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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Viagem a São Paulo sem Gui


Givaldo Calado de Freitas *


Emília me faz o convite: "Vamos a São Paulo nesse domingo (5) Givaldo? Passagens compradas e hotel reservado, no MAKSOUD.” Respondo: "Oba! Vamos lá, Dona Emília." E continuo: “A propósito, já falou com Gui”? Ele formatou minha agenda pra lá? Diga a ele que quero, nessa, uma agenda mais literária que culinária. Posto que, ambas, culturais. Da culinária, tudo ou quase tudo já conheci.

Nessa, quero cultura, mas voltada aos gêneros literários e artísticos. Aqueles - contos, política, história, crônicas, biografias... Estes - retratos, autorretratos, teatro, cinema... Enfim, também cultura.


Peça a Gui para formatar agenda, sem prejuízo de passarmos pelos seus sabores culinários. Claro! Eu também aprecio."

"Ô, Givaldo! Gui está longe. A cerca de 8.000 km da gente. Em Lisboa, e muito bem. No que há de melhor em Escola, e de olho no que há de mais avançado em Ensino Superior: SORBONNE.”

"Tá bom! Tá bom! Já sei! É aquela sua mania de médicos e exames. Vai ver, por trás, São Vanildo e o tal do Dr. Pachón, intimando... 'Cadê Givaldo? Que é feito dele? Está fechando um ano e ele, nada'."


Agora, eu, aqui, depois de dois dias de exames, na antessala do Dr. Pachón. Tá bom! Tá bom! Já sei. Vou cobrar dele sua promessa, escrita do próprio punho, em papel que traga sua marca. Ele me foi enfático: "Dou-lhe 20.” Disse-o que "não quero! Quero 30, no mínimo!” Mas ele tergiversou...

A promessa, que data de 2013, em 13 de dezembro do andante, fechará 6 anos.

Na “Cidade de Simôa”, promessa é dívida, e esta se paga, no máximo, em 30, 60, ou 90 dias.


* Acadêmico. Empresário. Figura Pública.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

D O M I N G U I N H O S


Givaldo Calado de Freitas *


Dominguinhos. Que chamo “Festival Dominguinhos”. Grande Festival! Com uma grande programação. De quinta a sábado.

Contra ela, nada. Só elogios. Mil elogios. Conquanto, impecável em tudo. A cidade ganha, e muito!

E ele, nos versos de Raimundo Correia “Arcos de flores, fachos purpurinos / Trons festivais, bandeiras desfraldadas”.

Evento consolidado. Que só cresce. E vai crescer muito mais.


Ontem, último dia. Um encanto. De Beleza. De musicalidade.

Ah! Na Esplanada? A pergunta rolou. Parecia que sabiam de minha inserção nela. Meu sonho da época, 60 mil almas, encurtadas para 30/40 mil. Que lamentamos ainda hoje.

A programação? Essa ousada. Como ousada é a “Cidade de Simôa”.

Na quinta, de Mourinha do Forró a Jorge de Altinho, passando por Targino Gondim e Cezzinha. Na sexta, de Nando Azevêdo a Elba Ramalho, também passando por Mestrinho e Dorgival Dantas. No sábado, de Cristina Amaral a Flávio José, entrementes com Alcymar Monteiro e Alceu Valença.

O Festival arrebentou. Que venham outros. Muitos outros. Garanhuns merece.


* Acadêmico. Empresário. Figura pública.






quinta-feira, 25 de abril de 2019

Givaldo defende calendário turístico para Garanhuns


Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmam que o turismo movimenta 52 segmentos da economia, e segundo o empresário e figura pública Givaldo Calado de Freitas a cidade tem que acordar para essa realidade. “Esse acordar se impõe, e é urgente porque estamos falando das vocações da cidade, apontadas desde a década de 1950 - cultura e turismo, educação e comércio. Essa minha luta, em defesa desses vieses à economia da cidade não é de hoje, todos sabem, e vem ao encontro do sonho de tantos em um dia assistirem ao florescer econômico e social da nossa cidade”, diz.


Para Givaldo, Garanhuns precisa, com urgência, de um Calendário Turístico que contemple todo um ano. “Com este, o turista se sentirá mais atraído para vir e retornar à nossa cidade, porque em condição de se programar. E declino o meu pensar: Tríduo de Momo, com frevo e samba nos bairros e nos distritos, e Jazz e Blues na Esplanada Dominguinhos para dezenas de milhares que gostam desse gênero musical, da cidade e de fora dela - turistas. Público seletivo e consumidor. Gerador, portanto, de emprego e renda; Viva Dominguinhos. Em dois finais de semana - sextas-feiras e sábados, sem prejuízo dos dias da semana - domingos às quintas-feiras, com artistas da cidade e da região; Santo Antônio, São João e São Pedro. Que carecem renascer. E grandes! Modelos Caruaru e Campina Grande, centrando suas maiores atrações em quatro finais de semanas, e, durante os dias da semana - domingos às quintas-feiras, com os nossos artistas; FIG, que não poderá continuar mais um Festival de nove/dez dias, mas sim de, pelo menos, 30 dias, centrando suas atrações maiores, do Palco Dominguinhos, em quatro finais de semana - sextas-feiras e sábados. E, durante os dias da semana - domingos às quintas-feiras, com artistas da cidade e da região. Nos demais Palcos - Cultura Popular, Instrumental, Som da Rural, Pop, Forró, Artes Cênicas, Música Erudita e, claro, Mestre Dominguinhos, além das oficinas, das peças, dos filmes e das demais atrações, ao longo do Festival; Primavera Verão, a exemplo da Oktoberfest, em saudação a essas estações do ano, oferecendo aos turistas que gostam de nossa cidade, dias e noites mais aprazíveis que em suas cidades de origem; Magia do Natal em oito finais de semanas, como vem ocorrendo, exitosamente, ofertando civilidade e religiosidade, encanto e poesia, para milhares e milhares que vêm a nossa cidade, saindo, daqui, felizes e sonhando com outras Magias, tudo por conta da sua beleza e encanto, e da vocação receptiva, fruto do nível cultural dos que fazem a “Cidade Poesia” de Garanhuns.” Finaliza Givaldo.

domingo, 21 de abril de 2019

Hino de Amor a Cidade de Simôa

Givaldo Calado de Freitas

Este Blog teve acesso ao original do discurso do pré-candidato a prefeito de Garanhuns, Givaldo Calado de Freitas, na Câmara dos Deputados, em Brasília, em 11.03, quando convidado por sua Mesa Diretora, ouvido o Plenário da Casa, em atenção ao requerido pelo Deputado Federal de Garanhuns Fernando Rodolfo.

De posse do discurso, resolvemos divulgá-lo, na íntegra, sob o título “Hino de Amor à ‘Cidade de Simôa’.”

Veja o discurso em sua integra:


“CIDADE DE SIMÔA”


“Acabo de chegar da “Cidade de Simôa”, e trago notícias de lá.

Mais do que notícias de seu clima - o melhor do Brasil. Mais do que notícias de sua água - a mais mineral do planeta. Mais do que notícias de sua beleza. Mais do que notícias de sua natureza...

Trago notícias que correm por lá. Notícias de estado de graças de uma gente, hoje, alegre e feliz.

Trago notícias do estado de graças por ter aquela gente um filho seu, subido ao altar desta Casa, e estancado seu longo pesar por sua ausência, que lhe impôs humilhação, desprezo e prejuízo, durante longos vinte e oito anos.

Com efeito, a nossa última presença, nesta casa, fora em sua 48ª Legislatura, que, dela, já tanto distamos, vez que vivemos, o limiar desta 56ª Legislatura.

Daí, Senhor Presidente, as notícias, todas no sentido de que Garanhuns ainda hoje venera o gesto de Dom João VI, então Príncipe Regente, chegado de Portugal em 1808, à então Colônia Portuguesa, e já em 1811, concedendo o título de “Vila” ao que seria mais tarde “Cidade”.

Daí, Senhor Presidente, permita-me dizer: em meus braços jaz um longo abraço daquela gente da “Cidade das Flores” à vossa excelência, por sua posse nesta Casa. Que, como referido, cobriu de graças os homens e as mulheres de Garanhuns, que hoje têm a esperança de que dispõem de outros horizontes, por se considerarem, aqui, assentados e prontos para recuperar o tempo perdido, por conta dessa sua longa ausência.

Nesta Casa e desta Tribuna, Garanhuns haverá de abrir seus olhares à nação, e esta haverá de conhecer melhor suas magias, riquezas e encantos, a começar pelo Planalto da Borborema, onde está situada, entre sete colinas, que lembram as sete colinas da lendária cidade de Roma.

Hoje, com seus gestos de coragem, Senhor Presidente, mais do que de coragem, de audácia. Mais do que de audácia, de valentia. Mais do que de valentia, de destemor. Que lembram a coragem, a audácia, a valentia e o destemor, além de seu desapego aos seus bens materiais, para ela deixados por seu esposo, ei-la, para sempre, como nossa benfeitora maior, que se assina Simôa Gomes de Azevedo, enquanto, hoje, daquela cidade, nesta casa, e dela a falar à nação brasileira, somos tomados pelos versos de Cecília Meireles.

“basta-me um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve...”

Só que o gesto de Simôa não fora pequeno. Muito menos de longe e de leve. Ao inverso, fora grande, presente e forte... Daí, ao saudar Garanhuns, a sua gente reitera sua disposição de luta, e registra nesta Casa e desta Tribuna que à “Cidade de Simôa” falta pouco para se tornar a cidade dos sonhos de seus filhos: falta-lhe a duplicação da BR-423, que lhe dá acesso, e este seria o apelo maior que Garanhuns faz às Vossas Excelências, no sentido de se juntarem ao seu colega, que preside esta sessão, e, todos, cobrarem do Executivo Federal a consecução urgente dessa demanda, a fim de facilitar a conquista da sua vocação maior, o turismo, fonte, em todo planeta, de grande geração de emprego e renda.

Garanhuns é grata a Vossas Excelências pela homenagem que recebe desta Casa por sua forte, altiva e secular vida.

Homenagear Garanhuns é se voltar para Simôa, imaginando-a em seu lindo altar. E, nós, felizes, em sua cidade, hoje. E, nós, felizes, em sua cidade, amanhã.

Homenagear Garanhuns é se lembrar de Dom João VI. E, nós, ainda contentes, por conta de sua grande e justa decisão.

Homenagear Garanhuns é ser agradecido ao Barão de Nazaré, que levou e aprovou a elevação da “Vila de Garanhuns”, junto a então Assembleia provincial, à “Cidade de Garanhuns”, de hoje.

Enfim, homenagear Garanhuns é ser grato a todos seus gestores que por lá passaram, nas diversas épocas. com efeito, no Brasil Colônia. No Brasil Império. Em nossos tempos, no Brasil República.

É dizer... Vô-los dizer: é se sentir muito orgulhoso por vivermos numa cidade que dizemos da “promissão”; numa cidade que queremos da “poesia”, no dizer de seus poetas.

Em Roma, com Emília, outro dia, um amigo nosso, que migrou pra lá, faz pouco, disse-nos para nossa surpresa e tristeza: ‘Vocês estão na cidade das Sete Colinas. E cantou seus nomes: Vaticano, Janículo, Aventino, Capitólio, Esquilino, Píncio e Célio’.

“Que besta!”, disse a Emília. Em Roma ele parece esquecido que também estamos sobre o Planalto da Borborema, entre sete colinas. E, lá, segundo o poeta, “o céu existe entre Sete Colinas Garanhuns é de lá”.

Os recados da gente de Garanhuns foram dados.

Agora, só nos resta agradecer a Mesa Diretora desta Casa e ao seu Plenário. e lembrar a nossa gente que valeu a pena, e valerá muito mais a pena, termos ocupado um lugar neste Colégio, depois de tanto tempo.

Agora, vamos discernir. E, lúcidos, e, por igual, plausíveis, corrermos, todos, atrás do longo tempo perdido.

Agora, à labuta. temos muito que fazer. Muito! E, por isso, temos pressa. muita pressa!

Sabemos árdua e difícil a nossa jornada. Mas, mais árduo e difícil teria sido, de certo, chegarmos até aqui.

O assento, nesta Casa, à gente da “Cidade de Simôa” pressagia-nos futurar sobre o porvir.

No dizer de Castro Alves: “Era o porvir - em frente do passado.”

Salve Garanhuns!

Salve seu secular aniversário!

Seus quase 150 mil habitantes te abraçam com profusão.

Muito obrigado!

terça-feira, 16 de abril de 2019

Givaldo está em todas


Detentor de enorme conceito e imenso prestígio na cidade, por conta de seus trabalhos de anos, gerando emprego e renda, o advogado por formação, (pertenceu aos quadros jurídicos do BNH e da CAIXA) homem público e empresário, Givaldo Calado de Freitas não perde tempo e se vira nos 30 para estar em todas que dizem respeito aos interesses de sua cidade.

Este Blog tem procurado conferir de perto o perfil de todos os prefeituráveis de Garanhuns e cada vez mais se defronta com enorme acervo de títulos, congratulações e homenagens, além de realizações de Givaldo na cidade (vamos detalhar em outras edições) a começar pelo grande volume de recursos que conseguiu para a cidade no tempo em que esteve no Banco  Nacional da Habitação, quando era prefeito de Garanhuns Ivo Tino do Amaral, responsável pela modernização da “Cidade das Flores”, a ponto de a ter elevado à condição de cidade de porte médio, talvez sua maior conquista desses últimos trinta anos.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Givaldo Calado é um futurista nato!!!


Por Altamir Pinheiro


Com seu estilo futurista e por ser um homem de visão larga, no sentido mais virtuoso que pode ter a palavra: Givaldo Calado é um administrador nato!!! Eu não tenho o menor farelo de dúvida que, por ser um modernista, Givaldo na prefeitura tornaria Garanhuns economicamente produtiva, socialmente viável e, industrialmente, bastante duradoura por ter oportunidade de governar um município com um vasto ou enorme potencial turístico.

Quem já leu as teses do mestre em administração pública professor Samar Timeni, há de convir que: se GIVALDO fosse agraciado com a confiança da população da Terra de Simôa para representar os seus anseios durante os anos 2021/2029 tenho plena certeza que ele enfrentaria as dificuldades que viessem pela frente e não mediria esforços para exigir de sua equipe de trabalho dedicação integral e estudos apropriados para desvendar os entraves impeditivos que cercam à administração pública. Pois não é à toa que ele é um sujeito totalmente preparado para o desafio de governar sua cidade. ELE TÁ NO PONTO!!!

Com seu tino ou faro administrativo comprovado para quem quiser ver ou a quem interessar possa e por ser ligado na tomada, um incansável, um infatigável, com certeza que colocaria em prática uma gestão moderna que pudesse administrar com pleno êxito um órgão público do porte de uma prefeitura, pois conhece os caminhos das pedras e iria se arranchar em Brasília, bater nas portas dos ministérios e trazer recursos para estruturar o município para ponderações e administrações futuras no sentido que Garanhuns atingisse a meta de desenvolvimento que hoje está sedimentada em cidade, como por exemplo, Petrolina.

Uma das metas que ele não abriria mão era programar as ações de forma planejada estrategicamente; ele sabe muito bem e se preparou pra isso que toda ação requer planejamento para que se alcance os resultados pretendidos; como gestor iria adotar um ritmo de trabalho futurista mostrando os caminhos para se alcançar as metas traçadas; tanto na iniciativa privada como pública isso é imprescindível, pois geralmente os DESEJOS da população de uma cidade como Garanhuns são MAIORES que a capacidade de atendimento.

Outra coisa que o preparado Givaldo não abriria mão, era investir em capacitação e buscar os profissionais mais bem preparados para as funções e não praticar o famigerado TOMA LÁ DA CÁ ou o intragável NEPOTISMO. Sabedor como ele é, não há dúvida que faria uma administração eficiente e eficaz e para isso necessita e conseguiria contar com os melhores profissionais para compor os diversos postos organizacionais. Se cercaria de pessoas competentes para ajudá-lo no desenvolvimento de políticas públicas que visem a melhoria da sociedade. Olhar sob a lupa da competência, e não das negociatas políticas, deve ser regra para um gestor público, da vivência de um empresário que conhece muito bem os meandros de se tocar um negócio com zelo e eficiência. ESSAS CREDENCIAIS, GIVALDO CALADO TEM DE SOBRA E DISSO NINGUÉM DUVIDA!!!

Givaldo na rádio FM 7 colinas: “Garanhuns precisa de seu calendário festivo”


Na manhã desta quinta-feira (11) o empresário e figura púbica Givaldo Calado de Freitas esteve na FM 7 Colinas em entrevista ao radialista Tony Lucas, que comanda o Programa a “Porta Voz da Notícia”, que vai ao ar, diariamente, a partir das 12 h, ocasião em que defendeu um Calendário de Festivos para Garanhuns.

Durante a entrevista, Givaldo chegou a dissertar como imagina esse Calendário Turístico de Garanhuns que, segundo ele:

01. “Começaria no ‘Tríduo de Momo’, com a volta do Jazz e do Blues, sem prejuízo do frevo e do samba nos bairros e distritos da cidade;

02. O Festival Dominguinhos iria para esse Calendário, mas distendido para dois finais de semanas, nas sextas e sábados, com artistas nacionais, e dos domingos as quintas com os artistas da cidade e da região;

03. Os Festejos de São João, São Pedro e Santo Antônio carecem renascer em nossa cidade, nos moldes de Caruaru e Campina Grande, centrando suas maiores atrações nos finais de semana e, durante os dias da semana, dos domingos às quintas com os nossos forrozeiros;

04. O FIG. Ah! O Festival de Inverno. Este tem que se adequar ao que pedem aqueles que vêm de fora. De Recife, de João Pessoa, de Natal, e de Fortaleza.  Também de Maceió, de Aracaju, e de Salvador. Terá, portanto, que ser em quadro finais de semanas. Com as grandes atrações da Esplanada Dominguinhos nos finais de semanas e durante os dias das semanas com as pratas da casa, mantida a programação dos demais palcos, ‘Cultura Popular’, ‘Instrumental’, ‘Som da Rural’, ‘Pop’, ‘Forró’, ‘Artes Cênicas’, e ‘Música Erudita’, além das oficinas, peças e cinema ao longo de seu período;

05. Festejos ao longo da primavera/verão, vendendo o clima ameno da cidade nessas estações para eles que vêm de fora porque gostam de nossa cidade, e que procuram dias e noites mais aprazíveis que em suas cidades de origem;

06. A Magia do Natal, festejo sedimentado, e Garanhuns ofertando civilidade e religiosidade; encanto e poesia para milhares que vêm de fora.”

Ao encerrar, Givaldo disse que “minha pátria é Garanhuns. E falar sobre esta cidade, para mim é sempre motivo de grande satisfação.”

Quando perguntando se lá na frente será candidato a prefeito de Garanhuns, ele respondeu que “aí é com o Senhor Jesus Cristo. Se for de seu desejo, serei. Tenho qualitativas que me animam mas, repito, tudo depende dos planos do Senhor.”


Ezandra Ribeiro
Jornalista
Assessora de Comunicação

sexta-feira, 22 de março de 2019

71º BI comemora 52 anos


Nesta quinta-feira (21) o 71º Batalhão de Infantaria Motorizado - Batalhão Duarte Coelho - festejou seus cinquenta e dois anos de instalação em Garanhuns.

Presentes diversas autoridades civis e militares, dentre elas o vice-prefeito Haroldo Vicente, o Presidente da Câmara de Vereadores Daniel Silva, as vereadoras Andreia Nunes e Luzia Cordeiro, o empresário, acadêmico e figura pública Givaldo Calado de Freitas, que detém os títulos de “Amigo do Batalhão” (1995) e “Colaborador Emérito do Exército” (2007).


O Comandante do 71º Tenente-Coronel Alexandre Goyana falou da história do Batalhão, dando ênfase ao empenho do então prefeito Amílcar Valença, para a consecução do mesmo. A instituição foi criada pelo Decreto 60.394, de 11 de março de 1967, sendo seu aquartelamento inaugurado em 10 de agosto do mesmo ano.

“A instituição militar marca muito a cidade, desde a sua instalação, e diz alto da visão de Amílcar, sobretudo de natureza econômica para a cidade”, comenta Givaldo.

Que acrescenta: “do terreno onde se assenta o Batalhão ao incentivo a sua construção a presença de Amílcar corrobora minhas assertivas”

Ainda segundo o empresário é uma honra ser “Amigo do Batalhão” e “Colaborador Emérito do Exército”, títulos que enriquecem a sua história.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Milhões Jogados


Givaldo Calado de Freitas *


É, podem debochar de Garanhuns. Mas eu pergunto: será que ela merece? Ela, através de sua gente, merece ser debochada? Ela, através de sua gente, teria pensado tão pequeno, a ponto de perder essa maravilha que era o “Garanhuns Jazz Festival”?

O Jazz era o grande diferencial que tínhamos em pleno “Tríduo de Momo”. Que enchia a cidade de alegria. Que lhe gerava emprego e renda para tantos - cerca de 52 segmentos da economia. Da menina da pipoca; da mulher do milho assado ou cozido; do taxista; do moto taxista; do guardador de carros ao empresário, ele, pequeno ou grande, micro ou médio.  Será que os ouviram?  Será que se tinha ciência de quanto eles faturavam?


Não! Não debochem de Garanhuns. Ela, repito, não merece.

Ela e sua gente, ainda hoje choram pelos milhões jogados pela janela ou pelo ralo. E não entendem a razão do absurdo que se praticou contra a cidade e sua gente, esta, ávida - por que não dizê-lo? - por mais alguns trocados, sobretudo nesses tempos difíceis em que se vive.

Perdemos milhares de turistas que acorriam para Garanhuns nesse período. Milhares que traziam milhões. Para esse ano a previsão apontava para cerca de R$ 20 milhões. Para lá (Gravatá), eles acharam pouco - cerca de R$ 40 milhões.

É, vou me recolher no aguardo da volta do “Garanhuns Jazz Festival.” Mas vou me recolher, lutando pela sua volta.


* Empresário. Acadêmico. Figura Pública.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Garanhuns, meu partido!


Givaldo Calado de Freitas *


Tenho pontuado as carências de nossa cidade à conquista do título tão desejado de “Cidade Turística”.

Com efeito, de todos os títulos que Garanhuns ostenta - e são tantos - um, e somente um, não lhe cabe, e disso tenho referido nos meus dias a dia. E dele tanto falo com pesar, claro! Como se masoquista fosse.

Ah! Outro dia um amigo me disse que, no mínimo, “a nossa cidade tem vocação para o turismo”. “Mas claro!”, respondi. E quem disse que nossa cidade não tem vocação turística? Evidente que tem. E muita! E essa vocação fora a nós referida, lá pelos idos de 1950. Ela, e mais três outras.

Cuidamos bem de duas delas, educação e comércio, de certo! Mas esquecemos ou negligenciamos a cultura e o turismo. E este não existe sem aquela. Sabemos!

O Ministro Gilberto Gil, quando da 1ª Conferencia Nacional de Cultura, dizia que “não há turismo sem cultura”. E perguntava: “Por que alguém vai a Paris? Por que alguém junta seus trocados para visitar Paris? O trabalhador de classe média, vai por causa da Torre Eiffel, por causa do Arco do Triunfo, daquele vinho produzido em Bordeaux, que é uma maravilha, que só tem na França, por causa daquele queijo fedido, que todos dizem que é muito bom.  Ainda que seja fedido, ele precisa experimentar, por que vem da França.”


É de se perguntar: para nós, enquanto cidade, basta o nosso clima? O melhor do Brasil, como dizemos. Basta a nossa água mineral? A melhor do planeta, como queremos. Claro que não! Temos que divulgar nossos pontos de cultura. E eles são olvidados por nós. Não os divulgamos.

Não os vendemos. Mas estão aí. Na Colina Magano, o Cristo Crucificado; na Colina Triunfo, o Santuário Mãe Rainha; na Colina Columinho, a Via Sacra; na Colina Monte Sinai, o que seria o Cassino de Pernambuco; na... Agora é preciso que esses pontos turísticos, e mais tantos, que encerram a cultura da nossa cidade estejam prontos para receber aqueles que vêm de fora nos visitar, gastar o seu dinheiro, este, não raro, de gente de classe média, que juntou seus trocados para vir nos visitar, fugindo da agitação da cidade grande à procura do repouso em uma cidade de interior, aprazível, é certo, mas que não lhe oferece cultura e diversão desejadas.

Enfim, se é de nosso desejo abraçar essas vocações de Garanhuns, a cidade precisa se equipar; precisa se programar... porque, no mais, ela está, senão pronta, quase pronta. Agora, temos que provê-la de atrações ao turismo. Temos que dotá-la de informes que facilitem a OCORRÊNCIA do turista que se deseja.

Desses informes tenho falado muito. E penso que, comigo, muita gente. E o faço em casa com amigos. E o faço nas ruas com quem converso. E o faço pelas redes sociais. Faço-o, portanto, onde quer que me encontro. Na cidade ou fora dela.

A propósito, tenho recebido inúmeros comentários e mensagens de aplausos pelo gesto.

Hoje, no entanto, recebi uma mensagem que me deixou intrigado e surpreso, sobretudo por partir de onde partiu. Seu autor, guardo comigo.

Ei-la:


“O que a rede hoteleira oferece e os comerciantes da cidade para realização do Garanhuns Jazz Festival? Tudo tem gasto e custo!” Etc. e Etc.

Respondi:

“Primeiro - Que do trade, portanto, de restaurantes, hotéis, bares... e do comércio, ajuda total. Com muito impostos. E para os três níveis - municipal, estadual e federal. E mais, no caso dos hotéis, estes chegaram a propor a pagar mais 5% de suas faturas LÍQUIDAS, à guisa de mais ajuda.

Segundo - Que nenhum Festival pode ser entendido como gasto e custo do poder público. Ele tem que ser havido como dispêndio, destinado a aumentar a capacidade produtiva de seu agente. No caso, o poder público.

Terceiro - Que em um Festival como o Jazz e Blues, e outros, todos faturam. Do flanelinha ao empresário. Este, do grande ao micro. Sobretudo, o informal.

Quarto - Que em um Festival como o Jazz e Blues, o público é seletivo. Vem pra apreciar uma boa música, segundo diz, e pra gastar.

Quinto - Que essa conta já fiz por diversas vezes. No último ano do Jazz e Blues a cidade faturou cerca de R$ 10 milhões. Pra onde foi mandado, Gravatá, em 2016, aquela cidade faturou cerca de R$ 25 milhões, porque, lá, tudo é mais caro: restaurantes, comércio, hotéis, bares etc.

Sexto - Que para esse ano de 2019 a conta está feita: Gravatá deve faturar cerca de R$ 40 milhões. O Jazz e o Blues, ainda aqui, não faturaria menos que R$ 20 milhões. E sabe por que? É que chegamos a atingir a taxa de ocupação de 91%, e o Festival se consolidava, se sedimentava.”

O autor da mensagem ainda hoje não me deu nenhuma resposta às minhas colocações. E não vai dar. E se o fizer será a destempo.  Soube, no entanto, que está com vergonha do que me disse. Mas quero dizer: minha destemidez é em defesa de minha cidade. E esta é minha bandeira, é meu partido. Agora, digo: tenha vergonha não, amigo. Eu tenho Cristo no coração.


* Empresário. Acadêmico. Figura Pública.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Presente de Primo


Givaldo Calado de Freitas *


“Ah! Já sei. Você gostaria que eu fizesse expor grandes pintores como Giotto Di Bondone, Miguel Ângelo, Rafael, Ticiano, Da Vinci, Rubens... Não! Quem sou eu, amigo.”

“Ninguém me acredita. Mas digo que nunca o saquei da minha parede. E, para ele, olho e aprecio desde 1972.”

“O único das dezenas de presentes que recebemos que tem um lugar de desataque, e que é olhado e apreciado em nossos dias a dia.”

Na minha parede, faz anos, o presente do primo. “Mas sempre ele, Givaldo?” Perguntou-me, outro dia, um amigo dileto. Respondi: “Nessa parede que vejo todo dia, sim! Você não gosta do quadro? Alguma queixa dele? Alguma crítica sobre a obra? Ah! Já sei. Você gostaria que eu fizesse expor grandes pintores como Giotto Di Bondone, Miguel Ângelo, Rafael, Ticiano, Da Vinci, Rubens... Não! Quem sou eu, amigo.”

Continuei: “Quero te dizer que se ele está aí é porque gosto muito dele, e, para mim, ele tem um grande valor, sobretudo sentimental. É que fora presente de um primo meu, Gilberto. Faz anos. Muitos! Ninguém me acredita. Mas digo que nunca o saquei de minha parede. E, para ele, olho e aprecio desde 1972.”


A mim tenho dito que ele me lembra, a um só tempo, de meu casamento, e de meu primo, figura singular na amizade, na gentileza e na disposição com todos que o cercam. Enfim, no trato com as pessoas.

Contador das histórias da família, conhece-as nos mínimos detalhes. E as conta e canta como um grande intérprete. Fora ele que me presenteou quando do meu casamento com Emília, no distante 1972.

O único das dezenas de presentes que recebemos que tem um lugar de desataque, e que é olhado e apreciado, por nós, nos nossos dias a dia. Também podera. Uma obra de arte. Pena que não saibamos o nome de seu autor. Sabemos apenas que é paulista. Sua assinatura na obra é ininteligível e ilegível. Já fiz de tudo para traduzir, e nada. Mas, tudo bem! O certo é que gosto do quadro. E muito! E pronto!

Tenho, em residência, outros quadros de vários artistas. Todos, belíssimos. Mas esse meu amigo só implica com o quadro do primo. Será porquê de autor paulista, que retrata o homem a caminho da pesca como se só o nordestino pudesse fazê-lo?

Quer saber, amigo, o quadro do primo vai continuar na minha parede porque ele me presenteou com muito gosto e carinho. E gosto dele. E estamos conversados. Não tenho viés regional. O Brasil, para mim, é único. Indivisível.

* Acadêmico. Figura Pública.

Um pouco da história da imprensa de Garanhuns

Fernando Rodolfo, Kitty Lopes, Givaldo Calado, Roberto Almeida e Hélder Carvalho

Cada um pega o seu caminho, cada um busca suas conquistas, cada um busca o seu aprimoramento, cada um busca o seu aperfeiçoamento, cada um busca seu crescimento espiritual, moral e pessoal, mas as amizades ficam, está não se desfaz, está não se desmancha, está não acaba nunca, viva a vida, viva as amizades reais e sinceras. Está foto dos amigos Fernando Rodolfo, Kitty Lopes, Givaldo Calado, Roberto Almeida e Hélder Carvalho, representa só um pouco, uma parte, uma pitada, da história da imprensa de Garanhuns, mais com certeza, uma das melhores partes.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Fernando Rodolfo convida Givaldo para falar sobre os 140 anos de Garanhuns

Givaldo Calado

Na manhã desta quarta-feira (13), o acadêmico e homem público Givaldo Calado de Freitas recebeu foi convidado pelo deputado federal Fernando Rodolfo (PR) para falar da tribuna da câmara federal em Brasília, no próximo dia 11 de março, sobre Garanhuns e seus 140 anos de elevação de vila para cidade. Aceitando o convite, Givaldo já confirmou presença. “Evidente que o convite ou intimação me tomou de surpresa. Convite ou intimação, tomou-me grande alegria e emoção”, disse Givaldo.

“Vou ser a voz do garanhuense, colocando todos seus sonhos em defesa das nossas riquezas e vocações, sobretudo de natureza educacional, cultural e turística. No que respeita a nossa vocação turística, exemplo maior o nosso Festival de Inverno de Garanhuns, ‘Patrimônio Cultural Imaterial de Estado’, que precisa ser reconhecido, como ‘Patrimônio Cultural Imaterial da União’.”, finaliza Givaldo.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Olhar de Garanhuns


Givaldo Calado de Freitas *


Cheguei, ontem, de Brasília. Já era tarde. Lá deixei o imbróglio no Senado. Que coisa feia! Alguns dos senadores, no aeroporto, já de volta aos seus Estados.

Em casa, depois de um bom repouso, ligo a televisão e vejo uma reportagem linda sobre os parlamentos sueco e brasileiro. Que beleza! Ah! Se o nosso parlamento fosse pelo menos parecido com o parlamento sueco!

Meu voto. Minha preferência, de pronto, aflora. Até porque já vem de longe. De muito longe! De repente, um sonho me ocorre.

Eu, parlamentar, andando de metrô, levando minha comida para meu gabinete. Na hora, aquecendo-a, lavando minha louça, e com dois ou três assessores. Não mais! O bastante! E só! Além de meus vencimentos, claro! Bem menores que os vencimentos de um parlamentar de meu país real. Estes, mais de quinze vezes maiores que os vencimentos de um professor. Aqueles, um pouco mais que duas vezes. E sem outras rubricas imorais. Lá, sem mais nada, além do salário e uma habitação funcional de pouco mais de 15m². Mas paga pelo parlamentar.

Na série de reportagens da jornalista Ezandra Ribeiro sobre a posse do Deputado Federal Fernando Rodolfo, disse, convicto que, “Garanhuns e região estiveram com olhares voltados às notícias sobre a nossa conquista, até pelo tempo decorrido para que viesse acontecer: exatos sete mandatos, longos 28 anos.”


Na hora da posse. Na hora do “EU PROMETO”, os garanhuenses presentes foram tomados de grande emoção. Quem sabe, também diante do aproximar dos 140 anos da cidade. Disse à jornalista: “Eu, e todos, quase chorando de alegria. Queríamos ser testemunhas desse momento histórico, pensando na gente da nossa cidade que deixa para trás, e enterra esses anos todos de vergonha e humilhação, sofridos. Momento que se revestia de grande simbolismo, por certo.”

Agora, é Garanhuns correr atrás do tempo perdido, porque, com voz e vez... Voz que silenciara já há tanto tempo. “A voz parou na minha garganta”, disse Virgílio em sua Eneida. Vez que se exclui com a voz paralisada. Mas, com estas, voz e vez, temos voto no Colegiado da Casa para “brigar”, junto às esferas federais, pelos anseios de seus filhos.

Sempre dissemos que nunca perdemos a esperança. Perseveramos e persistimos. Sempre acreditando no discernir e na disposição de luta da nossa gente. Como Cervantes, parecia dizermos “Até a morte, tudo é vida.” A cada eleição desse longo período, Garanhuns sinalizava o seu desconforto, e votava em nomes da cidade. Nomes que temos de aplaudir porque transpuseram a chamada “barreira do ridículo”, como diziam alguns.

Agora, deu certo. Fernando soube ampliar e será a nossa voz, com coragem e destemor, para alcançarmos nossos sonhos, e um deles, o maior, é a nossa BR 423 que, estou convencido, será o pavimento da grandeza de nossa economia. E esta, por sua vez, a nossa maior empresa.

Mas, um dia... Quem sabe? Os exemplos da Suécia pairem por nosso país. Devemos continuar sonhando. No que pese acordado e sem sonho, acreditar difícil porque este o nosso país.


* Empresário. Acadêmico. Figura Pública.