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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

CHOQUE DE GESTÃO, SIM!


Passada a euforia da vitória nas eleições de outubro passado, observo, com serenidade, que os ventos que sopram de Brasília não são os melhores. Apesar de perceber o empenho já demonstrado pelo nosso prefeito eleito Izaías Régis, que, aliás, sempre volta com boas notícias (e ele mesmo já dizia em campanha conhecer o caminho dos recursos e dos bons projetos), prefeituras de todo o Brasil sofrem com os profundos cortes no FPM. É óbvio que numa cidade como Garanhuns não podemos imaginar que o FPM seja a salvação da lavoura, e de toda forma, os melhores administradores só provam serem bons mesmo é em tempos de crise. É preciso entender que Garanhuns pode, e deve, buscar alternativas que ampliem o seu leque de recursos orçamentais. Opções pra isso não nos faltam. Mas, o caminho mais provável é, a curto prazo, o CHOQUE DE GESTÃO proposto em campanha pelo Prefeito Izaías Régis.

No início, alguns vão dizer que não é legal, outros vão se sentir traídos, pois para efetuar tal choque, é necessário cortar gastos, e muitos, especialmente no setor de pessoal, cortando cargos comissionados, contratados, estagiários e afins. Só utilizando o estritamente necessário.

O CHOQUE DE GESTÃO prevê o aumento das receitas através do corte das despesas. Não é nenhuma mágica fazer isso. O problema é a cultura que se criou ao longo de décadas, de que o “toma lá da cá” da política é algo normal. Bom frisar que isso não é ‘privilégio’ só nosso. Infelizmente, é fato corriqueiro no Brasil.

Em meio à crise que se instalou nos munícipios, não há melhor caminho para desenvolver os bons projetos que foram apresentados à população na eleição passada. Não há forma de controle orçamentário mais eficaz, pois tem como objetivo primordial a obtenção do aumento da produtividade nas funções públicas, notadamente, na economia que se fará com o implemento dessas ações. Portanto, a melhor aplicação dos recursos, evitando desperdícios, com redução das despesas correntes, só trará benefícios. Com essa economia, os investimentos nas áreas de educação, saúde, saneamento básico, infraestrutura, turismo, entre outras, serão mais efetivas e só tem a ganhar a cidade e seu povo.

Não dar mais pra ouvir falar que em Garanhuns a máquina tá ‘inchada’. São tantos os cargos em comissão, os contratados, os estagiários, a quantidade de aluguéis que é pago pela prefeitura (tendo uma área como aquela do Centro Administrativo), as contas de telefone, de água e luz, enfim, de tudo que só tem atrasado o crescimento do município, que agora podemos acreditar que algo de bom vai acontecer.

Acreditar é a palavra certa. EU ACREDITO!  Votei e participei ativamente da campanha de Izaías Régis e vi nessa vitória uma enorme esperança do nosso povo. O tamanho da vitória só dá a ele uma responsabilidade sem precedentes em nossa história, contudo, o entusiasmo e as forças politicas que o cercam, frente à boa equipe que ele vem montando, só me dar a certeza de que, finalmente, Garanhuns estará RUMO AO CRESCIMENTO, e que O CHOQUE DE GESTÃO, então proposto pelo prefeito eleito, deve ganhar corpo e ter o apoio da imprensa, dos políticos e por fim do povo, que é quem guia os  melhores caminhos a serem trilhados.

TONY NETO é advogado, casado com Anna Cecilia, Mestra e professora da AESGA que esta em Portugal concluindo curso de Doutorado, onde Tony foi passar 45 dias, após as eleições, ao lado de sua esposa e filha, Anna Luíza.

Um comentário:

  1. ROBERTO QUEIROZ DE ANDRADE24 de novembro de 2012 11:43

    CHOQUE DE GESTÃO.......

    O novo prefeito de Garanhuns deve concordar em cortar gastos numa administração como esta, e usando o texto do próprio Tony Neto "No início, alguns vão dizer que não é legal, outros vão se sentir traídos, pois para efetuar tal choque, é necessário cortar gastos, e muitos, especialmente no setor de pessoal, cortando cargos comissionados, contratados, estagiários e afins. Só utilizando o estritamente necessário", que assino embaixo é realmente necessário e urgente esta medida e até outras, mais duras.

    Mas pensar em cortar a meu ver, a oportunidade de crescimento deste Município é um equivoco, não se pode deixar de pensar nisto, e quando se fala em cortar secretarias, onde é que isso iria favorecer nossa cidade, estagnada a mais de 40 anos, e hoje depois de elegermos uma pessoa antenada com o desenvolvimento, com o primeiro mundo, com os caminhos em Recife e Brasília, e com as coisas que se pode e deve fazer para que Garanhuns volte a ser uma das principais cidades de Pernambuco, não se pode pensar em encolher.

    E depois de assistir a maior vitória já presenciada na história da política desta cidade, fico seriamente pensando no trabalho árduo e complicado que o deputado terá para direcionar o crescimento deste município, com os recursos que dispõe neste momento, pois todos estão cientes que precisamos pensar grande e acredito que o melhor caminho é justamente esse, olhar para a frente e ir buscar (como ele está fazendo, esta semana deve ir a Brasília novamente e olhe, que nem assumiu ainda o posto), recursos onde eles estiverem, e isso só será possível se ele tiver mais pessoas que possam ajudá-lo nesta tarefa e secretários técnicos.

    Seria muito frustrante de se ver agora nossa cidade com sua nova administração, encolhida e pensando igual a caranguejo (se é que caranguejo, pensa). O horizonte desta administração quem faz é o seu gestor, com seu entendimento e conhecimento, e pelo pouco que conheço de Izaías Régis, ele pensa grande, aliás, aprendeu ainda mais depois que começou suas caminhadas internacionais, e sabe que se tiver conhecimento, não faltará recursos. Quanto mais secretarias se tiver, e com pessoas capacitadas, e de visão, mais condições teremos de captar investimentos e recursos, como por exemplo: temos seis quilombolas e que antes nenhum gestor se preocupou em tratá-los como gente que são, hoje, se tem uma secretaria dos quilombolas, portanto, seremos um espelho para os outros dentro de pouco tempo, além de recursos que não faltam, vejam também a secretaria da mulher, com essa atitude, seremos outra referência, e assim por diante.

    Uma administração municipal não pode nunca se privar de ter seu desenvolvimento relegado, tem sim, que cortar gastos supérfluos e olhe que temos muitos, mas, devemos cuidar do nosso futuro com muito cuidado para não continuar comprometendo-o, pensando que o choque de gestões é o caminho, cortando gastos é uma atitude que qualquer um gestor tem que olhar mas, ficar simplesmente pensando na situação atual que é uma situação que não condis com o que queremos e esperamos e muitos menos com as aspirações do nosso futuro prefeito.

    Ficar pensando apenas nos recursos que se recebe normalmente também, (FPM) e em cortar secretarias e atrelado a eles, se pensando em choque de gestão; é mostrar que está com medo, que não sabe e não acredita em desenvolvimento, mesmo depois de Pernambuco mostrar que foi e é um dos estados brasileiros que mais cresceu, que mais investiu, que mais captou investimentos, nacionalmente e internacionalmente. Hoje temos que acreditar em fazer, investir e captar recursos é o nome do jogo, pois todos nós queremos desenvolvimento e se for com sustentabilidade é melhor ainda. Garanhuns não pode se dar ao luxo de ficar sem empregos, de ficar sem indústrias, de ficar sem pensar grande. De se encolher e ver a banda passar, novamente.....

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