domingo, 9 de julho de 2017

Defesa do FIG

*Givaldo Calado de Freitas


“Por que estes atraem empregos. Por que estes fomentam rendas. E tudo para nossa gente. Do grande ao pequeno. Sim, do flanelinha ao empresário. Passando por tantos - 52 segmentos da nossa economia que são impactados.”

“Enfim, temos que reinventar e reescrever o FIG. Mas sob a mesma inspiração. A mesma de sua concepção. Que merece respeito e aplauso da gente.”

“Temos que nos ombrear às autoridades, ofertando os nossos préstimos, nem que estes se resumam, apenas, a aplausos. E só aplausos.”


De muito que defendo a sua grandeza. Desde o primeiro. Nelson Mota presente. E eu já dizia que Nelson não sabia que estava assistindo ao nascimento de um gigantesco Festival:


A1. Que seria o maior espetáculo multicultural da América Latina. E foi. E é;


A2. Que seria o maior produto cultural de Pernambuco. E foi. E é.


A3. Que seria reconhecido como "Patrimônio Cultural e Imaterial de Pernambuco". E foi. E é:


A4. Que, já, já, também será "Patrimônio Cultural e Imaterial do Brasil.


Combatê-lo? Não! Defendê-lo? Sim! Inclusive e, sobretudo, nessa defesa que se reveja o seu formato. Que não pode ser mais o mesmo. Que se reveja o seu receptivo aos turistas. Que precisa melhorar. Por que estes atraem empregos. Por que estes fomentam rendas. E tudo para nossa gente. Do grande ao pequeno. Sim, do flanelinha ao empresário. Passando por tantos - 52 segmentos da nossa economia que são impactados.


Os turistas não podem continuar mais sem um espaço, a eles, reservado e ofertado. Vejo isso em todos os festivais. Todos! E, deles, fiz uso. Sim, em Gramado e em Campos do Jordão.


Enfim, temos que reinventar e reescrever o FIG. Mas sob a mesma inspiração. A mesma de sua concepção. Que merece respeito e aplauso da gente. Sobretudo, da gente garanhuense. Sim, porque o FIG é do estado. Mas o maior, e, talvez, único beneficiado com sua existência seja Garanhuns.


Por tudo isso, e muito mais, temos que defendê-lo. Temos que nos ombrear às autoridades, ofertando os nossos préstimos, nem que estes se resumam, apenas, a aplausos. E só aplausos.


Estou, no entanto, cansando de fazer a defesa do FIG. E o fazia como cidadão desta cidade. Nunca como empresário da área. Afinal, fi-la durante tantos anos. Mas, de repente, volta-me o mesmo vigor dos tempos de seus primeiros. E estou eu aqui de novo. Até por que estimulado pelos amigos e amigas da minha cidade.


Outro dia um amigo chegou a me dizer que estou muito à frente de meu tempo. Disse-o que não. Que meu tempo é esse em que vivo e, nele, e dentro dele, quero dar minha contribuição a minha cidade. E acrescentei: menino ainda, e eu já me preparava para defendê-la. E, desde menino, que o faço. Ou tento fazê-lo. No meu estilo, todavia.

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*Figura pública. Advogado de Empresas e Empresário

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