da Operação Alcmeon, que visa a desarticular a compra e venda de votos e sentenças junto a uma turma do TRF, cujas negociações envolviam desembargadores e advogados, o presidente da OAB-PE, Ronnie Duarte, posiciona-se.

...em alerta > "A OAB Pernambuco instaurará procedimentos éticos disciplinares, se houver provas do cometimento de ilícitos por parte de advogados no âmbito do nosso Estado". A operação partiu do Rio Grande do Norte, onde o processo tem curso. (Por Renata Bezerra de Melo)


JARBAS DEVE DISPUTAR O SENADO


Segundo reportagem do Jornal do Commercio, a ideia que chegou a Jarbas é o PMDB-PE abrigar Fernando Bezerra Coelho e seu grupo sem, contudo, o ex-governador e o vice-governador Raul Henry, presidente estadual da sigla, serem alijados do comando do diretório estadual.

Nas tratativas estariam também a candidatura de Jarbas a senador e o futuro da aliança com o PSB. Seria assegurada a Jarbas a postulação majoritária, mas não pela Frente Popular e sim pelo bloco de oposição que está se formando, reunindo PTB, PSDB, DEM, PPS e insatisfeitos do PSB – o que seria praticamente a reedição da antiga União Por Pernambuco, aliança que governou o Estado junto com Jarbas entre 1999 e 2006. (Com informações do JC Online)

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Ministro Fernando Filho deve ir para o DEM e disputar governo de PE contra atual partido

Senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB), durante entrega de habitacionais em Caruaru / Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

O ministro Fernando Bezerra Coelho Filho e seu pai, senador Fernando Bezerra, devem integrar a lista de dissidentes do PSB. 

Saindo do PSB e indo mesmo, pelo que tudo indica, para o DEM.

Pois a ida do ministro para o DEM está praticamente acertada. Próximo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Bezerra Filho quer disputar o governo de Pernambuco em 2018 e busca apoio dos ministros da Educação, Mendonça Filho (DEM), e das Cidades, Bruno Araujo (PSDB).

Nesse cenário teríamos Mendonça Filho e Bruno Araujo candidatos as duas vagas no senado federal, na chapa de Fernando Filho.

Se confirmar a candidatura, o hoje ministro terá como prováveis adversários o atual governador, Paulo Câmara, que é nome forte no PSB, e Marília Arraes, neta de Miguel Arraes, que trocou o PSB em 2014 pelo PT. 

O senador Armando Monteiro (PTB) que antes vinha com PT, depois começou a tentar emplacar um namoro com o DEM, o PMDB e o PSDB, paquera está que parece não ter vingado, agora tudo indica que não será mesmo candidato a governador, onde pode vim a tentar se encaixar em uma das três prováveis chapas majoritárias desenhadas até o momento como candidato ao senado novamente. Ou... Como muitos já vem afirmando no meio politico, tentar uma vaga na câmara federal como candidato a deputado. Mas é bom lembra que em politica tudo pode acontecer, inclusive nada, e o cenário hoje desenhado, amanhã pode mudar totalmente, vindo a termos um novo cenário posto.

Maia e Mendonça são dois dos principais articuladores da renovação do DEM, que conta com a migração de mais de dez deputados hoje filiados ao PSB.

O senador ainda não definiu para qual legenda irá. Ele e o filho não foram à convenção do PSB neste domingo (27).

Em nota, afirmaram que, "com processos tramitando na Executiva nacional solicitando a expulsão do partido de 16 parlamentares, inclusive 4 de Pernambuco, embora convidados, consideramos não haver clima para participar de eventos partidários até o desfecho desta questão".

sábado, 19 de agosto de 2017

Caminho aberto para saída dos Coelhos da Frente Popular

Ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB) / Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O anúncio não foi feito. Nem há data para fazê-lo. Mas os sinais de que o grupo do senador Fernando Bezerra Coelho está perto de anunciar a saída do PSB estão ficando mais frequentes e com maior intensidade. Depois de o senador percorrer os municípios do Sertão do Estado afirmando estar desconfortável no partido, o ministro das Minas e Energia, Fernando Filho (PSB), mostrou que a relação dentro do partido está esgarçada, a ponto de não lembrar quando teve um encontro de trabalho com o governador Paulo Câmara.

“Faz tempo que não tenho conversado com ele. Recentemente nos encontramos no casamento do prefeito de Petrolina (Miguel Coelho, PSB). (Encontro de trabalho) Já tem algum tempo. Estou tentando lembrar aqui, mas não consigo lembrar. Mas eu estou à disposição do governador e da administração para dar a contribuição”, revelou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, nesta sexta-feira (18).

Segundo o auxiliar ministerial, o tratamento dado pela Executiva Nacional do PSB foi o principal fator de desgaste na relação do seu grupo com a agremiação. Um desconforto que teve como principal motor a votação da reforma trabalhista quando Fernando Filho retornou ao Legislativo para votar à favor da proposta governista, contrariando a orientação da direção partidária que era contra a proposta.

A atitude levou o auxiliar ministerial, 15 deputados federais e dois senadores ao centro de um pedido de expulsão no Conselho de Ética do PSB. A ofensiva da direção nacional e os desgastes no Estado criaram um ambiente cada vez mais insustentável para o grupo dos Coelhos, que passou a adotar um discurso mais independente.

“O que gerou mais desconforto agora foi a forma e a reação em cima desses parlamentares. Na questão estadual se ressaltou alguns pontos aí, nós nunca estivemos representados no Governo do Estado, mas isso não é o mais relevante. A gente sempre buscou ajudar o Governo. Mas é vida que segue”, ponderou.

Ao ser questionado sobre sua nota para a atual gestão do Palácio das Princesas, Fernando Filho disse que não faz avaliações de governos, mas que ouve queixas na parte política sobre “falta de espaço, diálogo e formatação na política pública”.
Considerado a maior aposta do grupo dos Coelhos para a disputa de 2018, Fernando Filho afirmou que sua pretensão inicial é a reeleição, deixando no ar a possibilidade de um projeto alternativo.

“Sou muito feliz com meu mandato e, a princípio, sou candidato à reeleição. Não posso ser candidato nem a senador nem a presidente, porque só terei 34 anos na eleição (é preciso 35). Só posso ser candidato a deputado federal e a governador. Quem tá na vida, tem ambições, quem é vereador quer ser prefeito. O deputado estadual quer ser federal. O federal quer ser governador, o governador quer ser presidente, o gerente que ser diretor e por aí vai”, desconversou. (Blog da Folha)


Confira a entrevista:

Parte 1


Parte 2

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

FBC encerra giro por 11 cidades e reafirma desconforto com PSB

Fernando Bezerra Coelho visitou Parnamirim, nesta quinta-feira (17) / Foto: Divulgação

Depois de ter trocado Brasília por Pernambuco nesta semana, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) encerrou nesta quinta-feira (17) o giro de três dias por 11 cidades do Estado. Na última etapa, o senador, que ameaça deixar o PSB, esteve em Salgueiro, Parnamirim, Ouricuri e Santa Cruz da Venerada.

Nos municípios, participou de reuniões com gestores públicos, lideranças políticas e representantes de movimentos sociais, para a prestar contas do mandato e colher demandas da sociedade.

“Sou um sertanejo e fiz questão de percorrer primeiro esta região para conversar de perto com os amigos que já me acompanham há muitas lutas. Estamos enfrentando um clima de radicalização dentro do PSB, que abriu processo no Conselho de Ética contra 16 deputados e dois senadores, o que inegavelmente gera muito desconforto para nós”, afirmou o senador, em entrevistas que concedeu a blogs e rádios do Sertão.

Apesar do “desconforto”, FBC acrescentou que vai buscar o entendimento dentro da legenda à qual está filiado desde 2005.

“Se este caminho não for possível, então buscaremos novas alternativas partidárias, para poder continuar realizando nosso trabalho e cumprindo os compromissos assumidos com os pernambucanos e pernambucanas ao longo destes 35 anos de vida pública”, destacou.

O senador avaliou as visitas como positivas e afirmou que pretende continuar percorrendo o estado nos próximos meses, para discutir propostas, receber demandas e debater com a sociedade.

“É fundamental olhar nos olhos das pessoas e ouvir o que elas têm a dizer. Vivemos uma crise, mas não podemos fugir da realidade. Se o momento é difícil devemos nos aproximar ainda mais da população para dialogar, buscar soluções e encontrar caminhos que possamos trilhar juntos”, acrescentou Fernando Bezerra Coelho.

O senador também visitou, durante os últimos dias, os municípios de Petrolina, Floresta, Belém do São Francisco, Dormentes, Orocó, Santa Maria da Boa Vista e Lagoa Grande. (Blog da Folha)

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Fernando Bezerra Coelho está atirando para todo lado, depois de conversas com Rodrigo Maia pelo controle do DEM em Pernambuco, agora pressionam Temer para tomar o PMDB de Jarbas


Como publicado aqui no Blog do Cisneiros (Clique aqui e relembre), com exclusividade, no último sábado (15), o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e o seu filho, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), poderiam estar próximos de selar a paz com o governador pernambucano, Paulo Câmara (PSB) e a cúpula do PSB, mesmo partido do senador e seu filho.

O motivo da paz, segundo uma fonte contou ao Blog do Cisneiros, é que o governador Paulo Câmara teria oferecido à secretaria da agricultura ao grupo do senador, e ainda ofertada a vaga de vice ao seu filho em sua chapa onde concorrerá a reeleição no próximo ano.

Matéria publicada, um amigo, próximo aos membros de alta plumagem do governo pernambucano, nos questionou como ficaria o PMDB nessa história, pois segundo conhecia o ex-governador e hoje deputado federal, Jarbas Vasconcelos, o qual comanda o PMDB no estado, este jamais aceitaria o seu partido perder a vaga de vice de Paulo. Completando: “A não ser que Fenando Bezerra junto com seu filho e todos os deputados que o acompanham, fossem para o PMDB”.

Naquele momento concordamos com o raciocínio, mas achamos pouco provável a possibilidade.

Foi quando nesta terça-feira (18) começou a ser noticiado pela imprensa nacional e da capital pernambucana, que o senador estaria articulando com o presidente Michel Temer, do PMDB, e o presidente nacional da sigla, o senador Romero Jucá (RR), para tomar o controle do partido no estado de Jarbas.

O vice-governador de Pernambuco, 
Raul Henry (PMDB)
Diante das especulações de que o grupo de Fernando Bezerra Coelho poderia tomar o PMDB em Pernambuco, o presidente estadual da sigla no Estado e vice-governador de Pernambuco, Raul Henry (PMDB), afirmou que a agremiação "não possui uma cultura de intervenção em seus diretórios". O dirigente citou a situação do PMDB de Alagoas, onde o senador Renan Calheiros (PMDB) faz críticas robustas ao governo Temer e não sofreu nenhuma intervenção.

"O PMDB não tem essa cultura de intervenção nos seus diretórios. Perdemos fragorosamente uma eleição em 2010, sustentamos uma oposição de 20 deputados federais contra cinco e nunca se cogitou uma mudança no Estado. O PMDB é uma federação de partidos regionais. Nossa existência sempre contou com divergências", afirmou Raul Henry, em entrevista por telefone a repórter Carol Brito da Folha de Pernambuco.

O deputado federal,
Jarbas Vasconcelos (PMDB)
Na mesma linha foi Jarbas, que, em viajem à Nova York, onde se encontra em missão da Câmara Federal, enquanto membro da União Interparlamentar, foi consultado pela jornalista Renata Bezerra de Melo, da coluna Folha Politica, também do jornal Folha de Pernambuco, por telefone, onde falou: “Não vou nem dar sequência a isso, que isso (especulação) é coisa velha, antiga. Não tem o menor sentido. É uma repetição de cinco, seis, 10 anos para cá”. Em 2010, quando concorreu ao Governo do Estado, o peemedebista e o partido em Pernambuco ficaram contra Michel Temer, contra Lula, contra Dilma Rousseff, contra Eduardo Campos, que, até então, era aliado do PT, e não se deu nenhuma intervenção.

De acordo com a Blogueira Noelia Brito, Jarbas e Raul Henry, podem fazer o caminho inverso aos Coelhos, filiando-se ao PSB de Paulo Câmara, com quem têm demonstrado muito mais afinidade do que com o comando do PMDB nacional.

Raul Henry, Paulo Câmara e
Jarbas 
Vasconcelos
Essa séria uma opção para Jarbas, Raul e seu grupo. Voltando a jornalista Renata Bezerra de Melo, esta publicou em sua coluna na internet, que pelo menos uma vez por mês, Jarbas costuma almoçar no Restaurante Leite, e no último dia 30 de junho, seguiu o mesmo ritual, com um detalhe, contou com a companhia de Paulo Câmara, Raul Henry, o ex-secretário de Jarbas, Guilherme Robalinho, Arménio Dias e Alberto Ferreira da Costa Júnior. A jornalista ainda lembra que uma vez que a política é feita de gestos, o encontro, em local público, não deixa de ser uma sinalização expressa de que o seu grupo e o de Paulo seguem afinados. Antes de se dirigir ao almoço, Jarbas concedeu entrevista à Rádio Jornal, quando realçou que está decidido a disputar o Senado em 2018. Deixou claro estar focado nisso. O caminho, agora, será o de viabilizar esse projeto. Seja pelo PMDB, PSB, ou que partido for, desde que seja na chapa do governador.

Fernando Bezerra Coelho
e Paulo Câmara
Noelia Brito ainda relata em seu Blog, que uma fonte ouvida por ela, chega a comparar, em reserva, o PSB de Pernambuco ao traficante colombiano Pablo Escobar, que acabou destruído não pelos seus inimigos declarados, mas pelos próprios aliados que se transformaram em inimigos ocultos, em resposta às perseguições e às humilhações que foram se acumulando ao longo dos anos e que irremediavelmente um dia teriam que se voltar contra quem não teve limites para praticá-las.

O deputado federal
Gonzaga Patriota (PSB)
Em sua coluna sua coluna de hoje, quarta-feira (19), o jornalista politico, Edmar Lyra, afirma em seu Blog, que a saída de Fernando do PSB não tem mais volta, é prego batido e ponta virada, onde levaria consigo somente da bancada pernambucana João Fernando Coutinho, Fernando Filho e Marinaldo Rosendo, podendo acompanhá-los Gonzaga Patriota, que tem se sentido desprestigiado pelo governador Paulo Câmara e sua equipe. A debandada que atualmente é de 14 deputados poderá ser de até 20 parlamentares, o que deixaria o PSB completamente fragilizado. Sob o comando de Carlos Siqueira, o PSB está longe de ser o partido dos tempos áureos de Eduardo Campos e caminha a passos largos para se tornar uma sigla irrelevante no plano nacional.

É esperar pra ver. O certo, pelo que estamos vendo, é que os Coelhos estão numa disputa aberta e explicita de poder com a cúpula do PSB, em especial com a cúpula do PSB em seu estado, em especial com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara. Onde talvez, até hoje o senador não se conforme, em não ter sido o escolhido, pelo hoje já falecido, ex-governador Eduardo Campos, como candidato no lugar de Paulo.

domingo, 16 de julho de 2017

Paulo admite dificuldade do PSB com os Coelhos e trabalha por diálogo

Paulo Câmara discursa durante rodada do Pernambuco em Ação, nesta sexta (14), em Petrolina / Foto: Ivaldo Régis/Divulgação

O governador Paulo Câmara (PSB) encerrou a rodada do Pernambuco em Ação, realizado em Petrolina, no Sertão do São Francisco, com o discurso de unidade das forças políticas do País. O tom pode ser facilmente trazido para a realidade atual da sua base governista. Isso porque o gestor chega ao município em meio ao afastamento do grupo dos Coelhos, que comanda a cidade por meio do mandato do prefeito Miguel Coelho (PSB). Após a ameaça de saída das lideranças das hostes socialista, Paulo Câmara admitiu as dificuldades internas e foi só elogios aos aliados.

"A gente tem ciência das dificuldades que o PSB vem passando, é natural. Todo partido tem momento discordância, mas o PSB é um partido que vem construindo unidades em torno do diálogo", afirmou.

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) admitiu que o partido passa por dificuldades internas, mas que vem trabalhando para melhorar o diálogo dentro da legenda. Ele destaca a atuação de Paulo Câmara no último mês para amenizar as divergências internas. (Do Blog da Folha)


sábado, 15 de julho de 2017

Paz no PSB estaria selada com a indicação de Fernando Bezerra Filho como vice de Paulo Câmara

Klebyo Bezerra, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), o ex-vereador Missô, e o vereador, Manoel da COSAP, em Petrolina no aniversário do vereador Major Enfermeiro, na noite deste sábado (15)

De acordo com informação que recebemos agora na noite deste sábado (15) do nosso amigo Klebyo Bezerra, presidente do PR da cidade de Petrolina e assessor direto do presidente estadual do PR, o deputado federal e secretário dos transportes do estado de Pernambuco, Sebastião Oliveira, a paz entre o grupo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e o grupo do governador Paulo Câmara (PSB) estaria perto de ser celebrada.

É que segundo Klebyo, o governador Paulo Câmara teria oferecido à secretaria da agricultura ao grupo do senador, e ainda ofertado a vaga de vice ao seu filho, o hoje ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho (PSB), em sua chapa onde concorrerá a reeleição no próximo ano.

O presidente do PR de Petrolina nos conta ainda que as chances do PSB marchar junto com o PT no ano que vem são muito grandes, com Fernando Bezerra Filho podendo compor até como vice em uma chapa nacional.