quarta-feira, 8 de maio de 2013

Prefeitura inicia obras em ruas da COHAB II


O Governo Municipal de Garanhuns iniciou as obras de asfalto e drenagem de seis ruas do Conjunto Residencial Francisco Figueira, popularmente conhecido como COHAB II. Segundo a empresa responsável pelos serviços, a ANCAR, o trabalho começa com a topografia, o rebaixamento de pena d´água e a tubulação para as águas servidas. Os canos de concreto que serão usados para a drenagem de águas pluviais já estão espalhados na Rua 45, chamando a atenção dos moradores do bairro.

Ontem (7) o prefeito Izaías Régis visitou o bairro, onde teve gente que se surpreendeu com os canos e com a presença do governante do município andando pelas ruas do bairro. "Essa obra vai ser uma benção para nós. Nós nunca tínhamos encontrado um prefeito na nossa porta depois da eleição. O prefeito Izaías veio para trazer a notícia do nosso asfalto. Estamos muito alegres", comentou a dona de casa Verônica Melo, moradora local.

A Prefeitura vai asfaltar e drenar as seguintes ruas da COHAB II: Alódia Valença, Luiz Gonzaga, Raimundo Clemente da Rocha, Cláudio Alves de Moraes e Rua 18. Na Rua 45.

2 comentários:

  1. RESOLUÇÃO COFEN-256/2001
    Autoriza o uso do Título de Doutor, pelos Enfermeiros
    O Conselho Federal de Enfermagem-COFEN, no uso de suas competências e atribuições legais;
    CONSIDERANDO que o uso do título de Doutor, tem por fundamento procedimento isonômico, sendo em realidade, a confirmação da autoridade científica profissional perante o paciente/cliente;
    CONSIDERANDO que o título de Doutor, tem por fundamento praxe jurídica do direito consuetudinário, sendo o seu uso tradicional entre os profissionais de nível superior;
    CONSIDERANDO que a exegese jurídica, fundamentada nos costumes e tradições brasileiras, tão bem definidas nos dicionários pátrios, assegura a todos os diplomados em curso de nível superior, o legítimo uso do título de Doutor;
    CONSIDERANDO que a não utilização do título de Doutor, leva a sociedade e mais especificamente a clientela, a que se destina o atendimento da prática da enfermagem pelo profissional da área, a pressupor subalternidade, inadmissível e inconcebível, em se tratando de profissional de curso superior;
    CONSIDERANDO que deve ser mantida a isonomia entre os profissionais da equipe de saúde, e que o título de Doutor é um complemento, ou seja, um “plus”, quanto a afirmação de um legítimo direito conquistado à nível de aprofundamento de uma prática terapêutica, com fundamentação científica;
    RESOLVE:
    Art. 1º- Autorizar aos Enfermeiros, contemplados pelo art. 6º, incisos I, II, III, IV, da Lei 7.498/86, o uso do título de Doutor.
    Art. 2º- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se disposições em contrário.
    Rio de Janeiro, 12 de julho de 2001
    Gilberto Linhares Teixeira
    COREN-RJ Nº 2.380
    Presidente João Aureliano Amorim de Sena
    COREN-RN Nº 9.176
    Primeiro-Secretario

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  2. Cofen reconhece direito de enfermeiro usar título de "doutor"
    BRASÍLIA/VALE DO ASSU – A partir de agora a classe dos enfermeiros poderá, a exemplo de outros profissionais tais como médicos, advogados, engenheiros e outros, usar o título de "doutor". Autorização neste sentido foi dada por meio da resolução número 256/2001, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), em Brasília. O órgão federal considerou que "o uso do título de doutor tem por fundamento procedimento isonômico, sendo em realidade, a confirmação da autoridade científica profissional perante o paciente ou cliente".
    Além disso, o Cofen entendeu que "o título tem por fundamento praxe jurídica do direito consuetudinário, sendo o seu uso tradicional entre os profissionais de nível superior".
    O organismo classista interpretou, também, que "a exegese jurídica, fundamentada nos costumes e tradições brasileiras, tão bem definidas nos dicionários pátrios, assegura a todos os diplomados em curso de nível superior, o legítimo uso do título de doutor". O Cofen observou ainda que "a não-utilização do título de doutor leva a sociedade e mais especificamente a clientela, a que se destina o atendimento da prática da enfermagem pelo profissional da área, a pressupor subalternamente, inadmissível e inconcebível, em se tratando de profissional de curso superior".

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