Givaldo Calado de Freitas*
“Disse-o.
Eu também. E penso que é disso de que precisamos neste país. Um Brasil justo.
Ninguém acima da Lei. Malfeitores, longe do povo. Que não suporta mais
malfeito.”
“Conferir,
ao lado de amigos, aquilo que os milhares de turistas estão achando de nossa
cidade. De nosso Festival, através de seus Palcos. Dos nossos serviços a sua
disposição. Da hospitalidade garanhuense...”
“Ensejando-os
contemplar melhor todos os seus Palcos - além do Palco Dominguinhos, o Palco
Cultura Popular, o Palco Pop, o Palco Instrumental, o Palco Mamulengos, o Palco
Forró, o Palco Música na Catedral e o Palco Som na Rural.”
Comecei
meu dia, hoje, conversando com Sérgio Mamberti do Castelo Rá-Tim-Bum. Que foi
logo me dizendo: “Peço um Brasil justo para Lula e para todos.” Disse-o. Eu
também. E penso que é disso de que precisamos neste país. Um Brasil justo.
Ninguém acima da Lei. Malfeitores, longe do povo. Que não suporta mais
malfeito. A gente elege para eles gerirem os tributos que pagamos. E que são
altos. Muitos altos. E eles colocam suas mãos neles, em detrimento de sua
correta aplicação. Só há um remédio: cadeias neles. Seja de que partido forem.
Impiedosamente. Até por que eles teriam sido impiedosos com quem lhes outorgara
confiança. Queremos, portanto, um Brasil
justo. Fecho com Sérgio Mamberti. Fecho com quem prega justiça a malfeitores da
população.
Mas
nesse domingo de Festival sai para dar uma volta na cidade. Sentir o seu clima
gostoso. Contemplar a sua beleza.
Conferir, ao lado de amigos, aquilo que os milhares de turistas estão
achando de nossa cidade. De nosso Festival, através de seus Palcos. Dos nossos
serviços a sua disposição. Da
hospitalidade garanhuense... Eles que, espontânea e satisfatoriamente, aportam
em nossa cidade como que para dizerem que, realmente, o Festival de Inverno de
Garanhuns, já na sua XXVII Edição é o “Maior Produto Cultural de Pernambuco.”
Não
seria exagero em dizer que não registrei nenhuma ou quase nenhuma reclamação
relevante por parte de tantos com quem conversei. Afora, de pequenos ajustes no
que respeita ao FIG.
A
ideia, sempre presente, de se distendê-lo, a fim de que possa ser melhor
aproveitando por seus apreciadores. Ensejando-os contemplar melhor todos os
seus Palcos - além do Palco Dominguinhos, o Palco Cultura Popular, o Palco Pop,
o Palco Instrumental, o Palco Mamulengos, o Palco Forró, o Palco Música na
Catedral, e o Palco Som na Rural. Além das Oficinas. Que são maravilhosas. Por
que marcam. Educam. Capacitam. E elas são dez. Que vi muitos desejosos de
visitá-las. E, nesta XXVII Edição, a
Prefeitura ainda banca o Palco Orquestrando. Que tem sido muito procurado pelos
turistas. Eles, fazendo uma verdadeira apoteose à parte, ao som de nossas
orquestras.
Mas,
nesse domingo a Esplanada estava cheia. De Cafuringa e Banda a Zeca Pagodinho,
passando por Donas, Zé Brown, Ifá. Foi, mais uma vez, uma bela noite. Sem falar
do encanto de todos com o pagode do Zeca.
*Figura pública. Advogado
de Empresas e Empresário

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