terça-feira, 23 de abril de 2019

NOTA - HOSPITAL OTÁVIO DE FREITAS


A direção do Hospital Otávio de Freitas (HOF) esclarece que, por ser tratar de um hospital de alta complexidade, boa parte de seus pacientes apresenta quadro grave de saúde e que isso implica em tempo maior de internação. Para se ter uma idéia, a unidade admitiu em suas emergências, apenas entre a última sexta-feira (19/04) e a manhã de hoje (2/04), quase 200 pacientes. Mesmo com a alta demanda, a equipe multiprofissional do HOF vem trabalhando para agilizar exames e procedimentos para, assim, diminuir o tempo de internamento e dar maior rotatividade aos leitos, além de, quando necessário, fazer a transferência para outras unidades hospitalares.

É oportuno lembrar que o hospital está funcionando em sua plena capacidade e não recusa atendimento, garantindo a assistência a todos que dão entrada nas emergências, com prioridade para os casos mais graves, com risco de morte, conforme avaliação médica. A direção também tem atuado para agilizar a realização de cirurgias na unidade e tem realizado todos os trâmites legais para resolver faltas pontuais de insumos.

As equipes de engenharia e manutenção também têm atuado permanentemente para resolver problemas pontuais na área física e nos equipamentos da unidade, assim como na limpeza da área externa, que conta com equipe realizando capinação diariamente. Por mês, mais de 2,3 mil atendimentos são realizados na emergência do HOF. A unidade ainda realiza mais de 900 cirurgias e 7 mil atendimentos ambulatoriais.

Sobre as ambulâncias guardadas em uma área da unidade, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) esclarece que são veículos do Samu. Eles foram encaminhados pelo Ministério da Saúde (MS) para os municípios que compõem a quarta macrorregião de saúde, localizada no Sertão do Estado. Eles só poderiam ser distribuídos após a implantação da Central de Regulação da Região, que ficaria sob responsabilidade do município de Petrolina, de acordo com pactuação entre os municípios, Estado e União. Contudo, no final de 2018, Petrolina desistiu de coordenar a Central e oficializou a decisão ao MS.

Com isso, a SES aguarda uma nova pactuação ministerial para realocar os veículos. A expectativa é que haja autorização do MS para que as ambulâncias sejam encaminhadas para reposição da frota de cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) e agreste que já contam com o Samu implantado. Importante lembrar que o Samu é um serviço sob gestão municipal, que tem sua habilitação via Ministério da Saúde.


Direção do Hospital Otávio de Freitas

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