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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Em seminário sobre melhoria da governança pública, governador destaca importância de gerir com inovação

A abertura do diálogo entre os órgãos de controle e as instâncias dos governos estaduais e municipais a fim de atender o clamor da sociedade pela melhoria do serviço público. Esse foi o principal ponto destacado pelo governador Eduardo Campos, ao participar da abertura do seminário “Diálogo Público: Para a Melhoria da Governança Pública”, que aconteceu nesta segunda-feira (02/09), no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). O evento é uma iniciativa do Tribunal de Contas da União (TCU), que irá percorrer todas as 27 unidades da Federação, na busca de atuar pedagogicamente no combate das irregularidades mais recorrentes nas esferas públicas, como licitações, contratos e convênios de obras.

“Acho uma bela iniciativa do TCU abrir essa ausculta com os governos dos estados e prefeituras para - antes de punir - orientar, indicar e sugerir caminhos de procedimentos novos que possam encurtar o caminho da administração pública, sem perder a devida segurança com os recursos públicos”, disse Eduardo. Pernambuco foi o terceiro Estado a receber o encontro, que já passou por Bahia e Rio Grande do Sul.

O governador também lançou mão de exemplos positivos alcançadas no Estado. A revolução no modelo educacional de Pernambuco, universalizando o ensino integral, ganhou notoriedade entre as ações de governança do Estado. Vencedora do Prêmio de Gestão Escolar, numa disputa que envolveu ao todo 9.693 escolas de todo o País, a Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, localizada na Zona Rural de Quixaba, no Sertão do Estado, virou referência quando o assunto é exemplo de boa gestão. “É muito relevante a estruturação deste um seminário nacional, levando boas práticas administrativas para que possamos fazer o intercâmbio de experiências e aprender com o que está dando certo”, destacou o governador.

Eduardo defendeu a gestão como um instrumento de “encontro do Brasil oficial com o real”. Disse “depositar muita confiança na larga atuação e competência técnica dos órgãos de controle para tal objetivo”. “Precisamos gerir inovando. Porque o está posto na ordem do dia da população é como deixar o estado brasileiro menos analógico e mais digital. Não é possível termos mais de 100 milhões de brasileiros com acesso à internet e continuarmos numa relação pouco inteligente com os governos. Para fazer uma marcação de um consulta, por exemplo, o cidadão ou é remetido a uma central de atendimento que, muitas vezes, não resolve, ou precisa ir presencialmente pegar uma ficha com três, quatro ou até seis meses depois da data desejada”, colocou.

Também participaram do evento o presidente do TCU, ministro Augusto Nardes; a presidente do TCE-PE, conselheira Teresa Duere; o vice-presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas Brasil (Atricon), o conselheiro do TCE-PE Valdecir Pascoal; os também conselheiros do TCE-PE, Carlos Porto, Dirceu Rodolfo, João Campos, Marcos Loreto e Ranilson Ramos; além de prefeitos e secretários municipais de Pernambuco.

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