terça-feira, 5 de junho de 2012

Garanhuns em Alerta contra a Dengue

O Índice de Infestação do mosquito da Dengue em Garanhuns vem aumentando desde o inicio do ano, e de acordo com a Secretaria de Saúde, esse aumento se deve, principalmente, à falta de colaboração da população. Atualmente o índice de infestação do mosquito transmissor da Dengue no Município é de 11,9. Um dado preocupante, e que mais uma vez leva a Equipe de Vigilância Sanitária local, chamar a atenção da população quanto ao combate ao Aedes.

“É necessário que todos se engajem nessa luta contra a Dengue. Facilitar o acesso aos nossos Agentes Endêmicos em casa, além da Limpeza de quintais e o armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, são cuidados primordiais que evitam a proliferação do mosquito transmissor da Dengue em nosso Município”, alertou o Coordenador de Educação em Saúde, Eliel Duarte.

Os índices de focos do Aedes são mais altos em localidades como o Indiano; José Bernardino Teixeira, a popular Vila do Quartel; Aluízio Pinto; Brasília; Magano e Maçaranduba. A proliferação do mosquito também tem avançado nos bairros de São José, Cohab 2 e Cohab 3, bem como em Heliópolis. Até o final do mês de maio, foram notificados 196 casos suspeitos e 62 casos confirmados da Dengue Clássica.

Para combater o avanço dos números, uma equipe com mais de 50 profissionais visitam os mais de 44 mil domicílios de Garanhuns, retornando em períodos de 60 dias. “Por mais que façamos o nosso trabalho, precisamos da colaboração da população para obter um resultado satisfatório”, reforçou o Educador em Saúde, Eliel Duarte.

COMBATE A DENGUE - Limpeza de quintais e armazenamento d’água adequado em recipientes bem fechados, continua sendo necessário ao combate do mosquito da Dengue. Qualquer possibilidade de acúmulo de água limpa e parada, em poças ou objetos, precisa ser eliminada para dificultar o surgimento do mosquito. Reservatórios, que já tenham sido criadores do Aedes, ainda que secos, também podem gerar o mosquito. Pois o ovo pode passar até um ano colado na parede de um reservatório, esperando por água. E assim que houver o contato, ele eclode e novamente passa a ser um foco do mosquito da Dengue.

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