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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Garanhuns apresenta redução no índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Programa Municipal de Combate à Dengue (PNCD-GUS), divulgou os números do Levantamento de Índice Rápido de Infestação Predial do Aedes Aegypti (LIRAa). O índice geral de 7,9% aponta que houve uma redução no percentual de infestação na cidade. Este número segue uma tendência de decréscimo anual, apresentando um percentual expressivamente menor do que o obtido no ano passado, quando o índice foi de 9,3% registrado no primeiro LIRAa. Os números estão ligados à quantidade de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, encontrados em pesquisa amostral.

Levando em consideração os resultados atingidos, a expectativa é de que ocorra uma reversão à níveis que garantam a segurança da população de Garanhuns com relação às doenças. Além disso, os números comprovam a eficácia do combate ao mosquito através do trabalho desenvolvido pelos agentes de endemias e de toda equipe engajada. Apesar dos bons resultados em relação às pesquisas anteriores, algumas localidades apresentaram um índice de infestação expressivo, como os bairros de Heliópolis, com 12,5% e São José, com 9,3%.

Com o objetivo de reduzir esse percentual, o setor de epidemiologia segue alinhado com a Assistência Básica e com as demais unidades de saúde públicas e privadas para, sempre que necessário, acionar a Diretoria de Vigilância em Saúde e a Coordenação do Programa de Combate à Dengue visando providenciar medidas de bloqueio caso comecem a surgir novos casos destas viroses, principalmente com o uso dos equipamentos de Ultra Baixo Volume (UBV) costais — bombas costais motorizadas que servem para a aplicação de substâncias inseticidas.

Outra estratégia desenvolvida para evitar a proliferação do agente transmissor é a distribuição de peixes ornamentais da espécie Poecilia reticulata, conhecidos como “guppy” ou “barrigudinho”. Para isso, foram construídos dois tanques criatórios, que já  estão povoados com os primeiros reprodutores e matrizes, todos em fase de ampla reprodução.  Estes peixes serão estrategicamente distribuídos para a comunidade para serem colocados em caixas d’água desprovidas de tampas, bem como tonéis, tanques e outros depósitos que estejam na mesma situação.

O secretário de Saúde, Alfredo de Gois, orienta que sabendo-se que mais de 90% dos focos encontram-se dentro dos domicílios, é essencial que a população continue engajada no combate ao Aedes, eliminando os ambientes propícios para a multiplicação do mosquito. Principalmente em períodos associados ao aumento da temperatura e a possibilidade de acúmulo de águas decorrentes das chuvas de verão. “Começamos este ano com um índice favorável em relação ao ano passado, o que mostra que estamos no caminho certo. Ainda assim, vamos continuar intensificando a atuação dos agentes de endemias, sempre em parceria com os outros órgãos de combate à dengue e com a população, tendo o objetivo de reduzir ao máximo a incidência destes casos em nosso município”, afirma.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Garanhuns em Alerta contra a Dengue

O Índice de Infestação do mosquito da Dengue em Garanhuns vem aumentando desde o inicio do ano, e de acordo com a Secretaria de Saúde, esse aumento se deve, principalmente, à falta de colaboração da população. Atualmente o índice de infestação do mosquito transmissor da Dengue no Município é de 11,9. Um dado preocupante, e que mais uma vez leva a Equipe de Vigilância Sanitária local, chamar a atenção da população quanto ao combate ao Aedes.

“É necessário que todos se engajem nessa luta contra a Dengue. Facilitar o acesso aos nossos Agentes Endêmicos em casa, além da Limpeza de quintais e o armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, são cuidados primordiais que evitam a proliferação do mosquito transmissor da Dengue em nosso Município”, alertou o Coordenador de Educação em Saúde, Eliel Duarte.

Os índices de focos do Aedes são mais altos em localidades como o Indiano; José Bernardino Teixeira, a popular Vila do Quartel; Aluízio Pinto; Brasília; Magano e Maçaranduba. A proliferação do mosquito também tem avançado nos bairros de São José, Cohab 2 e Cohab 3, bem como em Heliópolis. Até o final do mês de maio, foram notificados 196 casos suspeitos e 62 casos confirmados da Dengue Clássica.

Para combater o avanço dos números, uma equipe com mais de 50 profissionais visitam os mais de 44 mil domicílios de Garanhuns, retornando em períodos de 60 dias. “Por mais que façamos o nosso trabalho, precisamos da colaboração da população para obter um resultado satisfatório”, reforçou o Educador em Saúde, Eliel Duarte.

COMBATE A DENGUE - Limpeza de quintais e armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, continua sendo necessário ao combate do mosquito da Dengue. Qualquer possibilidade de acúmulo de água limpa e parada, em poças ou objetos, precisa ser eliminada para dificultar o surgimento do mosquito. Reservatórios, que já tenham sido criadores do Aedes, ainda que secos, também podem gerar o mosquito. Pois o ovo pode passar até um ano colado na parede de um reservatório, esperando por água. E assim que houver o contato, ele eclode e novamente passa a ser um foco do mosquito da Dengue.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Garanhuns em Alerta Máximo contra a Dengue


Foi concluído o 2º ciclo do Índice de Infestação Predial em Garanhuns, que apresenta os focos do Aedes Aeghipt, mosquito transmissor da Dengue, nas residências do Município. O resultado é alarmante e preocupa toda a população. Segundo dados da Secretaria de Saúde, através da Vigilância Ambiental, o Município apresenta um alto índice de infestação do mosquito da Dengue que atinge 9,6 na escala. No primeiro ciclo, em janeiro deste ano, o índice geral era de 8.5. Os maiores focos do Aedes se encontram nas comunidades da Brasília, Manoel Cheú, São José, Francisco Figueira (COHAB 2) e Nilo Coelho. A situação se agrava ainda mais nos bairros de Heliópolis, Aloísio Pinto, Boa Vista e Magano.

A falta de colaboração da população, aliada à resistência em atender os Agentes Endêmicos em suas residências, têm contribuído para o avanço do mosquito na Cidade. Até agora foram notificados 33 casos suspeitos e 3 casos confirmados da Dengue Clássica. Pessoas com sintomas semelhantes aos da Dengue, deverão procurar as Unidades de Saúde mais próximas para serem notificados pelas equipes de saúde. Uma equipe com mais de 50 profissionais, visitam os mais de 44 mil domicílios de Garanhuns diariamente e retornam em períodos de 60 dias.

“Por mais que façamos o nosso trabalho, precisamos da colaboração da população para obter um resultado satisfatório”, afirmou o Educador em Saúde, Eliel Duarte. A meta é visitar 100% das casas e controlar a proliferação do mosquito transmissor da dengue. “Estamos em alerta máximo e pedimos a conscientização de todos contra esse vilão que é o Aedes. Com a Dengue não se brinca. Ela pode matar”, alertou Eliel. O vírus tipo 4 pode evoluir para a dengue hemorrágica, se configurando assim, na forma mais grave da doença. E uma vez acometido por ele, o paciente poderá chegar a óbito.

COMBATE A DENGUE - Limpeza de quintais e armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, continua sendo necessário ao combate do mosquito da Dengue. Qualquer possibilidade de acúmulo de água limpa e parada, em poças ou objetos, precisa ser eliminada para dificultar o surgimento do mosquito. Reservatórios, que já tenham sido criadores do Aedes, ainda que secos, também podem gerar o mosquito. Pois o ovo pode passar até um ano colado na parede de um reservatório, esperando por água. E assim que houver o contato, ele eclode e novamente passa a ser um foco do mosquito da Dengue.

sábado, 28 de janeiro de 2012

DENGUE – Garanhuns apresenta Alto Índice de Infestação e Prefeitura pede colaboração da População


Garanhuns se encontra numa situação extremamente vulnerável à epidemia de Dengue. A informação é da Secretaria de Saúde, através do departamento de Vigilância Sanitária, e se baseia nos altos índices de infestação do mosquito Aedes Aeghipt registrados na Cidade. As localidades que estão mais vulneráveis são: Boa Vista, Aloisio Pinto, Heliópolis, Magano, Manoel Chéu, São José e Francisco Figueira (a popular Cohab 2).

Ainda de acordo com a Saúde Municipal, os altos índices são resultado da falta de colaboração popular, já que diversos cidadãos de Garanhuns, ainda apresentam resistência à visita dos Agentes Endêmicos em suas residências. Cerca de 14% das residências da Cidade não foram tratadas por conta da falta de colaboração dos seus proprietários. Todavia, uma equipe com mais de 50 profissionais, visitam os mais de 44 mil domicílios de Garanhuns diariamente, e retornam em períodos de 60 dias. A meta é visitar 100% das casas e controlar a proliferação do mosquito transmissor da dengue.


“O trabalho da eliminação dos focos não depende apenas dos governos municipais, estaduais ou federais. Mas sim, de toda a população”, declara o Gerente de Vigilância à Saúde, Marcos André, que também faz um alerta quanto a gravidade da doença: “a Dengue é um tipo de doença que pode levar a pessoa à óbito. O vírus tipo Hemorrágica ou o tipo 4 são as formas mais evoluídas da Dengue Clássica. Uma vez infectado com eles, o paciente não resiste. O tipo Clássica é a forma mais comum da doença. Mas se houver complicações no doente, ele também chega a falecer”, chama a atenção o Gerente de Vigilância à Saúde.

COMBATE A DENGUE - Limpeza de quintais e armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, continua sendo necessário ao combate do mosquito da Dengue. Qualquer possibilidade de acúmulo de água limpa e parada, em poças ou objetos, precisa ser eliminada para dificultar o surgimento do mosquito. Reservatórios, que já tenham sido criadores do Aedes, ainda que secos, também podem gerar o mosquito. Pois o ovo pode passar até um ano colado na parede de um reservatório, esperando por água. E assim que houver o contato, ele eclode e novamente passa a ser um foco do mosquito da Dengue.

Contatos: Secretaria de Saúde – (87) 3762-7070/ 7047; e

Marcos André – Gerente de Vigilância à Saúde - (87) 9988-2409.