quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Polo Dominguinhos - Terceira Noite

Givaldo Calado de Freitas*


“Disse-o. Eu também. E penso que é disso de que precisamos neste país. Um Brasil justo. Ninguém acima da Lei. Malfeitores, longe do povo. Que não suporta mais malfeito.”

“Conferir, ao lado de amigos, aquilo que os milhares de turistas estão achando de nossa cidade. De nosso Festival, através de seus Palcos. Dos nossos serviços a sua disposição. Da hospitalidade garanhuense...”

“Ensejando-os contemplar melhor todos os seus Palcos - além do Palco Dominguinhos, o Palco Cultura Popular, o Palco Pop, o Palco Instrumental, o Palco Mamulengos, o Palco Forró, o Palco Música na Catedral e o Palco Som na Rural.”

Comecei meu dia, hoje, conversando com Sérgio Mamberti do Castelo Rá-Tim-Bum. Que foi logo me dizendo: “Peço um Brasil justo para Lula e para todos.” Disse-o. Eu também. E penso que é disso de que precisamos neste país. Um Brasil justo. Ninguém acima da Lei. Malfeitores, longe do povo. Que não suporta mais malfeito. A gente elege para eles gerirem os tributos que pagamos. E que são altos. Muitos altos. E eles colocam suas mãos neles, em detrimento de sua correta aplicação. Só há um remédio: cadeias neles. Seja de que partido forem. Impiedosamente. Até por que eles teriam sido impiedosos com quem lhes outorgara confiança.  Queremos, portanto, um Brasil justo. Fecho com Sérgio Mamberti. Fecho com quem prega justiça a malfeitores da população.

Mas nesse domingo de Festival sai para dar uma volta na cidade. Sentir o seu clima gostoso. Contemplar a sua beleza.  Conferir, ao lado de amigos, aquilo que os milhares de turistas estão achando de nossa cidade. De nosso Festival, através de seus Palcos. Dos nossos serviços a sua disposição.  Da hospitalidade garanhuense... Eles que, espontânea e satisfatoriamente, aportam em nossa cidade como que para dizerem que, realmente, o Festival de Inverno de Garanhuns, já na sua XXVII Edição é o “Maior Produto Cultural de Pernambuco.”

Não seria exagero em dizer que não registrei nenhuma ou quase nenhuma reclamação relevante por parte de tantos com quem conversei. Afora, de pequenos ajustes no que respeita ao FIG.

A ideia, sempre presente, de se distendê-lo, a fim de que possa ser melhor aproveitando por seus apreciadores. Ensejando-os contemplar melhor todos os seus Palcos - além do Palco Dominguinhos, o Palco Cultura Popular, o Palco Pop, o Palco Instrumental, o Palco Mamulengos, o Palco Forró, o Palco Música na Catedral, e o Palco Som na Rural. Além das Oficinas. Que são maravilhosas. Por que marcam. Educam. Capacitam. E elas são dez. Que vi muitos desejosos de visitá-las.  E, nesta XXVII Edição, a Prefeitura ainda banca o Palco Orquestrando. Que tem sido muito procurado pelos turistas. Eles, fazendo uma verdadeira apoteose à parte, ao som de nossas orquestras.

Mas, nesse domingo a Esplanada estava cheia. De Cafuringa e Banda a Zeca Pagodinho, passando por Donas, Zé Brown, Ifá. Foi, mais uma vez, uma bela noite. Sem falar do encanto de todos com o pagode do Zeca.


*Figura pública. Advogado de Empresas e Empresário

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