sábado, 9 de fevereiro de 2013

Conheça melhor as principais atrações do Garanhuns Jazz Festival 2013


O Garanhuns Jazz Festival, que acontece entre os dias 9 e 12 de fevereiro, chega ao seu sexto ano recheado de boas atrações. Saiba mais sobre cada um dos artistas que farão a alegria de aproximadamente 25 mil pessoas durante os quatro dias de evento.

Baião de 3 – um trio, composto por alguns dos melhores músicos de Garanhuns, que traz em sua estética musical uma mistura de pífanos com as sonoridades jazzísticas, mesclada aos tons eruditos. As afinidades musicais e as diferentes formações dos integrantes se fundem em um caldeirão sonoro guiado pela música nordestina. Heráclito Dornelles é o responsável pela bateria, pífanos e samplers, Ricardo Brito pelo som do piano e Hercílio Antunes pelo contrabaixo.

Hercinho Gouveia – “Hercinho e as coisas simples da vida” é o nome do primeiro projeto autoral do músico, lançado em janeiro de 2011. Sua música é marcada pelo reggae, mesclada com as raízes do samba e da bossa nova. Em 2011, Hercinho participou do programa Geleia do Rock, do canal Multishow, uma vitrine de talentos que lhe trouxe o reconhecimento do público. Recentemente, o artista também fez uma bela participação no The Voice Brasil, da Rede Globo, o que aumentou sua projeção nacional. Fruto disso foi o convite da cantora Ivete Sangalo para uma participação em um show no Recife. O cantor é natural de Garanhuns, mas reside em Recife. Hercinho atualmente está dando continuidade ao seu trabalho, fazendo músicas sempre com mensagens de amor e paz, além de buscar utilizar roupagens diferentes em canções já consagradas.

Jefferson Gonçalves – o carioca Jefferson Gonçalves começou a carreira no início da década de 1990, seguindo por um caminho comum a muitos gaitistas: o blues. Logo, trocou a profissão de bancário pela de músico, fundou a banda “Baseado em Blues” e o trio acústico “Blues Etc.”, gravou com artistas de diferentes gêneros e se consolidou como um dos mais completos nomes da gaita no país – inclusive representando o Brasil em encontros internacionais, como o da Sociedade para a Preservação e Avanço da Harmônica (SPAH, em 1998, em Detroit – EUA).

No entanto, o blues não foi fator limitante para Jefferson. O gaitista identificou traços muito semelhantes entre a música negra norte-americana e a do Nordeste brasileiro, baseada nos ritmos do forró, baião, xaxado e xote. E essa percepção alargou-lhe os horizontes. Dessa forma, seu som promove fusões e diálogos entre gêneros musicais aparentemente distintos, tudo embalado pela malemolência e criatividade do músico. Este ano, Jefferson se apresenta pela primeira vez em Pernambuco com sua banda completa, mostrando o trabalho realizado em seu mais novo DVD.

Atiba Taylor – o saxofonista, pianista e vocalista americano Atiba Taylor iniciou aos 15 anos sua relação com a música, tocando saxofone e piano. É bacharel em Educação em Música e estudou com Ken McKentyre, contemporâneo de Eric Dolphy.

No começo da década de 90 sua experiência com o jazz e com a música popular brasileira começa ao tocar em Washington com o músico brasileiro Alaor Macedo e com o grupo de samba brasileiro Origem. Atualmente faz parte do grupo Brasil Modern Jazz Quarteto e apresenta-se em outras bandas de blues. Profundamente conectado ao jazz desde suas raízes, procura cada vez mais investir no desenvolvimento e consolidação do jazz contemporâneo.

Uptown Band – banda pioneira da cena do blues em Pernambuco, com 15 anos de estrada e com grande destaque na cena por ser a única banda do Nordeste a ter tocado com praticamente todos os grandes nomes do blues nacional e com vários artistas internacionais.  Além disso, é a banda anfitriã de diversos projetos na área de jazz e blues, contribuindo com a difusão do blues, do jazz e do soul music pelos estados do Nordeste. Capitaneada pelo baterista e produtor Giovanni Papaleo, a Uptown foi o berço de grandes nomes da música pernambucana, como Rodrigo Morcego, Marquinhos Aranha e Roberto Leite.

Tico Santa Cruz – vocalista da banda Detonautas Roque Clube. Mas além de cantor, Tico também é um grande compositor, escritor e ativista social. O músico criou e é o responsável pelo grupo de performance social chamado “Voluntários da pátria”, que leva música, debates e cultura para escolas e penitenciárias de todo o Brasil.

Em 2010, Tico fez uma turnê especial pelo país como vocalista convidado da banda Raimundos. No mesmo ano ingressou no reality show “A Fazenda 3”.

Cida Maria – cantora pernambucana que traz para os seus shows o melhor da disco music nacional e internacional, no repertório, músicos como Rihanna, Vanessa da Mata, Luiza Possi, CEO, Jorge Bem Jor, passando por Glória Gaynor e outros ícones da época. Quem curte o som dos anos 70 e 80 não pode deixar de conferir de perto o show da cantora.

Marcos Cabral e Banda – músico garanhuense considerado um dos melhores guitarristas de Pernambuco. Em seus shows apresenta um som baseado no jazz fusion, gênero musical que consiste na mistura do jazz com outros gêneros, particularmente rock 'n roll, funk, rhythm and blues.

Sol Alac – cantora argentina de tangos, bossas e jazz. Dona de voz, expressão e personalidade fortes, Sol leva o tango em seu DNA e o rock na pele. Além de cantora, ela também investe na carreira de atriz, tendo participado de diversas produções cinematográficas e televisivas na Argentina. Mas sem nunca se separar da música e do canto. Durante o show no Garanhuns Jazz Festival, a cantora apresentará o seu primeiro álbum, “La Luz de Mis Ojos”, gravado em 2011, que traz em seu repertório uma fusão extasiante de tangos, boleros e clássicos da música brasileira. Por isso, o público pode esperar um show inédito e cheio de ritmos.

Sol Alac, é de origem eslava e indígena, nasceu em Bahia Blanca, cidade da província de Buenos Aires, e aos 7 anos já demonstrava que tinha talento para o estrelato. Atualmente, Sol mora em Belo Horizonte.

Tia Carroll – Autêntica representante do blues americano, Tia Carroll é rotineiramente comparada a Aretha Franklin. Koko Taylor. Tina Turner. Não seria correto se não fosse justo. Influenciada por Sam Cooke e Stevie Wonder, ela nasceu em Richmond, na Califórnia. Começou a cantar na igreja batista ainda moça. Encarou a noite no backing vocal para Jimmy McCracklin e Sugar Pie DeSanto. No palco, Tia sempre está dançando, pulando, rebolando, soltando o vozeirão e dando o máximo de si. Vestígio de quem se profissionalizou na escola do vocal de apoio e não perdeu o sentido da vibração quando assumiu o microfone principal. Como consequência, o público também não consegue ficar parado durante os shows da lenda do soul norte-americano.

Igor Prado Band – banda de blues brasileira mais bem sucedida no exterior, formada por Igor Prado na guitarra e vocal, Rodrigo Mantovani no contrabaixo acústico, Yuri Prado na bateria e Denilson Martins no saxofone barítono.

O fundador da banda, Igor Prado, começou a se interessar pela guitarra aos 11 anos e logo se apaixonou pela linguagem do blues. Desenvolveu um estilo um pouco diferente de tocar, pois, autodidata e canhoto, aprendeu a fazer música virando uma guitarra de destro de cabeça para baixo. Igor é um canhoto que toca com as cordas invertidas do instrumento.

Aprofundou-se na linguagem do blues tradicional e West Coast Swing, estilo que mistura o blues com elementos do Swing, famoso movimento de jazz dançante dos anos quarenta. Hoje é considerado pela crítica norte-americana e européia como um dos maiores nomes da nova geração.

Lancaster - um dos mais aclamados cantores-guitarristas de blues do Brasil. Ao longo de sua carreira, Lancaster estudou a fundo os estilos dos principais mestres do blues, começando por guitarristas mais tradicionais como T-Bone Walker, Otis Rush, B.B. King, Muddy Waters, Buddy Guy, Albert King, Albert Collins, entre outros. No final dos anos 90 Lancaster começou a mostrar uma forte influência de Carlos Santana, Stevie Ray Vaughan e Ronnie Earl, guitarristas mais técnicos e menos tradicionais. Hoje seu estilo engloba várias vertentes do blues com toques latinos e de soul music. Sua bagagem internacional inclui gravações e turnês com o organista Deacon Jones e outros grandes nomes do blues.

Nathalie Alvim – revelação da soul music brasileira, Nathalie começou a sua carreira cedo. Aos 17 anos já conquistava prêmios, como o de melhor intérprete no Festival FICO 2008, realizado no via Funchal. Em 2009, entrou no casting do selo 2NEXT. A cantora ganhou o merecido reconhecimento por suas apresentações com Tony Lindsay – vocalista de Carlos Santana e o baterista Anthony King em turnê no Brasil.

Em julho de 2012 lançou seu primeiro álbum, “Rockin´ Soul“, fazendo releituras e versões de clássicos do rock para o soul music. O show de lançamento foi realizado no Bourbon Street Music Club, na cidade de São Paulo. Logo em outubro do mesmo ano, Nathalie abriu o Programa do Jô cantando a primeira faixa do seu disco “Try”.

Big Chico - com 15 anos de carreira dedicados ao blues, o cantor e gaitista Big Chico destaca-se como um dos melhores representantes do ritmo no Brasil, pois possui todas as características de um verdadeiro showman, unindo técnica e personalidade com o instrumento, tornando-o um excelente cantor, ótimo gaitista e entertainer com presença de palco e comunicação com a platéia.

O artista vem conquistando plateias em todo o mundo com sua mistura dançante e emocionante unindo o feeling do Chicago blues, a alma e o balanço do soul e a sofisticação e bom gosto do jazz que vai de B. B. King a James Brown. Big Chico já se apresentou em renomados clubes de Blues nos Estados Unidos e América Latina. Agora trabalha na divulgação do seu mais novo trabalho o CD/DVD Big Chico Blues Band ao vivo.

Adriano Grineberg – pianista, cantor e um dos músicos mais atuantes da história do blues nacional. É o músico brasileiro mais requisitado para gravações de blues. Já tocou ao lado de muitos nomes de expressão do gênero, como Blue Jeans, André Christovam e Irmandade do Blues dos artistas internacionais Magic Slim, Corey Haris, Big Time Sarah, Mark Hummel, entre muitos outros.

Projeto Batuque – trabalho apoiado pela ONG NADESG (Núcleo de Apoio e Desenvolvimento Social de Garanhuns) que tem como finalidade apoiar jovens da cidade de Garanhuns através da música. O grupo trabalha exclusivamente com instrumentos percussivos, buscando ritmos pernambucanos como coco, afoxé, ciranda, maculelê e maracatu. O grupo é formado por crianças, adolescente e interessados em desenvolver um trabalho cultural, levando para Garanhuns, e Nordeste, um pouco dos ritmos da cultura brasileira.

Cláudio Infante – baterista e percussionista, Cláudio Infante Vieira nasceu no Rio de Janeiro. Seus primeiros passos na carreira musical foram dados por volta dos 7 anos. Um dos mais conceituados bateristas do Brasil, Cláudio já foi, inclusive, citado entre os 100 bateristas de maior destaque no mundo pela revista norte-americana Zildjian Time, em 2002.

Douglas Las Casas – um dos grandes nomes do cenário musical brasileiro, destaque conquistado não apenas pelo seu trabalho solo, mas também pelo ecletismo de gravar e acompanhar grandes artistas consagrados da MPB, do rock/pop, do funk/black music e do jazz.

Taryn – diva do jazz brasileiro, Taryn nasceu em um berço musical e há mais de uma década se dedica à tradição do jazz & blues, incluindo também em seu som vertentes como o soul e o rock clássico.  Com uma vasta experiência como intérprete, nos últimos anos a cantora tem freqüentado todos os grandes e renomados festivais de jazz & blues do Brasil.

Além de cantar, Taryn atua constantemente em cinema e tv, em produções da Disney, Globo Filmes, além de novelas e musicais da Rede Globo. A artista também estrelou e escreveu o aclamado espetáculo “Tributo à Billie Holiday”, em 2003, e posteriormente um outro musical de sua autoria, “Divas do Jazz”.

Taryn vem recebendo elogios de renomados críticos musicais, músicos e formadores de opinião, pelo seu canto cheio de alma.

Delicatessen - banda de jazz gaúcha formada por Ana Krüger no vocal, Carlos Badia no violão, Nico Bueno no baixo e Mano Gomes na bateria. O conjunto busca recriar padrões de jazz americanos em versões que passam pela música brasileira, especialmente a bossa nova. Seus discos, além do Brasil, são distribuídos na Europa e Ásia. O último álbum lançado, “Goognight Kiss”, ganhou o prêmio de melhor disco em língua estrangeira na 23ª edição do Prêmio da Música Brasileira, em 2012.

George Israel – o carioca, além de cantor, é compositor, saxofonista e violonista. O músico atua no Kid Abelha desde sua formação, em 1981, e mantém carreira solo paralelamente desde 2004.

Como compositor, sua parceria com Paula Toller rendeu mais de 80 canções gravadas, entre elas sucessos como "Amanhã é 23", “Grand' Hotel", "Nada sei", "Te amo pra sempre" e "Eu tive um sonho". Com Cazuza são 18 canções entre elas "BRASIL". Junto com Paula Toller e Bruno Fortunato gravou 15 discos com o Kid Abelha, sendo o "Acústico MTV", que leva sua co-produção, o mais representativo, com 1.300.000 cópias vendidas.

O filho de George, Leonardo Israel, decidiu seguir os passos do pai e já é um multi-instrumentista, comprovando que o talento está no sangue da família.

Rodrigo Santos – o pai do músico foi o seu grande influenciador, pois, apesar de não tocar instrumento algum, era especialista na história do blues e jazz. Dava aula do gênero para os parentes e amigos. Rodrigo começou a tocar baixo elétrico aos 13 anos e logo montou suas primeiras bandas. Escutava muito The Police, Led Zeppelin, Beatles, Stones, Crosby, Stills, Nash & Young,Neil Young, Cat Stevens e Jean Luck Ponty, além de Chico Buarque, Os Mutantes, entre vários outros.

Autodidata, depois de poucas aulas de violão com Nilson Chaves e de baixo com Nico Assumpção, Rodrigo fez seu próprio caminho e começou a criar suas próprias linhas de baixo, linhas essas que permeariam o rock nacional e o colocaria para sempre no rol dos melhores baixistas do país, tocando com João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, Leo Jaime, Kid Abelha, Blitz, Moska, Lobão, Os Britos e Barão Vermelho, sua eterna banda.

Sérgio Ferraz – um violinista, compositor e bacharel em Música pernambucano. Além de sua formação erudita, Sérgio também pesquisa, compõe e toca músicas de diversas origens, que vai do jazz, passando pela música armorial e indiana, às tendências que marcaram a música erudita do século XX. Em 2012, Sérgio estreou seu Concerto Armorial para violino e orquestra, dedicado ao escritor Ariano Suassuna com a Orquestra Sinfônica Jovem do CPM. Sua discografia já conta com quatro CDs.

Jazzpira – grupo novo formado por músicos já conceituados, que buscam resgatar os clássicos da música caipira com a voz e a viola de Adriana Farias somada aos arranjos modernos, brasileiros e jazzísticos do “Três de Paus”, trio formado por Bruno Alves nos teclados, Douglas Las Casas na bateria e Ximba Uchyama no baixo. A banda apresenta uma oportunidade única de ouvir canções clássicas em ritmos distintos dos originais, como por exemplo, “Majestade o Sabiá” em bebop, “Cabocla Teresa” em jazz e “Vide Vida Marvada” em baião.

Kenny Brown – um norte-americano nascido em Nova Orleans, que possui mais de 25 anos de uma trajetória de muito sucesso, já tendo tocado ao lado de vários gênios da música americana, como Beaul Jones, Slash (ex-Guns’n’Roses), Marva Write, entre vários outros. O artista, desde sua primeira visita ao Brasil, acompanhando o saxofonista Gary Brown, seu primo e padrinho musical, se diz apaixonado pela energia e musicalidade do país.

Kiko Loureiro – o músico nasceu no Rio de Janeiro, mas cresceu em São Paulo. Um dos guitarristas brasileiros mais reconhecidos no exterior, ele é provavelmente o mais influente de toda uma geração de músicos do Brasil, seja tocando no Angra – banda de metal progressivo que abriu as portas para o seu sucesso, ou como artista solo.

O amor de Kiko Loureiro pela música surgiu naturalmente antes mesmo de estudar um instrumento. Durante a infância ele foi um atento ouvinte e dedicado pesquisador que adorava passar seu tempo livre na biblioteca da escola admirando a vasta coleção musical. Aos 11 anos de idade começou a ter aulas de violão e não parou desde então. Descobriu sua verdadeira vocação como músico alguns anos mais tarde ao explorar o mundo do rock progressivo, heavy metal, jazz e fusion.

Andreas Kisser – guitarrista e compositor brasileiro, integrante da banda também Sepultura. É conhecido nacionalmente pelos seus bem elaborados e complexos solos de guitarra e por tocar desde MPB até death metal.

Joanatan Richard – guitarrista, compositor, cantor, baixista, produtor e diretor musical, artista plástico, o pernambucano Joanatan Richard possui como principais influências o rock feito nos anos 50, 60 e 70, além do blues, jazz, música brasileira e cubana. Começou na música em 1990 e profissionalmente desde 1995. Em 1999 formou a The Bluz, que continua na ativa, sendo uma das grandes representantes do blues pernambucano no cenário nacional.

Arthur Menezes – o cearense não apenas toca guitarra, como também compõe e interpreta de uma forma tão peculiar que impressiona até os grandes mestres da música. Preocupado em difundir e ampliar o acesso ao blues no estado do Ceará, Artur Menezes é um dos idealizadores do projeto ”Casa do Blues”, que prevê a realização de shows semanais com entrada gratuita. Mesmo residindo atualmente em São Paulo, o músico faz questão de acompanhar o desenvolvimento e crescimento deste cenário em seu estado natal, além de levar a mistura de sua música – com muito orgulho – para o mundo.

Garanhuns Jazz Festival - Quem quer fugir da festa de Momo, e ainda assim se divertir, não poderia ter melhor opção. Durante os quatro dias de evento, serão mais de 20 shows e dezenas de oficinas, tudo inteiramente gratuito. Uma megaestrutura será montada para garantir o conforto e a segurança das pessoas que irão assistir aos shows.

O GJF é um dos cinco principais eventos de jazz e blues do Brasil, pioneiro do gênero no Agreste de Pernambuco e vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano 2009, concedido pelo Governo do Estado aos melhores trabalhos que fomentam o turismo nos municípios de Pernambuco.

O festival é uma realização da Prefeitura de Garanhuns, com produção de Giovanni Papaleo e Mono Produções Artísticas.

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