sexta-feira, 19 de julho de 2019

Sivaldo solicita todos os recursos disponíveis das policias civil e militar na procura do menino Lucas Vinícius, de oito anos, desaparecido a 4 dias em Garanhuns

Menino Lucas Vinicius, de oito anos, desaparecido desde segunda-feira (15/07)

Durante reunião do programa Pacto Pela Vida, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (18), com a presença do governador Paulo Câmara (PSB), dos chefes das forças policias do estado, e de várias autoridades, no auditório do hotel Tavares Correia na cidade de Garanhuns, o deputado estadual Sivaldo Albino, líder do PSB na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, solicitou um esforço concentrado das Polícias Civil e Militar no caso do desaparecimento do menino Lucas Vinícius, de oito anos, desaparecido desde a última segunda-feira (15) do bairro da Massaranduba, onde morava com os avós, no Agreste Meridional pernambucano.

De imediato, o governador Paulo Câmara e o Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, acionaram o chefe da polícia civil, Joselito Kehrle Amaral, e o delegado regional, Luiz Bernardo, pedindo um empenho concentrado e já colocando todos os recursos disponíveis no estado para a procura da criança.

Assessores de Sivaldo levaram o pai do pequeno Lucas e uma tia sua para serem recebidos pelo Chefe da Polícia Civil.


ENTENDA O CASO


Lucas Vinícius desapareceu na última segunda-feira, 15 de julho, por volta das 8h30min quando saiu de casa, na Rua Santa Rita de Cássia, na Massaranduba, para dar um recado a mando de seu avô. Um ferro velho localizado no bairro, foi o último local onde ele foi visto e já foi alvo de uma busca por parte da Polícia Civil no dia de ontem não sendo encontrado nada suspeito. Nos três dias seguintes ao desaparecimento, familiares e dezenas de voluntários realizaram buscas em grotas e matagais do bairro, mas sem sucesso.

Se alguém tiver alguma informação que possa levar ao paradeiro de Lucas podem entrar em contato com a família através do número. (87) 9.8105-9463. Ainda pode ser feito contato com as Polícias Militar e Civil ou com o Conselho Tutelar de Garanhuns.

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