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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Sivaldo Albino articula volta do Garanhuns Jazz Festival


Nesta manhã de sexta-feira, 20, na capital pernambucana, o deputado estadual Sivaldo Albino (PSB) se reuniu informalmente com Giovanni Papaléo, criador e produtor do Garanhuns Jazz Festival, evento que durante quase uma década movimentou culturalmente e economicamente o município durante o Carnaval, mas que por decisão da administração de Izaías Régis (PTB) à frente da prefeitura deixou de ser realizado.

Sivaldo tem se movimentado no sentido de possibilitar o retorno do evento, e, se possível, ainda este ano.


"Com apoio do governo do estado, do próprio governador Paulo Câmara, da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, vamos possibilitar este incremento turístico em Garanhuns com o Jazz Festival. Trata-se de um apelo do Trade Turístico e da população. Vamos continuar conversando, e definindo uma data e as atrações, vamos divulgar para todo o estado" - revela Albino. A prefeitura será contatada quando o evento estiver realmente consolidado em seu retorno. "É lógico que aguardamos o apoio municipal, pois se trata de um grande evento para Garanhuns. Vamos aguardar as definições para fechar as parcerias".

Participaram também do encontro desta sexta-feira, Jackson Rocha, sócio de Papaléo e captador de recursos e o chefe de gabinete do deputado, Alexandre Marinho, ex-Secretário de Desenvolvimento Econômico de Garanhuns.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Jazz! Que Saudade!


Givaldo Calado de Freitas *


“E eles acorriam para nossa cidade, trazendo a ilusão de que se dirigiam para Nova Orleans.”

“Até o sonho de um encontro com ícones jazzistas americanos e brasileiros como: Miles Davis, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, André Mehmari, Vinicius Dorin, Babi Assad...”

“Chegamos a alcançar, no ano de 2.011, 91% de ocupação.”

“Que saudade! Que saudade!”, escrevi em 2015. Porque sentia mesmo. Porque ouvira mesmo. De tantos. E de tantas. Daqui e alhures. Saudade do “Garanhuns Jazz Festival”. Que chegara ao seu último dia.

Parecia que eu, que todos os milhares de apreciadores do Jazz e do Blues estavam se despedindo deles, já que, em 2016, não contamos mais com o nosso “Garanhuns Jazz Festival”, que se consolidava, que se sedimentava, que orgulhava a todos que enchiam seus pulmões para dizer: “Garanhuns, dentre tantos codinomes, é conhecida como a ‘Cidade das Flores’, a ‘Cidade onde o Nordeste Garoa’... E, a partir de 2008, com o Jazz e o Blues, também como a ‘Cidade dos Festivais’.”

É, foi uma pena. Está sendo uma pena, o fim do Festival do Jazz e do Blues.  Perdermos esse diferencial, que conferia charme e glamour ao nosso Tríduo de Momo. Diferencial que não tínhamos, mas que passamos a ter para a alegria maior da cidade, sem embargo das marchinhas e dos frevos dos carnavais. E para o entusiasmo de milhares de amantes do Jazz e do Blues, que aportavam em Garanhuns, nos dias de Carnaval. Estes, hoje, concentrados em Recife e Olinda, com pequenos respingos em algumas outras cidades do interior de nosso estado. E eles acorriam para nossa cidade, trazendo a ilusão de que se dirigiam para Nova Orleans, Chicago ou Nova York, e o sonho de um encontro com ícones jazzistas americanos e brasileiros como: Miles Davis, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, John Coltrane, Billie Holiday e tantos..., dos EUA, e como André Mehmari, Vinicius Dorin, Babi Assad, Romero Lubambo e tantos, do Brasil.

Kleber Cisneiros, Alexandre Cisneiros e Givaldo Calado

Para se ter uma ideia, em 2008, primeiro ano do “Garanhuns Jazz Festival”, a ocupação da hotelaria na cidade, com o Jazz e o Blues, chegou à marca de 51,00% contra 24,09%, em 2005; 24,04% em 2006 e 42,00% em 2007, por conta dos retiros das Igrejas Evangélicas na cidade.

Chegamos a alcançar, no ano de 2.011, 91% de ocupação, com declínio em 2015, para 69,00%, mesmo assim considerada uma boa marca, na classificação da hotelaria, que vai de taxas péssimas a excelentes, passando por ruins, razoáveis, boas e ótimas. São indicadores, portanto, que não poderiam ser deixados de lado na hora de uma tomada de decisão sobre o avanço ou não do Jazz e do Blues em nossa cidade.

Aqui, impõem-se as perguntas: A1. Ultimaram as mínimas providências para que o Jazz e o Blues não fossem para outra cidade, já que, aqui, com VIII Edições sucessivas, e de sucesso - 2008 a 2015? A2. Ouviu-se o trade turístico da cidade sobre o assunto? Ouviu-se o seu comércio?

Ouviram-se as suas associações de serviços de táxi e de moto táxi? Ouviu-se o pequeno comércio ambulante? Ouviu-se ....  Enfim, auscultou-se a sociedade civil organizada da cidade sobre o Jazz e o Blues?

Temos que reagir! Unir forças. Iniciativa pública e iniciativa privada. Enfim, todos! Para podermos melhor “vender” nossa cidade. “Atrair” para ela os reais de fora para sua economia. E, deles, muito precisamos.


Os turistas na cidade impactam todos os seus segmentos. Isso é aqui e em todo o mundo. Da flanelinha ao empresário - são 52 segmentos da economia. É só conversarmos com o menino que toma conta do carro do turista. Com a menina que vende a sua pamonha ou a sua pipoca.

Com a senhora que vende o seu milho cozido ou assado. Com o rapaz do táxi e da moto táxi. Com as pessoas dos restaurantes, das lojas comerciais, dos bares... Com os desempregados que, nos Festivais da cidade, têm assegurado o seu emprego, embora temporário. Enfim, com dezenas de pessoas. De segmentos. Que preparam os seus produtos. E que os vendem, e que são os responsáveis maiores pelo nosso desenvolvimento econômico, que pretendem participar dele com mais ousadia, com mais presença, com mais permanência, já com um programa turístico de sua cidade nas mãos.

Será que já paramos para pensar quanto um turista deixa na cidade, da forma a mais horizontal possível, ao longo de um período desses - seis dias com cinco noites? A conta é fácil. Muito simples. Vou fazê-la. Por que não? Com transparência. Com despudor... Afinal, deve ser assim.

Um turista que vem a um evento como esse gasta por dia, em média, cerca de R$ 400,00. Se recebermos 5.000 visitantes - número modesto - temos aí um faturamento de R$ 2 milhões no dia. Ou seja: R$ 10 milhões, no período.

Garanhuns pode perder esses reais? A sua economia pode dispensar esses valores, sobretudo quando sabemos que todos são beneficiados com alguns deles, como disse: do flanelinha ao empresário -  micro, pequeno e grande? E, não se pode esquecer do município - recolhem-se impostos e taxas; também do estado - recolhem-se impostos de circulação de mercadoria; igualmente da União - recolhem-se uma infinidade de tributos federais. Penso que não podemos abrir mão disso, nem na crise, nem fora dela.

Ano passado, saí de minha cidade e fui passar o Carnaval em Recife. Na volta, na quarta-feira de cinzas, passava eu por Gravatá e ouvia pelo rádio uma entrevista do prefeito daquela cidade que falava de sua alegria com o Jazz e o Blues que promovera. E ele dizia: “Faturamos cerca de R$ 10 milhões”. Eu disse a Emília, que viajava comigo: “O número não é esse”. Emília, que vinha ao meu lado, me perguntou: “Você estima em quanto, Givaldo?” Eu respondi: “Eles faturaram muito mais. Aqui, tudo é mais caro. O dobro. De repente, o triplo. Esse faturamento não pode ter sido inferior a R$ 30 milhões.”

Em Gravatá não tinha menos de 10.000 turistas no Jazz e no Blues do ano passado - 2016. Lá, se gastou, por dia, em média, R$ 600,00. Ou seja: aquele faturamento/dia foi da ordem de R$ 6 milhões, totalizando cerca de R$ 30 milhões no período.


A contar pelas diárias dos hotéis... Vamos a um, de lá, equivalente a um dos nossos, daqui: R$ 334,70 por pessoa/dia, com pensão completa, lá. Em nossa cidade: R$ 198,44 por pessoa/dia, também com pensão completa. Veja a diferença. Só em hotel. E, no mais? Restaurantes, bares, compras... E tudo o que o turista gosta de consumir nessas ocasiões.

Para esse ano de 2017, temos lá em Gravatá diárias por pessoa ao preço de R$ 380,40. Em nossa cidade, R$ 218,50. Grande a diferença, não é verdade?

Aí, é de se perguntar: O que eles têm lá, que nós não temos aqui? Clima? Água? Beleza? Geografia...? Não! Nenhuma dessas riquezas. Eles têm, sim: união, ousadia e disposição ao trabalho. Trabalho organizado e permanente. Calendários turísticos às mãos, sempre melhorados e ampliados. E, sobretudo, anunciados com a antecedência recomendada, a fim de que o turista, na verdade para quem fora montado, possa melhor se programar. Melhor se organizar.

É disso de que precisamos em nossa cidade: da união do público com o privado para fazermos um grande trabalho pela cidade. Para que possamos “vender” melhor os nossos produtos. “Vender”, em uma palavra: Garanhuns. “O melhor produto turístico de Pernambuco” - dissera-me sobre nossa cidade, outro dia, um amigo que trabalha na FUNDARPE e que é conhecedor do trade turístico do estado. E esse amigo, diga-se de passagem, não é da “Cidade de Simôa”, da “Cidade Poesia” de Garanhuns.

Quando penso sobre essas questões de minha cidade, me vem a lembrança uma passagem de Machado de Assis: “As ruas podem ser ou estreitas, para se alargarem daqui a anos, ou já largas, para evitar fadigas ulteriores.”

Somos, com orgulho, a “Cidade do Clima Maravilhoso”, a “Cidade das Sete Colinas”, a “Cidade das Flores”, a “Cidade onde o Nordeste Garoa”, a “Cidade dos Festivais”... E nenhuma outra cidade há de subtrair os nossos títulos.

Ah! Não! Não, mesmo! Donde a conclusão: se lá atrás fizemos nossas ruas largas. Se lá atrás montamos festivais que ao longo dos anos deram certo, por que os encerrarmos agora? Sobretudo, sem se ouvir os diversos segmentos, responsáveis pela economia da cidade, e pelo seu desenvolvimento.

Que enfrentemos, portanto, as “fadigas ulteriores” na tentativa de revertermos esses nossos equívocos, produzidos, de certo, por nossos açodamentos. E que, hoje, tanto mal fazem à gente de Garanhuns.

Mas vamos enfrentar as fadigas, porque esse é o preço que temos de pagar.


* Acadêmico. Figura Pública.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Garanhuns Jazz Festival atraiu grande número de turistas para cidade no Carnaval


A 6ª edição do Festival de Jazz em Garanhuns foi um grande sucesso, reunindo aqueles que estavam à procura de um Carnaval mais tranquilo. Apesar da proposta ser diferente, a festa não deixou de ser uma mistura de ritmos. Durante os quatro dias da folia de Momo, o festival contou com mais de 20 atrações de Jazz e Blues, entre nomes nacionais e internacionais. (Via TV Jornal)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Percussão, blues e jazz na terceira noite do Garanhuns Jazz Festival

Taryn
O terceiro dia do Garanhuns Jazz Festival começa com a movimentação no Parque Ruber van der Linden, Pau Pombo. O grupo Nosso Jazz faz sua apresentação à tarde, fazendo a fusão do jazz com temas regionais. Os músicos da banda têm formação sacra e isso influencia o trabalho dos rapazes.

À noite, na Guadalajara, a partir das 21h, o primeiro show é do Projeto Batuque. São crianças e adolescentes da cidade trabalhando com instrumentos de percussão. Eles são apoiados pelo Núcleo de Apoio Social de Garanhuns e já conseguiram reconhecimento inclusive nos grandes centros.

A atração seguinte é o carioca Cláudio Infante, baterista e percussionista carioca. O músico obteve reconhecimento internacional e está entre os maiores do mundo na bateria.

Douglas Las Casas
Douglas Las Casas foca mais o seu trabalho em São Paulo. É um músico respeitado que já acompanhou em shows e gravações grandes artistas brasileiros, como Zeca Baleiro, Cauby Peixoto, Jamelão e Frejat (Barão Vermelho).

Após a apresentação mais instrumental de Cláudio e Douglas, sobe ao palco da Guadalajara a cantora Taryn, considerada a diva do jazz nacional. Ela tem sido uma presença forte nos principais festivais de jazz e blues do Brasil, impressionando o público pelas suas qualidades de intérprete.

Outro bom destaque da noite é o grupo gaúcho Delicatessen, a sensação nacional nos últimos tempos, na área do jazz. A banda tem discos gravados com boa distribuição no Brasil, em países latinos e na Ásia. O último disco lançado pelo grupo recebeu um dos principais prêmios do país na área musical.

George Israel do Kid Abelha
George Israel é carioca e integra a banda Kid Abelha. Ele é compositor, toca saxofone e violão. Desde 2004 divide o seu trabalho com o grupo da vocalista Paula Toller com carreira solo, buscando se apresentar em festivais importantes do país. Estará em Garanhuns juntamente com seu filho, Leonardo Israel.

Rodrigo Santos, do Barão Vermelho, está escalado para fazer o último show da noite. É considerado um dos maiores baixistas brasileiros, tocando com artistas como Leo Jaime, Lobão, Paula Toller e Paulinho Moska.

Tico Santa Cruz no Garanhuns Jazz Festival 2013

Atiba Taylor no Garanhuns Jazz Festival 2013

Alexandre Revoredo e banda no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival


Alexandre Revoredo e banda no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival no Parque Ruber Van Der Linden, o popular Pau Bombo.
Prefeito de Garanhuns Izaías Régis (sentado de óculos e blusa branca) prestigia show
NOVIDADE – O Prefeito Izaías Régis (PTB) anunciou nesta segunda noite (domingo, 10) do Garanhuns Jazz festival, através do apresentador Eduardo Peixoto, que no Festival de Inverno deste ano, teremos um palco exclusivo para jazz e blues no Parque Ruber Van Der Linden, o popularmente conhecido como Pau Pombo, onde durante os Festivais de Inverno passados sempre contou com apresentações instrumentais.

Publico vai ao delírio no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival


Publico vai ao delírio no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival no Parque Ruber Van Der Linden, o popular Pau Bombo.

Nosso Che Guevara, Altamir Pinheiro, dá o seu recado no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival


Nosso Che Guevara, Altamir Pinheiro, dá o seu recado no segundo dia do Garanhuns Jazz Festival no Parque Ruber Van Der Linden, o popular Pau Bombo.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Izaías fala na abertura do Garanhuns Jazz Festival no Parque Ruber Van Der Linden


Fala do prefeito Izaías Régis na abertura do Garanhuns Jazz Festival no Parque Ruber Van Der Linden, o popular Pau Bombo.


Palhinha da apresentação do grupo Orlito Jazz Band na abertura do Garanhuns Jazz Festival no Pau Pombo.
Secretaria de Comunicação, Jaqueline Menezes (à direita), curte abertura do Garanhuns Jazz Festival

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Conheça melhor as principais atrações do Garanhuns Jazz Festival 2013


O Garanhuns Jazz Festival, que acontece entre os dias 9 e 12 de fevereiro, chega ao seu sexto ano recheado de boas atrações. Saiba mais sobre cada um dos artistas que farão a alegria de aproximadamente 25 mil pessoas durante os quatro dias de evento.

Baião de 3 – um trio, composto por alguns dos melhores músicos de Garanhuns, que traz em sua estética musical uma mistura de pífanos com as sonoridades jazzísticas, mesclada aos tons eruditos. As afinidades musicais e as diferentes formações dos integrantes se fundem em um caldeirão sonoro guiado pela música nordestina. Heráclito Dornelles é o responsável pela bateria, pífanos e samplers, Ricardo Brito pelo som do piano e Hercílio Antunes pelo contrabaixo.

Hercinho Gouveia – “Hercinho e as coisas simples da vida” é o nome do primeiro projeto autoral do músico, lançado em janeiro de 2011. Sua música é marcada pelo reggae, mesclada com as raízes do samba e da bossa nova. Em 2011, Hercinho participou do programa Geleia do Rock, do canal Multishow, uma vitrine de talentos que lhe trouxe o reconhecimento do público. Recentemente, o artista também fez uma bela participação no The Voice Brasil, da Rede Globo, o que aumentou sua projeção nacional. Fruto disso foi o convite da cantora Ivete Sangalo para uma participação em um show no Recife. O cantor é natural de Garanhuns, mas reside em Recife. Hercinho atualmente está dando continuidade ao seu trabalho, fazendo músicas sempre com mensagens de amor e paz, além de buscar utilizar roupagens diferentes em canções já consagradas.

Jefferson Gonçalves – o carioca Jefferson Gonçalves começou a carreira no início da década de 1990, seguindo por um caminho comum a muitos gaitistas: o blues. Logo, trocou a profissão de bancário pela de músico, fundou a banda “Baseado em Blues” e o trio acústico “Blues Etc.”, gravou com artistas de diferentes gêneros e se consolidou como um dos mais completos nomes da gaita no país – inclusive representando o Brasil em encontros internacionais, como o da Sociedade para a Preservação e Avanço da Harmônica (SPAH, em 1998, em Detroit – EUA).

No entanto, o blues não foi fator limitante para Jefferson. O gaitista identificou traços muito semelhantes entre a música negra norte-americana e a do Nordeste brasileiro, baseada nos ritmos do forró, baião, xaxado e xote. E essa percepção alargou-lhe os horizontes. Dessa forma, seu som promove fusões e diálogos entre gêneros musicais aparentemente distintos, tudo embalado pela malemolência e criatividade do músico. Este ano, Jefferson se apresenta pela primeira vez em Pernambuco com sua banda completa, mostrando o trabalho realizado em seu mais novo DVD.

Atiba Taylor – o saxofonista, pianista e vocalista americano Atiba Taylor iniciou aos 15 anos sua relação com a música, tocando saxofone e piano. É bacharel em Educação em Música e estudou com Ken McKentyre, contemporâneo de Eric Dolphy.

No começo da década de 90 sua experiência com o jazz e com a música popular brasileira começa ao tocar em Washington com o músico brasileiro Alaor Macedo e com o grupo de samba brasileiro Origem. Atualmente faz parte do grupo Brasil Modern Jazz Quarteto e apresenta-se em outras bandas de blues. Profundamente conectado ao jazz desde suas raízes, procura cada vez mais investir no desenvolvimento e consolidação do jazz contemporâneo.

Uptown Band – banda pioneira da cena do blues em Pernambuco, com 15 anos de estrada e com grande destaque na cena por ser a única banda do Nordeste a ter tocado com praticamente todos os grandes nomes do blues nacional e com vários artistas internacionais.  Além disso, é a banda anfitriã de diversos projetos na área de jazz e blues, contribuindo com a difusão do blues, do jazz e do soul music pelos estados do Nordeste. Capitaneada pelo baterista e produtor Giovanni Papaleo, a Uptown foi o berço de grandes nomes da música pernambucana, como Rodrigo Morcego, Marquinhos Aranha e Roberto Leite.

Tico Santa Cruz – vocalista da banda Detonautas Roque Clube. Mas além de cantor, Tico também é um grande compositor, escritor e ativista social. O músico criou e é o responsável pelo grupo de performance social chamado “Voluntários da pátria”, que leva música, debates e cultura para escolas e penitenciárias de todo o Brasil.

Em 2010, Tico fez uma turnê especial pelo país como vocalista convidado da banda Raimundos. No mesmo ano ingressou no reality show “A Fazenda 3”.

Cida Maria – cantora pernambucana que traz para os seus shows o melhor da disco music nacional e internacional, no repertório, músicos como Rihanna, Vanessa da Mata, Luiza Possi, CEO, Jorge Bem Jor, passando por Glória Gaynor e outros ícones da época. Quem curte o som dos anos 70 e 80 não pode deixar de conferir de perto o show da cantora.

Marcos Cabral e Banda – músico garanhuense considerado um dos melhores guitarristas de Pernambuco. Em seus shows apresenta um som baseado no jazz fusion, gênero musical que consiste na mistura do jazz com outros gêneros, particularmente rock 'n roll, funk, rhythm and blues.

Sol Alac – cantora argentina de tangos, bossas e jazz. Dona de voz, expressão e personalidade fortes, Sol leva o tango em seu DNA e o rock na pele. Além de cantora, ela também investe na carreira de atriz, tendo participado de diversas produções cinematográficas e televisivas na Argentina. Mas sem nunca se separar da música e do canto. Durante o show no Garanhuns Jazz Festival, a cantora apresentará o seu primeiro álbum, “La Luz de Mis Ojos”, gravado em 2011, que traz em seu repertório uma fusão extasiante de tangos, boleros e clássicos da música brasileira. Por isso, o público pode esperar um show inédito e cheio de ritmos.

Sol Alac, é de origem eslava e indígena, nasceu em Bahia Blanca, cidade da província de Buenos Aires, e aos 7 anos já demonstrava que tinha talento para o estrelato. Atualmente, Sol mora em Belo Horizonte.

Tia Carroll – Autêntica representante do blues americano, Tia Carroll é rotineiramente comparada a Aretha Franklin. Koko Taylor. Tina Turner. Não seria correto se não fosse justo. Influenciada por Sam Cooke e Stevie Wonder, ela nasceu em Richmond, na Califórnia. Começou a cantar na igreja batista ainda moça. Encarou a noite no backing vocal para Jimmy McCracklin e Sugar Pie DeSanto. No palco, Tia sempre está dançando, pulando, rebolando, soltando o vozeirão e dando o máximo de si. Vestígio de quem se profissionalizou na escola do vocal de apoio e não perdeu o sentido da vibração quando assumiu o microfone principal. Como consequência, o público também não consegue ficar parado durante os shows da lenda do soul norte-americano.

Igor Prado Band – banda de blues brasileira mais bem sucedida no exterior, formada por Igor Prado na guitarra e vocal, Rodrigo Mantovani no contrabaixo acústico, Yuri Prado na bateria e Denilson Martins no saxofone barítono.

O fundador da banda, Igor Prado, começou a se interessar pela guitarra aos 11 anos e logo se apaixonou pela linguagem do blues. Desenvolveu um estilo um pouco diferente de tocar, pois, autodidata e canhoto, aprendeu a fazer música virando uma guitarra de destro de cabeça para baixo. Igor é um canhoto que toca com as cordas invertidas do instrumento.

Aprofundou-se na linguagem do blues tradicional e West Coast Swing, estilo que mistura o blues com elementos do Swing, famoso movimento de jazz dançante dos anos quarenta. Hoje é considerado pela crítica norte-americana e européia como um dos maiores nomes da nova geração.

Lancaster - um dos mais aclamados cantores-guitarristas de blues do Brasil. Ao longo de sua carreira, Lancaster estudou a fundo os estilos dos principais mestres do blues, começando por guitarristas mais tradicionais como T-Bone Walker, Otis Rush, B.B. King, Muddy Waters, Buddy Guy, Albert King, Albert Collins, entre outros. No final dos anos 90 Lancaster começou a mostrar uma forte influência de Carlos Santana, Stevie Ray Vaughan e Ronnie Earl, guitarristas mais técnicos e menos tradicionais. Hoje seu estilo engloba várias vertentes do blues com toques latinos e de soul music. Sua bagagem internacional inclui gravações e turnês com o organista Deacon Jones e outros grandes nomes do blues.

Nathalie Alvim – revelação da soul music brasileira, Nathalie começou a sua carreira cedo. Aos 17 anos já conquistava prêmios, como o de melhor intérprete no Festival FICO 2008, realizado no via Funchal. Em 2009, entrou no casting do selo 2NEXT. A cantora ganhou o merecido reconhecimento por suas apresentações com Tony Lindsay – vocalista de Carlos Santana e o baterista Anthony King em turnê no Brasil.

Em julho de 2012 lançou seu primeiro álbum, “Rockin´ Soul“, fazendo releituras e versões de clássicos do rock para o soul music. O show de lançamento foi realizado no Bourbon Street Music Club, na cidade de São Paulo. Logo em outubro do mesmo ano, Nathalie abriu o Programa do Jô cantando a primeira faixa do seu disco “Try”.

Big Chico - com 15 anos de carreira dedicados ao blues, o cantor e gaitista Big Chico destaca-se como um dos melhores representantes do ritmo no Brasil, pois possui todas as características de um verdadeiro showman, unindo técnica e personalidade com o instrumento, tornando-o um excelente cantor, ótimo gaitista e entertainer com presença de palco e comunicação com a platéia.

O artista vem conquistando plateias em todo o mundo com sua mistura dançante e emocionante unindo o feeling do Chicago blues, a alma e o balanço do soul e a sofisticação e bom gosto do jazz que vai de B. B. King a James Brown. Big Chico já se apresentou em renomados clubes de Blues nos Estados Unidos e América Latina. Agora trabalha na divulgação do seu mais novo trabalho o CD/DVD Big Chico Blues Band ao vivo.

Adriano Grineberg – pianista, cantor e um dos músicos mais atuantes da história do blues nacional. É o músico brasileiro mais requisitado para gravações de blues. Já tocou ao lado de muitos nomes de expressão do gênero, como Blue Jeans, André Christovam e Irmandade do Blues dos artistas internacionais Magic Slim, Corey Haris, Big Time Sarah, Mark Hummel, entre muitos outros.

Projeto Batuque – trabalho apoiado pela ONG NADESG (Núcleo de Apoio e Desenvolvimento Social de Garanhuns) que tem como finalidade apoiar jovens da cidade de Garanhuns através da música. O grupo trabalha exclusivamente com instrumentos percussivos, buscando ritmos pernambucanos como coco, afoxé, ciranda, maculelê e maracatu. O grupo é formado por crianças, adolescente e interessados em desenvolver um trabalho cultural, levando para Garanhuns, e Nordeste, um pouco dos ritmos da cultura brasileira.

Cláudio Infante – baterista e percussionista, Cláudio Infante Vieira nasceu no Rio de Janeiro. Seus primeiros passos na carreira musical foram dados por volta dos 7 anos. Um dos mais conceituados bateristas do Brasil, Cláudio já foi, inclusive, citado entre os 100 bateristas de maior destaque no mundo pela revista norte-americana Zildjian Time, em 2002.

Douglas Las Casas – um dos grandes nomes do cenário musical brasileiro, destaque conquistado não apenas pelo seu trabalho solo, mas também pelo ecletismo de gravar e acompanhar grandes artistas consagrados da MPB, do rock/pop, do funk/black music e do jazz.

Taryn – diva do jazz brasileiro, Taryn nasceu em um berço musical e há mais de uma década se dedica à tradição do jazz & blues, incluindo também em seu som vertentes como o soul e o rock clássico.  Com uma vasta experiência como intérprete, nos últimos anos a cantora tem freqüentado todos os grandes e renomados festivais de jazz & blues do Brasil.

Além de cantar, Taryn atua constantemente em cinema e tv, em produções da Disney, Globo Filmes, além de novelas e musicais da Rede Globo. A artista também estrelou e escreveu o aclamado espetáculo “Tributo à Billie Holiday”, em 2003, e posteriormente um outro musical de sua autoria, “Divas do Jazz”.

Taryn vem recebendo elogios de renomados críticos musicais, músicos e formadores de opinião, pelo seu canto cheio de alma.

Delicatessen - banda de jazz gaúcha formada por Ana Krüger no vocal, Carlos Badia no violão, Nico Bueno no baixo e Mano Gomes na bateria. O conjunto busca recriar padrões de jazz americanos em versões que passam pela música brasileira, especialmente a bossa nova. Seus discos, além do Brasil, são distribuídos na Europa e Ásia. O último álbum lançado, “Goognight Kiss”, ganhou o prêmio de melhor disco em língua estrangeira na 23ª edição do Prêmio da Música Brasileira, em 2012.

George Israel – o carioca, além de cantor, é compositor, saxofonista e violonista. O músico atua no Kid Abelha desde sua formação, em 1981, e mantém carreira solo paralelamente desde 2004.

Como compositor, sua parceria com Paula Toller rendeu mais de 80 canções gravadas, entre elas sucessos como "Amanhã é 23", “Grand' Hotel", "Nada sei", "Te amo pra sempre" e "Eu tive um sonho". Com Cazuza são 18 canções entre elas "BRASIL". Junto com Paula Toller e Bruno Fortunato gravou 15 discos com o Kid Abelha, sendo o "Acústico MTV", que leva sua co-produção, o mais representativo, com 1.300.000 cópias vendidas.

O filho de George, Leonardo Israel, decidiu seguir os passos do pai e já é um multi-instrumentista, comprovando que o talento está no sangue da família.

Rodrigo Santos – o pai do músico foi o seu grande influenciador, pois, apesar de não tocar instrumento algum, era especialista na história do blues e jazz. Dava aula do gênero para os parentes e amigos. Rodrigo começou a tocar baixo elétrico aos 13 anos e logo montou suas primeiras bandas. Escutava muito The Police, Led Zeppelin, Beatles, Stones, Crosby, Stills, Nash & Young,Neil Young, Cat Stevens e Jean Luck Ponty, além de Chico Buarque, Os Mutantes, entre vários outros.

Autodidata, depois de poucas aulas de violão com Nilson Chaves e de baixo com Nico Assumpção, Rodrigo fez seu próprio caminho e começou a criar suas próprias linhas de baixo, linhas essas que permeariam o rock nacional e o colocaria para sempre no rol dos melhores baixistas do país, tocando com João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, Leo Jaime, Kid Abelha, Blitz, Moska, Lobão, Os Britos e Barão Vermelho, sua eterna banda.

Sérgio Ferraz – um violinista, compositor e bacharel em Música pernambucano. Além de sua formação erudita, Sérgio também pesquisa, compõe e toca músicas de diversas origens, que vai do jazz, passando pela música armorial e indiana, às tendências que marcaram a música erudita do século XX. Em 2012, Sérgio estreou seu Concerto Armorial para violino e orquestra, dedicado ao escritor Ariano Suassuna com a Orquestra Sinfônica Jovem do CPM. Sua discografia já conta com quatro CDs.

Jazzpira – grupo novo formado por músicos já conceituados, que buscam resgatar os clássicos da música caipira com a voz e a viola de Adriana Farias somada aos arranjos modernos, brasileiros e jazzísticos do “Três de Paus”, trio formado por Bruno Alves nos teclados, Douglas Las Casas na bateria e Ximba Uchyama no baixo. A banda apresenta uma oportunidade única de ouvir canções clássicas em ritmos distintos dos originais, como por exemplo, “Majestade o Sabiá” em bebop, “Cabocla Teresa” em jazz e “Vide Vida Marvada” em baião.

Kenny Brown – um norte-americano nascido em Nova Orleans, que possui mais de 25 anos de uma trajetória de muito sucesso, já tendo tocado ao lado de vários gênios da música americana, como Beaul Jones, Slash (ex-Guns’n’Roses), Marva Write, entre vários outros. O artista, desde sua primeira visita ao Brasil, acompanhando o saxofonista Gary Brown, seu primo e padrinho musical, se diz apaixonado pela energia e musicalidade do país.

Kiko Loureiro – o músico nasceu no Rio de Janeiro, mas cresceu em São Paulo. Um dos guitarristas brasileiros mais reconhecidos no exterior, ele é provavelmente o mais influente de toda uma geração de músicos do Brasil, seja tocando no Angra – banda de metal progressivo que abriu as portas para o seu sucesso, ou como artista solo.

O amor de Kiko Loureiro pela música surgiu naturalmente antes mesmo de estudar um instrumento. Durante a infância ele foi um atento ouvinte e dedicado pesquisador que adorava passar seu tempo livre na biblioteca da escola admirando a vasta coleção musical. Aos 11 anos de idade começou a ter aulas de violão e não parou desde então. Descobriu sua verdadeira vocação como músico alguns anos mais tarde ao explorar o mundo do rock progressivo, heavy metal, jazz e fusion.

Andreas Kisser – guitarrista e compositor brasileiro, integrante da banda também Sepultura. É conhecido nacionalmente pelos seus bem elaborados e complexos solos de guitarra e por tocar desde MPB até death metal.

Joanatan Richard – guitarrista, compositor, cantor, baixista, produtor e diretor musical, artista plástico, o pernambucano Joanatan Richard possui como principais influências o rock feito nos anos 50, 60 e 70, além do blues, jazz, música brasileira e cubana. Começou na música em 1990 e profissionalmente desde 1995. Em 1999 formou a The Bluz, que continua na ativa, sendo uma das grandes representantes do blues pernambucano no cenário nacional.

Arthur Menezes – o cearense não apenas toca guitarra, como também compõe e interpreta de uma forma tão peculiar que impressiona até os grandes mestres da música. Preocupado em difundir e ampliar o acesso ao blues no estado do Ceará, Artur Menezes é um dos idealizadores do projeto ”Casa do Blues”, que prevê a realização de shows semanais com entrada gratuita. Mesmo residindo atualmente em São Paulo, o músico faz questão de acompanhar o desenvolvimento e crescimento deste cenário em seu estado natal, além de levar a mistura de sua música – com muito orgulho – para o mundo.

Garanhuns Jazz Festival - Quem quer fugir da festa de Momo, e ainda assim se divertir, não poderia ter melhor opção. Durante os quatro dias de evento, serão mais de 20 shows e dezenas de oficinas, tudo inteiramente gratuito. Uma megaestrutura será montada para garantir o conforto e a segurança das pessoas que irão assistir aos shows.

O GJF é um dos cinco principais eventos de jazz e blues do Brasil, pioneiro do gênero no Agreste de Pernambuco e vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano 2009, concedido pelo Governo do Estado aos melhores trabalhos que fomentam o turismo nos municípios de Pernambuco.

O festival é uma realização da Prefeitura de Garanhuns, com produção de Giovanni Papaleo e Mono Produções Artísticas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Expectativa em Pernambuco para a 6ª Edição do Garanhuns Jazz Festival


A partir de hoje, dia 1º de fevereiro, começa a expectativa para a realização da 6ª edição do Garanhuns Jazz Festival. Na cidade muitos desistiram da praia ou do carnaval na capital, para prestigiar o evento que este ano traz ao município grandes nomes do jazz, do blues e até do tango argentino. Os que preferem fugir da folia ou de praias superlotadas vão deixar os grandes centros e optar pela tranquilidade da Suíça Pernambucana, ouvindo música da melhor qualidade.

Na próxima semana a Prefeitura do Município, que realiza o evento, deve iniciar a montagem da infraestrutura da festa. Palco, barracas, camarotes e mais cadeiras, para que o público assista confortavelmente às apresentações. Quando chegar o sábado de carnaval, Garanhuns vira uma espécie de capital do jazz e do blues, numa terra famosa pelo frevo.

PROGRAMAÇÃO - A programação é de primeira, capaz de agradar os mais exigentes em termos de música boa. No sábado, 1º dia do Festival, teremos 
a abertura oficial com o homenageado do evento, Gonzaga de Garanhuns. Um artista popular, cordelista e animador de reisados, com mais de 40 anos dedicados à cultura local. E aí segue a programação com Baião de 3, grupo garanhuense, Jefferson Gonçalves & Banda (RJ), Warren Atiba Taylor (EUA) & Uptown Band (PE). Tem ainda Tico Santa Cruz, Cida Maria, Paulo Ferreira e Mc Rodrigo mais convidados.

No domingo, dia 10, outras atrações de peso. As apresentações na Guadalajara começam com Marcos Cabral, um orgulho da cidade e um dos maiores guitarristas do Brasil, prossegue com Sol Alac (Argentina), Tia Carrol (grande cantora americana), Igor Prado Band (SP), Lancaster (SP), Nathalie Alvim (a paulista já foi escolhida por alguns como a Musa do Festival), Big Chico (SP) e Adriano Grineberg, também paulista.

O Garanhuns Jazz Festival prossegue na segunda com Projeto Batuque (PE), Claudio Infante (RJ) e Douglas Las Casas (SP)Taryn e Banda (RJ), Delicatessem (RS), George Israel (Kid Abelha/RJ), Rodrigo Santos (Barão Vermelho/RJ) e Leonardo Israel (RJ).

Na terça, enquanto o frevo rola nas ladeiras de Olinda e no Recife Antigo, Garanhuns recebe Sérgio Ferraz (PE, Jazzpira (SP), Kenny Brow (EUA), Kiko Loureiro (SP), Andreas Kisser (SP), Joanatan Richard (PE), Artur Menezes (CE), Kleber Dias (RJ) e convidados.

PAU POMBO - Para quem achar pouco ainda tem mais jazz e blues no Parque Ruber van der Linden, o Pau Pombo. Confira o que você vai encontrar por lá:

Sexta-feira – 8 de fevereiro

15h – Discotecagem de Vinil

16h às 17h30 - Shows

Sábado – 9 de fevereiro

Orlito Jazz Art Band – o grupo tem influência musical do jazz e do blues e durante o GJK apresentará o seu mais recente trabalho, o CD “Sintonia Astral” .

Domingo – 10 de fevereiro

O Sam3a (lê-se O Samba Três) – o som do grupo passeia pelos antigos sambas de Noel Rosa e Cartola, pela sofisticada bossa-nova de João Gilberto, Tom Jobim e Chico Buarque e pela modernidade do jazz e do blues, tudo isso misturado ao funk, frevo e xote nordestino.

Segunda-feira – 11 de fevereiro

Nosso Jazz – a banda traz uma mistura de músicos com formação sacra tocando temas regionais, fusion e jazz.

Terça-feira – 12 de fevereiro

Os Valvulados (participação especial de Kleber Fernandes Blues) - a banda faz uma releitura de grandes sucessos da música popular brasileira, em especial dos ritmos samba-jazz, soul e black music dos anos 70.

Jazz Kids

Domingo – 10 de fevereiro

(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Segunda-feira – 11 de fevereiro

(14h30) – Oficina de guitarra com Kiko Loureiro

Terça-feira – 12 de fevereiro

(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca

Oficinas para adultos

Domingo – 10 de fevereiro

(14h30) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca

(16h00) – Ensaio aberto de bateria e percussão com Cláudio Infante e Grupo Batuque

Segunda-feira – 11 de fevereiro

(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias

Terça-feira – 12 de fevereiro

(14h30) – Oficina de gaita e violão com Jeferson Gonçalves e Kleber Dias.

O festival prepara um grande encerramento com os artistas que participaram do evento, realizando uma grande jam session.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Frevo e Jazz marcam o carnaval em Garanhuns

Bloco da Saúde
Tem início a partir desta quinta-feira, dia 16 de fevereiro, a festa momesca na Cidade das Flores. Em sua sétima edição, o Bloco Saúde na Folia, abre as festividades a partir das 13h e 30mim, com concentração na Avenida Rui Barbosa, entre o Relógio das Flores e o Casarão. Os foliões serão animados com carro de som e trio elétrico.

Neste ano, o Bloco Saúde na Folia, apresentará 12 alas que abordam temas relacionados a Saúde, como:  Álcool e Drogas; Dengue; Prevenção de câncer de mama, útero e infantil; Proteção Solar, hanseníase e prevenção de câncer de pele; Saúde Bucal; Saúde do Homem e Violência no trânsito; Sexualidade/ DST; Tabagismo; Hipertensão e Diabetes e Vacinação. Os CRAS também participam da folia, assim como uma representação do Programa Prefeitura Presente. 

Já na sexta-feira, dia 17, acontece o tradicional Desfile das Virgens.  A concentração acontecerá a partir das 20 horas, nas imediações do Parque Euclides Dourado. A saída está prevista para as 21 horas, sendo puxada pelo trio elétrico Folha Verde e Banda Pierre Campos. O percurso este ano inicia na Avenida Júlio Brasileiro, segue pela Amaury de Medeiros, posteriormente pela Avenida Caruaru, até chegar a Esplanada Cultural Guadalajara. A expectativa é de que mais de 400 virgens participem do Evento, que conta com total apoio da Prefeitura de Garanhuns. As inscrições para o Desfile das Virgens estão sendo realizadas no Restaurante “A Casa é Sua”, localizado no Centro da Cidade.

Karl Dixon / Foto: Hilton Marques
E a folia ainda irá se estender aos bairros de Garanhuns. O bloco Pé na Bunda, organizado por moradores da Boa Vista realizarão uma confraternização também no dia 17, na Rua Orlando Wanderley. Já os moradores do Magano e Manoel Chéu, comemoram o carnaval nos dias 19, 20 e 21. A folia segue com o tradicional bloco Folha Verde, que reúne os foliões para festejar seus 30 anos na Avenida Santa Terezinha. A Associação dos Amigos do Bairro Manoel Chéu se reúnem na Rua das Gardênias para também fazer a festa, ao som de músicas tradicionais carnavalescas.

E para as pessoas que querem curtir o Carnaval de uma forma diferente, a 5ª edição do Garanhuns Jazz Festival será iniciada no dia 18, com encerramento no dia 21 de fevereiro. A festividade trará nomes nacionais e internacionais para a Cidade, reunindo o melhor do Jazz e do Blues. As apresentações acontecem na Esplanada Cultural Guadalajara e tem inicio às 21 horas. A expectativa é atrair um público de 20 mil pessoas, durante os quatro dias do Evento. Outra novidade neste ano é a realização do Jazz na Igreja, com apresentações a partir das 16 horas, nas dependências do Seminário São José.

O Garanhuns Jazz Festival é um dos cinco principais eventos de Jazz e Blues do Brasil e vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano, concedido pelo Governo do Estado de Pernambuco.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Garanhuns Jazz Festival abre espaço para o Público Infantil


No período de 18 a 21 de fevereiro, a Cidade das Flores será palco de mais uma edição do Garanhuns Jazz Festival. Grandes nomes nacionais e internacionais compõem a grade de programação de um dos mais importantes festivais do gênero do País.

Nesta edição, o público que comparecer a Esplanada Cultural Guadalajara, poderá curtir também a terça-feira de Carnaval. É que este ano o evento foi ampliado em mais um dia. Além disso, o público infantil poderá participar mais uma vez do Jazz Kids, através de oficinas e palestras, formatadas especialmente para os pequenos.

As atividades acontecerão no tradicional Hotel Tavares Correia, sendo promovidas pelos monitores do Hotel. “Queremos oferecer as crianças uma opção de música de qualidade”, destacou Giovanne Papaléo, coordenador e curador do Festival de Jazz.

As inscrições para as oficinas e palestras terão início no dia 17, sendo realizadas na secretaria de Turismo. Podem participar crianças a partir dos 3 anos de idade. Todas as aulas serão realizadas no Hotel Tavares Correia e acontecerão aos sábados e domingos, das 14 às 16h e 30 mim. A secretaria de Turismo está localizada no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Carnaval em Garanhuns será no clima do Jazz Festival

Big Joe Manfra / Foto: Divulgação

De 18 a 21 de fevereiro, o entretenimento e a cultura divulgam Garanhuns para o mundo. É que a festa carnavalesca na Cidade terá um tom diferente e trará grandes nomes para o Garanhuns Jazz Festival. O Saxofonista Bob Mintzer, é uma das atrações internacionais, mas o Jazz Festival ainda trará grandes atrações nacionais e locais, como: Sérgio Ferraz, Reisado Unidos com Alegria de Gonzaga de Garanhuns, o Grupo de Percussão de Garanhuns e Carlos Bala, Handmade Blues e Marcos Cabral.

Em 2012, o evento realizado na Esplanada Guadalajara ganha mais um dia na programação, a terça-feira de carnaval. A infra-estrutura a ser montada promete garantir o conforto da festa. A expectativa é atrair um público de 6 mil pessoas, por noite. Outra novidade neste ano é a realização do Jazz na Igreja.

Durante as quatro noites do Jazz Festival, o Seminário São José será aberto ao público, que poderá prestigiar os cariocas Marcell Powell, Big Joe Manfra e Jefferson Gonçalves, além do norte-americano Donny Nichilo e da participação especial de Russel Ferrante, bem como dos pernambucanos da Duo Maggiore. Numa iniciativa social, todavia sem obrigatoriedade, será arrecadado um quilo de alimento, para a distribuição junto a entidades carentes do Município. As apresentações iniciam a partir das 16 horas.

O evento que fortalece a rede hoteleira local, apresentando taxas de ocupação que superam a marca dos 90% dos leitos, também movimenta a economia da Cidade nos setores formais e informais nesta época do ano. “A já tradicional Feira de Música, assim como as Oficinas Musicais estão mantidas na programação”, confirmou o produtor do Evento, Giovanni Papaléo.

O Garanhuns Jazz Festival é um dos cinco principais eventos de Jazz e Blues do Brasil e vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano, concedido pelo Governo do Estado de Pernambuco.

PROGRAMAÇÃO - GARANHUNS JAZZ FESTIVAL

PALCO RONILDO MAIA LEITE (ESPLANADA  GUADALAJARA)

* Dia 18/02 – Sábado

20h - Sergio Ferraz (PE-GUS)

21h - Harp Night, apresentando: Donny Nichilo (USA), Jefferson

Gonçalves (RJ) & Jeovah da Gaita (PE), com Zé Brown (PE), MC Rodrigo (DF) e UpTown Band (PE)

22h - Tony Gordon (SP)

23h - Edu e os Caras (NT)

* Dia 19/02 – Domingo

20h - Reisado Unidos com Alegria, de Gonzaga de Garanhuns (PE-GUS)

21h - Victor Biglione (ARG) & Marcel Powell (RJ)

Lady´s Night, apresentando:

22h - Tiffany Harp (SC), Emma Arnold (UK), Cida Maria (PE) e Adriana Nascimento (PE)

23h - Izzy Gordon (SP).

* Dia 20/02 – Segunda-Feira

20h - Alexandre Santiago & Dose Dupla (PE)

21h - Grupo de percussão de Garanhuns e Carlos Bala (PE-GUS-MAC)

22h - Brasil Modern Jazz Quarteto (MAC) com Atiba Taylor (USA)

23h - Guitar Night, apresentando: Big Joe Manfra (RJ), Artur Menezes (CE), Lancaster (SP), Fred Sun Walk (SP), Big John Siqueira (PE), Daniel Diniz (PE) Thomaz Lera (SP) e Joanatan Richard (PE), com The Bluz (PE) e Flavio Naves (SP).

* Dia 21/02 – Terça-Feira

20h - Handmade Blues (PE) & Marcos Cabral (PE-GUS)

21h - Mr Trio (PE)

22h - Bob Mintzer & Russel Ferrante (USA) com o Maestro Edson Rodrigues (PE)

23h - Karl Dixon (USA)

00h - Grande Jam session de encerramento do Festival.

JAZZ NA IGREJA DO SEMINÁRIO (16h)

Sábado - 18 - Marcell Powell(RJ).

Domingo - 19 - Big Joe Manfra(RJ) e Jefferson Gonçalves(RJ).

Segunda - 20 - Donny Nichilo(USA), participação especial de Russel Ferrante(USA).

Terça-Feira - 21- Duo Maggiore (PE)

sábado, 24 de dezembro de 2011

Garanhuns Jazz Festival traz novidades na edição 2012

Brazil Modern Jazz Quartet
Saxofonista Bob Mintzer

A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Turismo, promoverá no período carnavalesco, de 18 a 21 de fevereiro, a quinta edição do Garanhuns Jazz Festival. Em 2012, o evento realizado no palco Ronildo Maia Leite, que será instalado na Explanada Cultural Guadalajara, ganhará mais um dia na programação, a terça-feira de carnaval.

Algumas atrações do evento já foram confirmadas: o saxofonista Bob Mintzer, membro do grupo de Jazz YellowJackets (EUA); o pianista Russel Ferrante, fundador do Yellowjackets (EUA); Donny Nichilo, ex- pianista de Buddy Guy (EUA); Brazil Modern Jazz Quarteto, banda de Jazz que tem no seu line up feras como Warren Atiba Taylor e o grande baterista Carlos Bala (ex-Djavan); Artur Menezes, grande revelação da guitarra blues nacional da nova geração; além de Duo Tauffic; Marcel Powell e Victor Biglione.

De acordo com o produtor do Evento, Giovanni Papaléo, outra grande novidade é que serão realizados shows acústicos de jazz e música instrumental durante o dia, nas igrejas da cidade. “A já tradicional Feira de Música, assim como as Oficinas Musicais estão mantidas na programação”, confirmou o produtor, que informou ainda que novos nomes devem ser divulgados nos próximos dias.

O Garanhuns Jazz Festival é um dos cinco principais eventos de Jazz e Blues do Brasil e o pioneiro do gênero no Agreste de Pernambuco. Em 2010, o projeto foi vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano, concedido pelo Governo do Estado aos melhores trabalhos que fomentam o turismo nos municípios de Pernambuco.