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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Indústria de Pernambuco amplia vagas de empregos e aumenta salários

Recife vista de Olinda
A oferta de empregos na indústria pernambucana teve um crescimento de 4,6% em 2011, segundo Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O resultado obtido pelo Estado foi o segundo melhor do País, ficando atrás apenas do desempenho da indústria do Paraná, que registrou crescimento de 5,4%. Em relação à folha de pagamentos, a remuneração paga aos trabalhadores pernambucanos cresceu 12%, o maior resultado do País – quase três vezes a média nacional, de 4,2%.

Na comparação com os demais estados da Região Nordeste, Pernambuco liderou a geração de empregos industriais, enquanto no Ceará houve uma queda de 1,8% e a Bahia registrou um crescimento de 1,7%. A média da região foi de um incremento de 1,3%. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, o resultado revela o quanto o contexto econômico de Pernambuco é diferenciado em relação aos outros estados da região.

“O crescimento do valor da folha de pagamentos mostra que além de gerar mais oportunidades, os empregos criados são de melhor qualidade, remunerando melhor, o que é bom para os trabalhadores pernambucanos”, destaca Geraldo Júlio. De acordo com o secretário, a tendência é que o desempenho mantenha a trajetória de crescimento nos próximos anos, com a entrada em operação das unidades industriais atualmente em construção no Estado.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Recife tem a menor taxa de desemprego da história


A Região Metropolitana do Recife (RMR) fechou o ano de 2011 com a menor taxa de desemprego da história. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje (26) pelo IBGE, a capital pernambucana apresentou uma taxa de desocupação de 4,7% no mês de dezembro, o menor índice desde que o levantamento começou a ser realizado, em 2002. O índice é 2,2 pontos percentuais abaixo do registrado em dezembro de 2010.

O resultado do Grande Recife foi o terceiro menor entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas, atrás apenas dos de Porto Alegre (3,1%) e Belo Horizonte (3,8%) e empatado com o de São Paulo (4,7%). Salvador (7,7%) e Rio de Janeiro (4,9%) registraram os maiores índices, segundo o IBGE.

“Considerando o desempenho histórico e o tamanho das economias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, vemos que Pernambuco está gerando proporcionalmente bem mais empregos que os grandes estados do Sudeste”, compara o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

O secretário destaca ainda que os dados da pesquisa reforçam as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados esta semana, que apontam Pernambuco como o estado que mais criou oportunidades de emprego com carteira assinada no Nordeste e o Recife como a capital que apresentou o maior crescimento percentual do País na oferta de postos formais de trabalho (8,29%). “Os números refletem o bom momento vivido por Pernambuco e o esforço do Governo do Estado para que as oportunidades fiquem com os pernambucanos”, ressalta.

O levantamento do IBGE constatou ainda o crescimento da renda média anual do trabalhador durante o ano de 2011, que ficou em R$ 1.141,07 na Região Metropolitana do Recife. O valor supera em 2,3% a média registrada em 2010 e é o maior desde o início da série histórica, iniciada em 2003, o que mostra que o crescimento econômico além de gerar mais emprego está melhorando a remuneração paga aos pernambucanos.